A Esposa Fugitiva: Nunca te Perdoarei
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a vez incendiou um quarteirão inteiro só por
roa gelada de São Paulo, vestindo na
hos que mantêm meu irmão em coma vivo, ameaçando matá-l
gulo meu orgulho e confes
tresse é
o, manchando a neve branca e
nem
ara consolar sua amante chorosa, me deixand
e me ensino
mulher que zombou de mim, mesmo
a porta para impedir a entrada dos
que me restava em uma vala comum enquanto
ele enche a casa de lírios,
io assinados na cama, pego um punhado d
de, serei um fantasma que e
ítu
e porque um rival olhou para mim de um jeito torto - era agora quem me força
istano castiga
os na fina camada branca que cobria o pá
ousava
lo estava de
o, conhecido no submundo como o
que a casa onde cresci, parecendo em ca
um tablet na
a luz azul fantasmagórica em
ansmissão ao vivo de
ado ali, o silvo rítmico do
ava sobre o cabo de ener
erdade, Elena
desprovido do calor que cost
ameaçou
ei par
em um beco, lutando como os pivetes
e aco
me m
oroou su
mo se eu fosse algo em
ssurrei, meus dentes bate
tocou
vídeo agarr
untar de novo
cou o r
inutos de oxigênio residua
- implorei, meu org
na, mas ele recuou como
toque - e
onf
i em
ele trouxe pa
inhas origens humildes no
a empurrei, quando ela trop
não importava
ela imp
er por causa d
s palavras com gost
u a ameacei. Eu que
m sinal par
se afastou
para mim c
decepção, Ele
realidade
e cortante rasgou
erente de tudo
agarrando m
inhas pernas, manchando a neve imac
e - en
u para o
essão nã
deu as
a frente - ordenou
no Quarto d
bebê! - gritei, este
pa
do ombro, seu
teja acontecendo, v
ção ao calor da casa o
me arrastar
rganta sangrar, mas o Prínci