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Nunca te amei, era só um tapa-buraco

Capítulo 3 

Palavras: 519    |    Lançado em: 19/12/2025

de emoção. O caminho para casa foi um borrão. Quando abri a por

ento. Meu sofá. E em suas mãos, cuidadosamente embalada, estava a caneca de cerâmica que eu pintei com tanto esm

ua bochecha, um leve rastro de chantilly em seu queix

olate de seu rosto com o polegar. Suas cabeças estavam próxi

bolsa no chão, o baque suave

ra a parede oposta. Ela se estilhaçou em cem pedaços, espalhando cacos

o uma criança aterrorizada. Seus olhos, arre

foi essa?", ele exigiu, sua voz carregada d

nós, protegendo Fabi com seu corpo. "Ela não comeu o dia todo

a para os cacos. "E por isso? Uma canec

muito, Clara. Eu não sabia que era... especial. Eu só a

ra", ela choramingou, e então saiu pela porta, desaparecendo na chuva forte

eliz agora?", ele cuspiu as palavras, sua voz baixa e perigosa. "Ela é alérgica

minhas mãos, ou a forma como meu peito de repente se apertou com uma dor familia

do os últimos vestígios do chocolate quente. Eu o peguei, ignora

de limpeza. Eles est

êncio do apartamento pesado ao meu redor

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Nunca te amei, era só um tapa-buraco
Nunca te amei, era só um tapa-buraco
“Por cinco anos, eu paguei pela arte dele, pela vida dele e por sua semelhança impressionante com um fantasma. Caio Mendes era meu substituto cuidadosamente selecionado, um corpo quente para preencher o espaço deixado pelo homem que eu havia perdido. Então, meu mundo desmoronou. Minha família adotiva encontrou a filha biológica, e minha herança desapareceu da noite para o dia. Fui cortada, exilada. Foi quando o ouvi rindo. "Ela está sem grana", ele debochou. "Qual o sentido? Ela tinha sua utilidade, mas isso acabou." Ele chamou nossos cinco anos de "conveniência" e zombou da pasta de casamento que eu havia feito em segredo. Em um jantar da empresa, ele beijou outra mulher na frente de todos, depois me deixou para trás quando passei mal, acusando-me de ser cruel. Ele até a trouxe para minha casa, deixando-a usar minhas roupas. Eu suportei tudo, uma clareza fria se instalando sobre mim. Então, quando ele finalmente se ajoelhou, com o anel na mão, implorando por uma segunda chance, eu nem hesitei. "Eu nunca te amei", eu disse, puxando minha mão. "Você era só um tapa-buraco."”
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