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O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele

Capítulo 4 

Palavras: 682    |    Lançado em: 05/01/2026

são Vitiello era um mar de smok

ançando uma luz dourada que parecia abrasiva e

ue se misturava com as sombras, segurando uma bandeja d

biam quem eu era. Eles sussurravam atrás das mãos, seus olhos d

r", uma mulher sussurrou alt

e a deix

comida", respondeu o marid

mo um parasita. Ela estava usando o *meu* vestido. O Sandro Ba

sguia, mas ela o usava com um o

e Dante trovejou, silencia

m uma máscara de adoração. "À minha salvadora. A mulhe

u* lhe dei a vida. *Eu* fiquei naquela cama de hospital por meses e

te", disse Dante. E

riu. Dentro estava a Esmeralda da Sicília - um c

u pescoço dois anos atrás, jurando

volta do pescoço dela. "Finalment

ndo de cobiça. Ela olhou para mim do ou

a eles, minhas perna

dilhando a grande esmeralda

disse, min

tem um tipo sanguíneo compatível com o de Dante. Como meu coração ainda está tão... frágil por

icou em

lampejo de algo - confusão? - em seus olhos.

tom se tornando cruel. "Mas você não tem um para da

he as cicatrizes, mostrar-lhe a máquina que me mantinha viv

e dar, Dante", eu disse sua

"Eca, saia de perto de mim. Você

e emp

, com vista para o lago da propriedade. Eu cambaleei para trás, perde

c

Atingi a superfície com um r

ca. A pesada bateria do meu DAV me puxo

salão de festas brilhavam

ão n

stava quieta. Não havia dor

torrente de bolhas. Fechei os olhos e, pe

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O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele
O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele
“No nosso quinto aniversário, em vez de um anel, eu dei a Elena uma sentença de morte. Eu acreditava que o pai dela tinha matado o meu. Então, passei cinco anos fazendo-a se apaixonar por mim apenas para destruí-la. Eu a troquei por Sofia, a mulher que eu achava que tinha doado seu rim para me salvar. Eu arranquei a dignidade de Elena, a forcei a rastejar sobre brasas quentes e a tranquei em uma câmara fria até seu coração artificial parar. Ela morreu sozinha na lama, desligando os próprios aparelhos para escapar de mim. Foi só quando vi o corpo dela na mesa de autópsia que descobri a verdade. A pele de Sofia era impecável. Era Elena quem tinha a cicatriz. Elena me deu seu rim. Elena me salvou enquanto eu a destruía. Destroçado pela verdade, cravei uma faca no meu próprio peito para me juntar a ela no inferno. Mas eu não morri. Acordei dez anos no passado, de volta ao ensino médio. Pensei que Deus me deu uma segunda chance para consertar tudo. Eu salvei o pai dela. Abri o caminho para o nosso amor. Caminhei em sua direção no pátio da escola, pronto para ser o herói que ela merecia. Mas ela não me olhou com amor. Ela me olhou com pavor absoluto e gélido. Eu não fui o único que se lembrou da vida anterior.”