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O DUQUE DE BLACKMOOR

Capítulo 3 NOITE SEM RESPOSTAS.

Palavras: 991    |    Lançado em: 11/01/2026

aquela tarde de que

, como se fosse algo esperado desde o momento em que Helena cruzara os portões de Blackmoor. Ainda assim, sentiu

e a senhora Ellison, com a voz baixa e respeitosa. - Pedi

eu os olhos

alqu

entiu com um lev

ente com

os no armário, ela pergunta sobre de quem era

, voltando-se para a governanta.

ison assentiu

uesa de Blackmoor. Fal

ntes de fazer a

ra o qua

morou um instan

eparado para recebê-la. Poucas co

ardava apenas silêncio, mas memórias. E que ocupar aquele espaço não era um gesto casual

u até o amplo armário que até ent

. Não eram roupas pensadas para impressionar, mas para represe

a parecer uma convidada deslumbrada, tampouco alguém deslocada. Havia algo naqu

a e por poucas velas. Raphael já se encontrava à mesa. Levan

oz grave e tranquila. - Espero qu

spondeu ela, após um breve

. Ele indicou o lugar à sua frente, aguard

el observava mais do que falava. Helena percebeu que cada gesto dele era medido, c

em quebrou

er uma perg

os talheres

Cl

ustentou

tar algo mais

gueu o olh

des

. era amigo

por hesitação, mas por respeito à pergunta.

E o respeitava dentro dos l

ziu levemen

isso que me trou

u o olhar dela,

penas p

e então ele continuou

uas escolhas. Ao agir como agiu, deixou uma esp

rregavam julgament

o - completou. - Mas a ausência também

lquer acusação. Raphael não falava como alguém que con

- concluiu ele. - Mas não considerei justo

plicação. Era

. Ainda assim, sentiu que havia ultrapassado um limite invisível

m, Raphael inclinou

te, senho

noite,

não era apenas um lugar de passagem. E que Raphael Alastair Mo

, Helena fechou a

deveria - não pelas respostas que rec

o improvisa. Como um homem acostu

Blackmoor, Helena compreendeu que su

o, algo já havia sido

ser explicada. Havia noites em que o silêncio a sufocava mais do que qualquer palavra dita

movimento sutil no jardim, uma sombra mal definida entre as árvores. Helena conteve a respiração, tentando dis

ço, talvez o luto distorcendo seus sentidos. Ainda assim, ao deitar-se, c

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