Meu marido, meu inimigo
A B
ameaçada. Além dos meus pais já estarem falando em c
s me seguindo pela cidade. Eu já estava reclamando da quantidade de guarda-costas que eu tinha, com o t
era a mensagem, mas era óbvio que o mentor do ataque a enviou. Poderia ser minha arqui-
ma dessas pessoas, mas não acho que ela fosse ousada o suficiente para fazer isso quando
uem pod
ente não me deixaram ficar nos Estados Unidos. Fo
u costumava sentar perto desta janela e desejar que minha vida fosse melhor e que eu pudesse viajar pelo
us familiares já teriam ido para seus respectivos quartos ou se reunido em al
do nos arbustos. Havia um jardim perto da minha janela. Tentei focar a visão
nos arbustos, rapidamente cobri minha boca para n
a cobrindo o rosto, o que me impedia de ver direito. Ela apontou dois dedos para mim como se
mesmo segurança aqui? Como diabos tudo isso estava acon
ar, corri es
ãe! - gritei,
disse minha mãe, preocupad
ai perguntou, pegando minh
para a América. P
para isso. Quando e por que todos os meus parentes vieram aqui? Chamei pelos meus
timos, certo? - perguntou m
deveria voltar para os Estados Unidos porque lá eu tive paz e ninguém estav
se case com alguém de uma família respeitável.
ocês me deixarem voltar para
la nisso - disse
tempo. Jessie levantou as mãos em sinal de rendição. Isso er
seus quartos. Eu não poderia estar mai
e muito. Seu pai e eu não deixaríamos nada acontecer com você - minha mãe disse, enqua
que estavam recebendo ameaças apen
nversamos mais ama
me de que a janela estava bem fechada, de forma que ninguém pude
os olhos. Eu estava paranoica, mas não conseguia evitar. Quem quer que fosse o responsáve
i-me da cama para pegar uma bebida
as mensagens das minhas amigas.
ada; meus problemas continuariam lá. Apenas um dia na Itália...
. Por mais que eu não quisesse estar na Itália, ao mesmo tempo, não ia deixar ninguém me assustar. E
ama. Para lutar, preciso de força, e
outro dia
a Blanc nã