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O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele

Capítulo 2 

Palavras: 713    |    Lançado em: 05/01/2026

nsão de aço inoxidável e mármore frio, uma pais

dona da casa. Eu

u Sofia, empurrando a ti

antes de tombar na beirad

nuas. O calor era lancinante, mas eu não vacilei. Por

eira da ilha, lendo um jornal, sem nem mesmo olhar para

ajoe

bateria pesada arrastando o cós do uniforme

-clique-

ala, além do raspar

pedaço",

salto alto descendo c

re encher minha boca. Ela moeu o salto nas minha

ele com olhos grandes e inocentes. "Ela

- a mulher que ele acreditava ter salvado sua vida

a em duas passadas predatórias e e

encolhi em uma bola, agarrando meu lado onde o tubo entr

ra ela com desrespe

s, me arrastando pelo chão.

es dos retratos de seus ancestrais, até o porão. Ele chutou a pes

tirou pa

ingiu instantaneamente. Não era apenas frio; era uma agressão física. Minha circulação já era r

que se chocavam. "A bateri

mão na maçaneta. "Pense no

u. A escurid

contra o peito em uma tentativa fútil de

a. Vi Dante de três anos atrás, sentado ao lado da minha cama

a o mundo por

o, e eu era a bruxa

mbido-clique-zumbido* da bomba do meu coração começou a d

Bip.

de bate

hos, acolhen

Uma luz forte inundou o local. Um g

a cima. Sofia cortou o dedo.

seguia andar; minhas pernas eram bloc

um pequeno band-aid no dedo indicador de S

violentamente no chão, meus l

perguntou ao guarda,

ouco,

Vamos para o hospital só por seguranç

u por cim

astarem. Tirei meu celular do bolso com os dedos rígi

ias re

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O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele
O Arrependimento do Don: Ela Salvou a Vida Dele
“No nosso quinto aniversário, em vez de um anel, eu dei a Elena uma sentença de morte. Eu acreditava que o pai dela tinha matado o meu. Então, passei cinco anos fazendo-a se apaixonar por mim apenas para destruí-la. Eu a troquei por Sofia, a mulher que eu achava que tinha doado seu rim para me salvar. Eu arranquei a dignidade de Elena, a forcei a rastejar sobre brasas quentes e a tranquei em uma câmara fria até seu coração artificial parar. Ela morreu sozinha na lama, desligando os próprios aparelhos para escapar de mim. Foi só quando vi o corpo dela na mesa de autópsia que descobri a verdade. A pele de Sofia era impecável. Era Elena quem tinha a cicatriz. Elena me deu seu rim. Elena me salvou enquanto eu a destruía. Destroçado pela verdade, cravei uma faca no meu próprio peito para me juntar a ela no inferno. Mas eu não morri. Acordei dez anos no passado, de volta ao ensino médio. Pensei que Deus me deu uma segunda chance para consertar tudo. Eu salvei o pai dela. Abri o caminho para o nosso amor. Caminhei em sua direção no pátio da escola, pronto para ser o herói que ela merecia. Mas ela não me olhou com amor. Ela me olhou com pavor absoluto e gélido. Eu não fui o único que se lembrou da vida anterior.”