Entregue: Sua Nova Esposa
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ital estéril, enquanto meu noivo, Daniel, consolava sua "
do nosso filho porque Sofia era "d
secando as lágrimas de crocodilo dela,
eiro e minha vida por ele, apenas pa
de volta ao balcão do cartório, co
é, impaciente, c
a ligou. Ela está tendo u
mido e obedecido, desesp
expressão fria e calculad
direção à porta. "Eu cuido da papelada.
lhar para trás, aliviado po
cial, eu não escrevi meu pr
ação cheio de vingança,
stá legalmente casado co
lmente, es
ítu
RA
nha, esquecida, depois de anos sacrificando tudo pelo homem que agora batia o pé, impaciente, ao meu lado. Daniel Chagas, meu suposto noivo, olhou para mi
mesma tensão que se tornara seu estado padrão sempre que Sofia estava envolvida. "Já
alegria, não com essa determinação fria e calculada. Aquela Laura teria gravado seu nome com reverência, vendo-o como o portal para um futuro compartil
irmã de criação divorciada, Sofia, durante um ataque de ansiedade inventado. A memória era uma ferida fresca e aberta, mesmo agora. A negligência fria espelhava o aço frio da m
us olhos, o fantasma de uma vida não vivida. Ele nunca notava nada que não estivesse diretamente relaci
minha palidez representava para sua agenda, para sua necessidade de correr para o lado de Sofia. Eu lhe dei um murmúr
mportante isso é para a mamãe e o papai, e para... bem, para a Sofia." Ele olhou para o celular, que acabara de vibrar com outra mensagem. Sua testa se franziu, seu rosto boni
constante do poço de atenção de Daniel. Eu a vi em minha mente, seus olhos grandes e inocentes, seus lábios carnudos, sua mão perpetuamente agarrada ao braço dele.
tocou meus lábios. Uma ideia, fria e b
reendentemente calma, "talvez vo
car minha falta de compreensão, agora continham um brilho de surpresa, depois alívio
untou, um tom esperançoso e
ita para a liberdade. "A Sofia precisa de você. Isso é importante também, mas a família vem em primeiro lugar, certo? Especialme
O toque era uma concha vazia, desprovida do calor que eu um dia desejei. "Eu vou só acalmá-la. Prometo, volto e
ensaiado que ele usara inúmeras vezes. Só você e
estranha onda de pena, rapidamente suprimida, me invadiu. Pena do homem que caminharia de cabeça p
a melhor, Laura. Sério. Tão compreensiva." Ele fez
isse nada. O que havia para dizer? Discutir com um fantasma? Lutar por um amor
, deixando-me sozinha, a caneta ainda na mão. Respirei fundo, o ar viciado enchendo meus pulmões, e então soltei lentamente o
e surda de um corpo desistindo. E a voz de Daniel ao telefone, baixa e preocupada, mas não por mim. "Sofia, meu bem, apenas respire. Estou chegan
a minúscula e lutadora, não conseguiu sobreviver. Ele não estava lá para segurar minha mão quando a dor, física e emocional, ame
bagunçou o cabelo do menino, um gesto displicente. "Sua tia Sofia é delicada, filho. Ela precisa mais de mim." E então ele olhou para mim, uma acusação silenciosa em
vida, esta segunda ch
e não tremia mais de tristeza ou saudade, risquei meu próprio nome na seçã
a Ro
cionária que esperava, um sorriso discreto,
calma, totalmente desprovida da tempes
cansados, mal olhou para o papel. Ela o pegou,
di, a palavra com
ditas e esperanças não realizadas, havia se dissipado. Tinha sumido. Substituído por uma leveza que eu não sabia que existia. O mundo parecia mais brilhante, as cor
s enormes e cheios de lágrimas, agarrada a Sônia Chagas, a mãe de Daniel. Sônia, que dizia amar nós duas, mas cujo olhar sempre se suavizava para Sofia, cuja voz sempre assumia um tom açucarado quando falava com ela. Sofia sabia como interpretar o
Ele olhou para a carta, depois para mim, uma expressão indecifrável em seu rosto. Mais tarde naquela noite, Sofia teve um 'ataque de asma' particularmente violento, seu corpo pequeno sacudido por tosses teatrais, seu rosto
a é tão exigente. Você não pode... não pode adiar a faculdade de direito por um ano ou dois? Só até estarmos mais estáveis?" Suas palavras, revestidas de preocupação, pareciam um cobertor sufocante. Eu o amava então, tola e cegamente. Acreditei
eu um dia pensei que queria. Eu ia para São Paulo. Eu ia para a faculdade d