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Bilionários Proibidos: Quando o Poder Deseja

Bilionários Proibidos: Quando o Poder Deseja

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Capítulo 1 O Preço de Tudo (e de Nada)

Palavras: 1641    |    Lançado em: 29/12/2025

recisão de um cirurgião. Para ele, São Paulo não era uma cidade, era um tabuleiro de xadrez onde as peças eram feitas de asfalto, aço e ambição. O relógio de edição limitada em seu pulso marc

a aprendido cedo que o mundo se dividia entre aqueles que dão

tecnológica era a DuarteTech. Não que a empresa fosse a maior do mercado, mas era a mais refinada. Helena Duarte havia construído algo que Caio cobiçava visceralmente: uma arquitetura de sistemas que antecipava falhas antes mesmo delas existirem. Para Caio, a DuarteTech era uma peça de eng

pessoal, entrando na sala com a discrição de uma sombra. - O evento de tecno

de aquisição. O valor oferecido estava trinta por cento acima do valor de mercado. Era uma proposta indecente de tão generosa, o tipo de oferta que não se discute, se aceita com um

toda aquela fricção mundana. Para ele, tudo ali tinha um código de barras invisível. Quando o helicóptero pousou e ele desembarcou sob o som das pás cortando o ar, a energia do evento de te

va Helena Duarte. Ela vestia um terninho de corte impecável, azul-marinho, e os cabelos castanhos estavam presos em um coque baixo, austero e elegante ao mesmo tempo. Caio sentou-se na primeira fila, cruzando as pernas e permi

or uma sala de reuniões fechada e estéril. Ele queria o espetáculo. Queria que o mercado visse o momento em que a DuarteTech se ajoelharia diante do Grupo Moretti. Q

entes, gostaria de formalizar o que o mercado já sussurra. O Grupo Moretti depositou esta manhã uma oferta final e definitiva pela DuarteTech. É um valor que não apenas reconhece o traba

bilionária. Ele esperava o protocolo da capitulação. No entanto, o que encontrou foi o silêncio. Helena Duarte não se mexeu. Ela não desviou o olhar, não consultou advogados próximo

o ou intimidação. - Mas ele esquece que o oceano, apesar de vasto, é frequentemente barulhento e destrutivo. A DuarteTech não é um navi

ração no maxilar. O sorri

uarteTechs. Ninguém em sã consciência recusaria a oportunidade

era mais baixa que ele, mas, naqu

suor de cada um dos meus desenvolvedores, pode ser traduzido em dígitos numa conta em Zurich. Minha empresa não é um ativo de liquidação. Ela é a minha extensão. E, pelo que vi da f

erigosa. - E o mercado não perdoa o emocionalismo. Amanhã, suas ações vão r

nos dele com uma intensidade que o fez, pela primeira vez em anos, sentir um desconforto térmico sob o paletó caro. - Mas há algo que o seu dinheiro nunca sentiu o cheiro, e isso se chama integridade.

no meio da primeira fila, transformado de predador em espetáculo. Ele sentiu o calor subir pelo pescoço. Não era apenas a rejeição; era a forma como ela o ha

elosamente, percebendo a

tentando se aproximar... Q

os olhos fixos na porta por

entificar - talvez raiva, talvez uma curiosidade mórbida - começou a queimar. Ele estava acostumado a vencer pelo cansaço ou pelo excesso, mas Helena Duarte acabara de lhe mostrar que h

do era apenas uma questão de quantos zeros se colocava no papel. Helena, com sua recusa pública e glaciar, havia acabado de sugerir que ele possuía o preço de tudo, mas o valor de absolutamente nada. A humilhação ardia, mas o desejo de ver aquela mulher se render sob sua vontade era ag

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