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O DUQUE DE BLACKMOOR

Capítulo 4 O SILÊNCIO E A FEBRE

Palavras: 1005    |    Lançado em: 11/01/2026

u redor. Tentou se sentar, mas a vertigem a obrigou a apoiar-se na cabeceira da cama. O ar pareci

Avançou alguns passos em direção à porta, apoiando-se no aparador, quando as forças lhe faltaram de vez. O vaso de po

controu, caída, a pele ard

perceber a febre intensa. -

do suficiente para

is. Bastou um olhar para compreender a gravi

sim, desmaiada. A f

inesperadamente íntimo. O corpo dela parecia leve demais, frágil demais contra o dele. Helena abriu os olhos por um insta

demorou-se mais do que o necessário em seu rosto pálido, nos lábios entreabertos, na vulnerabilidade exposta. Não havia a

a estranha e perturbadora certeza de que não estava apenas d

alavras, mas pulsava no peito do Duque com força

desespero enquanto os minutos passavam e o médico não chegava. Ele caminhava pelo quarto como um animal enjaulado, as

e o médico viria em breve. Mas nada parecia aliviar aquela tensão. O Duque mal a ouvia; sua atenção estava inteirame

a de imediato. A porta se abriu, revelando o Dr. Robert, ainda ajeitando o casaco, o semb

qualquer pergunta, numa tentativa de acal

u que Judith permanecesse para auxiliá-lo. Antes de sair, o Duque lançou um último olhar a Helena, demorando-se mais do

nando-a, verificando sua temperatura, sua respiração, murmurando orientações a Judith

m é a

r um instante antes

tor. Ela é ape

e. Encostado à parede, os pensamentos em desordem, ele sentia que, ao fechar aquela porta, havia deix

uase cruel, interrompido apenas pelo eco distante de passos e pelo bater inquieto de seu próprio coração. Seus olhos, porém, foram atraídos

imo do seu ser. Todas as dores que ele acred

perdeu. Sophia havia morrido ali, naquele mesmo quarto para o qual Helena agora

olhar pesado, as palavras que ele nunca esqueceu. Seu corpo reagiu como se

ue agora o consumia era menos pela vida de Helena e mais pela ameaça de reviver a própria ruína? Mais q

olhos por um instante, apoiando-se na parede fria do corredor, temendo que, a qualquer momento, a porta se abrisse novamente

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