A noviça e o lobisomem
que o próprio bairro. Não era grande, mas tinha algo sólido, quase ancestral. Assim que cruzou
o lugar a
Frieda, empurrando o port
vagem, a terra escura, o cheiro de folhas e madeira. O ar
, com um sorriso aberto
va algo que sempre soubera: Cândida jamais pertencera às paredes
rar
molduras de madeira escura, cortinas claras que deixavam o sol entrar sem p
do o corredor. - Pode ficar à vontade. Aqui v
s olhos marejarem sem s
a pequena estante vazia, como se estivesse esperando por ela. Ao
spirou
Seja o que for
uecer sob o vestido. Instintivamente, levou a mão ao peito.ho... -
as, riram, falaram sobre coisas banais - o clima, a cidade, o tempo qu
o? - perguntou Fr
ziu o cenho. - Ultimame
pertou o
com
uma sensação de... espera. Como
ue se seguiu
disse Frieda, por fim. - Às vezes, s
ançando sua luz prateada pela janela aberta. Ela tentou fechar os olh
ão, s
conhecia. As árvores eram altas, antigas. O ar vibrava. Hav
inhava
ou. Não soava como am
ofegante, o co
tava quente c
entre as árvores. Um vulto grande, ferido, respirando com
se
stava
onge da
erto do
xo pela noite - tão dista
spondeu, s