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O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele

Capítulo 3 

Palavras: 641    |    Lançado em: 05/01/2026

lo e lama cinzenta, um frio cortante que encharca

da família Vitiello se erguia contra o céu

do calor climatizado

ma tapeçaria de hematomas da cozinha, meus pulmões ruidosos com o

ndo a janela apenas um centímetro para que sua voz pa

o de cascalho esmagado e, hoje, espalhado com brasas quentes que ele ordenara a se

e", dis

apertando meu peito. "Dante,

desligo a bate

u o contr

sturando-se com o frio cortante da chuva. O calor das brasas irradiava p

i a me

podia sentir o cheiro acre da minha própria pele queimando. O sangue s

e. Sofia estava no banco do passageiro, rindo de algo em seu celular. Ela segu

ticulando vagamente para mi

seu rosto uma máscara de pedra. "Cães

ei rast

-clique-

nha única companhia. Concentrei-me no

eram carne desfiada. Minhas pa

te de trás do meu pescoço com um aperto de torno e bateu

ra

meu rosto, misturando-se c

s", ele sibilo

lucei contra a pe

s al

, minha voz rasgando c

contra o túmulo, uma boneca

do a mão em um lenço de seda. "

de um olho inchado, a v

de Sofia enquanto ela saía do carro, pisando delicadamente sobre meu sangue co

e eu ainda possuía apesar da bomba de

audível sobre a chuva. "Nós devería

ábios. "Você já fez o planejamento. As flores, o local, a m

porta do car

voltar a pé

eitada no túmulo dos meus pais, a chuva lavando meu sangue, percebendo

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O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele
O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele
“No nosso quinto aniversário, em vez de um anel, eu dei a Elena uma sentença de morte. Eu acreditava que o pai dela tinha matado o meu. Então, passei cinco anos fazendo-a se apaixonar por mim apenas para destruí-la. Eu a troquei por Sofia, a mulher que eu achava que tinha doado seu rim para me salvar. Eu arranquei a dignidade de Elena, a forcei a rastejar sobre brasas quentes e a tranquei em uma câmara fria até seu coração artificial parar. Ela morreu sozinha na lama, desligando os próprios aparelhos para escapar de mim. Foi só quando vi o corpo dela na mesa de autópsia que descobri a verdade. A pele de Sofia era impecável. Era Elena quem tinha a cicatriz. Elena me deu seu rim. Elena me salvou enquanto eu a destruía. Destroçado pela verdade, cravei uma faca no meu próprio peito para me juntar a ela no inferno. Mas eu não morri. Acordei dez anos no passado, de volta ao ensino médio. Pensei que Deus me deu uma segunda chance para consertar tudo. Eu salvei o pai dela. Abri o caminho para o nosso amor. Caminhei em sua direção no pátio da escola, pronto para ser o herói que ela merecia. Mas ela não me olhou com amor. Ela me olhou com pavor absoluto e gélido. Eu não fui o único que se lembrou da vida anterior.”