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A noviça e o lobisomem

Capítulo 4 O primeiro fôlego de liberdade

Palavras: 661    |    Lançado em: 07/01/2026

foi simbólico: levou a mão ao pescoço, retirou a corrente com o crucifixo e abriu uma

nte amava - o pingente de lobo uivando para a lua. A única lembrança que acr

er que a acompanhava des

umbira ao impulso de revelar a verdade - contid

o e tocou o pingente com carinho. Al

e, por fim, dobrou a roupa de noviça: o vestido azul-marinho, o avental cinza. S

para o grande quadro de Jesus Salvador acima da cabeceira da c

mais volte para este lugar. Tenho um dom, mas não tenh

ala da madre superiora. Antes de entrar, teve o cui

Representa sofrimento. Respeito... ma

estou pron

tal? - perguntou Lúcia. - Part

ndi nos livros. Já é hora de conh

ça de que a jovem retornasse, su

ina. A vida aqui é pacata... melhor

iu com o olhar. Não d

inte anos e sei exata

da. Tchau, ma

lo na própria face, enquanto observava as duas se afastarem

ber que Cândida estaria s

o, Cândida inspirou profundamente o ar da

berd

quanto Frieda pedia cuidado pa

, pensou. Está provand

tou-se para o edifício de pedras,

oltar. Não tenho v

a mente como uma lâmina: Hitler. Tudo o que ele era capaz

dade - eu entendo você. Cresceu aqui d

. Quero conhecer nosso estado... e, s

e a mulher mais

bida. Mas pense com calma... se um

he o rosto e seg

la rua. O vento levou suas pa

eu não vo

e, ao mesmo te

inda est

não dormem

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A noviça e o lobisomem
A noviça e o lobisomem
“Em 1820, uma bebê é deixada na roda dos enjeitados de um convento no Rio Grande do Norte, carregando no pescoço um colar com o símbolo de um lobo uivando para a lua. Criada entre orações, silêncio e muros sagrados, Cândida cresce acreditando que seu destino é servir a Deus - até sentir, no fundo da alma, que foi feita para algo maior. Ao deixar o convento pela primeira vez, já adulta e ainda noviça, Cândida descobre que o mundo fora das paredes religiosas pulsa com perigos, desejos e verdades proibidas. Dentro dela, um poder antigo desperta, ligado a um passado que lhe foi ocultado e a uma linhagem marcada por sangue, traição e profecias. Enquanto forças sombrias se movem nas sombras e um inimigo ancestral a procura, Cândida cruza o caminho de um lobisomem amaldiçoado por sua própria natureza - um homem dividido entre o instinto e a razão, carregando feridas tão profundas quanto as dela. Entre a fé e a selvageria, a promessa e a perdição, nasce um amor impossível. Um vínculo capaz de libertar ou destruir reinos inteiros. Porque algumas mulheres não nasceram para o altar... nasceram para a lua.”