O DUQUE DE BLACKMOOR
aquela tarde de que
, como se fosse algo esperado desde o momento em que Helena cruzara os portões de Blackmoor. Ainda assim, sentiu
e a senhora Ellison, com a voz baixa e respeitosa. - Pedi
eu os olhos
alqu
entiu com um lev
ente com
os no armário, ela pergunta sobre de quem era
, voltando-se para a governanta.
ison assentiu
uesa de Blackmoor. Fal
ntes de fazer a
ra o qua
morou um instan
eparado para recebê-la. Poucas co
ardava apenas silêncio, mas memórias. E que ocupar aquele espaço não era um gesto casual
u até o amplo armário que até ent
. Não eram roupas pensadas para impressionar, mas para represe
a parecer uma convidada deslumbrada, tampouco alguém deslocada. Havia algo naqu
a e por poucas velas. Raphael já se encontrava à mesa. Levan
oz grave e tranquila. - Espero qu
spondeu ela, após um breve
. Ele indicou o lugar à sua frente, aguard
el observava mais do que falava. Helena percebeu que cada gesto dele era medido, c
em quebrou
er uma perg
os talheres
Cl
ustentou
tar algo mais
gueu o olh
des
. era amigo
por hesitação, mas por respeito à pergunta.
E o respeitava dentro dos l
ziu levemen
isso que me trou
u o olhar dela,
penas p
e então ele continuou
uas escolhas. Ao agir como agiu, deixou uma esp
rregavam julgament
o - completou. - Mas a ausência também
lquer acusação. Raphael não falava como alguém que con
- concluiu ele. - Mas não considerei justo
plicação. Era
. Ainda assim, sentiu que havia ultrapassado um limite invisível
m, Raphael inclinou
te, senho
noite,
não era apenas um lugar de passagem. E que Raphael Alastair Mo
, Helena fechou a
deveria - não pelas respostas que rec
o improvisa. Como um homem acostu
Blackmoor, Helena compreendeu que su
o, algo já havia sido
ser explicada. Havia noites em que o silêncio a sufocava mais do que qualquer palavra dita
movimento sutil no jardim, uma sombra mal definida entre as árvores. Helena conteve a respiração, tentando dis
ço, talvez o luto distorcendo seus sentidos. Ainda assim, ao deitar-se, c