/0/18441/coverbig.jpg?v=f32326836a9ffb21cf27ea8ed0092752&imageMogr2/format/webp)
. A floresta era densa, escura, árvores altas se inclinavam como testemunhas silenciosas enquanto Kaya corria, sentindo os pés afundarem na lama fr
undo, que fazia seus ossos tremerem e p
z saiu fraca, eng
! Alguém
sde o momento em que seus pulmões começaram a queimar e o medo se alojou em seu peito como algo impo
lua grande e brilhante cheia, observava tudo de cima, indiferente, como se pouco se importasse com o terror que a garota vivia. O lobo
tiu o impacto antes de ver, sentiu o peso esmagador, o calor da respiração próxima ao seu pescoço, o cheiro forte de sangue e selvager
deu um solavanco no exato momento em que seus olhos se abriram, e seu corpo estava tenso, com os dedos cravados no tecido da po
e um ônibus de viagem, o zumbido constante do motor e o cheiro mi
a surgir. Respirou fundo, passando a mão pelo rosto pálido, ainda sentindo o go
mesma, antes de olhar novam
estrada, grande e enferru
o a São V
observou enquanto o ônibus diminuía a velocidade, entrando pela estrada principal, e as construções surgiam aos poucos: sítios, casas antigas, fa
sar por um posto de combustível e ver um grupo de jovens,
, bela ad
olhos por um instante, respirando fundo, enquanto atrás dela Nilufer se remexia no assento
delicadas, acessórios meigos, cabelo preso de forma elegante, tudo para impressionar
a voz baixa, controlada demais para algué
um som curt
ormia. Combina com esse visual depressivo. E
o natural para isso, palavras eram chamas em sua boca, sempre prontas para queimar onde mais doía. Mas o gosto ruim voltou com força, ama
m batidas profundas que vibravam em seu peito. Seu refúgio era sempre, se isolar. Olhou novamente para a cidade. São Veridiano se revelava pouco a pouco, pesso
araíso do julgamento alheio. Não tinha um
cretas pendiam do pescoço e anéis diversos adornavam seus dedos. Seu estilo não era um pedido de atenção, estava mais
encaixar, e nunca fo
A mente voltou, involuntariamente, ao sonho. Ela visualizava o lobo, perfeitamente. A forma como ele a perseguiu, não com pressa, mas como quem sabia exa
um chiado alto. A
nciou a mãe delas
sico, como se o ar estivesse mais denso ali fora. Ela não acreditava em destino, muito
ntido, satisfeito. Nilufer adorava mudanças, novas chances, novas plateias para seu teatro de perfeição. Para Kaya, aquilo era apenas m
ômago r
ssível...
lhe lembrava da floresta, do lobo, do sonho... Um arrepio subiu por seu corpo, fazendo-a encolher os ombros
egetação, entre as árvores ... Ela colocou as mãos nos bolsos da blusa de moletom, com os dedos tre
não era apena
/0/18441/coverbig.jpg?v=f32326836a9ffb21cf27ea8ed0092752&imageMogr2/format/webp)