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O DUQUE DE BLACKMOOR

Capítulo 5 O PASSADO DE BLACKMOOR

Palavras: 1191    |    Lançado em: 11/01/2026

espiração ainda irregular de Helena. Pouco a pouco, a febre começou a ceder. O calor intenso deu lugar a um suor frio, sinal

ias com a água , panos úmidos e os frascos utilizados pelo médico. Seu semblante era de

udo aquilo nos braços, cruz

te, atento demais para não p

endo? - perguntou, a

u os lábios, como se escolhe

para vê-lo. É melhor que

el não fez mais perguntas. Seg

com gestos metódicos. Ao ver o amigo entrar, ergueu o olhar, séri

om sinal - começou. - Mas ela

ama, sem tocar Helena, co

cas de um sofrimento prolongado, acredito eu, pelas olheiras, noites sem descanso... isso enfraquece qualquer pessoa.

es de o Duque falar, a voz

Pierre, você o conhece Robert. Não se fala

a sob uma nova luz. A surpresa foi evidente. Ele não disse nada de imediato, mas sua expressão denunciava uma

u por fim. - E fique tr

om firmeza. - Nada disso deve sair de

cerrar, respirou fundo, como quem

as palavras com cautela. - Algo que exige atenção redobrada e c

ntindo o peso daquela fras

uer dizer

ente, mantendo o olhar sério,

ue soube: a verdadeira pr

s, como se buscasse forças para prosseguir. Havia c

fim, em voz baixa. - Algo

pé, o corpo rígido,

a. De poucas semanas,

a frase demorasse a alcançá-lo. Quando finalmente compreendeu, sentiu as pernas cederem. Caminhou alguns passos vacilante

nuou o médico, com pesar

adequados, o desgaste físico e emocional... tudo

, as mãos pressionadas contra o rosto. Era como se o mundo tivesse se partido novamente diante dele. Aquelas pala

ivesse retornado para c

m pesar profundo que ele não ousava nomear. Não era apenas pela criança que não viveria. Era por Helena, por tudo o qu

aquele momento. Sabia que não havia palavras

que compreendeu que aquela história estava longe de ser apenas um acaso. Algo ma

neceu ali por

pre oculta, voltava a sussurrar em sua consciência - não como acusação direta, mas como um peso constante, impossível de af

turando-se à de Helena, frágil, lutando para sobreviver. Duas dores distin

la também, mesmo sem compreender plenamente o lugar que ela começava a ocupar em sua vida. Não era amor, aind

elas janelas, ele ainda estava ali. Não dormira. Não se movera. Apenas

ependimentos, o Duque compreendeu que alguma

gredo sobre Helena - um segredo que nem mesmo ousava nomear. Estava enterrado em seu inconsciente, onde a culpa se disfarçava de silêncio, mas ainda assim o condenava. Cada

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