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O CEO rabugento e a filha da empregada

Capítulo 2 Ivy

Palavras: 1156    |    Lançado em: 19/01/2026

Narr

nho vinte e seis anos e s

ma, título ou reconheciment

recisei. Sempre soube que, se quisesse ser alguém na vida, ninguém faria isso por

já cozinhava em casa. Não por hobby, não por diversão, por necessidade. Minha mãe trabalhava for

sa na mesa da cozinha. Da panela de feijão borbulhando enquanto eu ajudava Irina

ida inteira, nunca reclamou, nunca se fez de vítima. Talvez

os completamen

om uma vida de luxo, mas nunca quis lutar por isso. Enquanto eu trabalhava, estudava e

é casada c

m que n

bom feitor que ela ajuda a sustentar. E o pior? Ela permit

já me disse uma vez. - Iss

a s

mãe trabalha até hoje. E ning

ias. Palavras duras. Silêncios longos. Mas cada uma seguiu

colhi

ando à noite, dormindo pouco e sonhando muito. Cada prato que eu cria

, tomei a decisão mais difí

l. Precisava de distância. De espaço. De um lugar onde eu não foss

ser s

orriso cansado e os olhos cheios de orgulho. Eu nunca mais volte

iz, filha - ela disse,

u s

ela é minha forma de agradecer por tudo. Cada pr

não foi feita s

fui

, mas o peso do nome era enorme. Foi lá que conheci meu ex-chefe. O

paixo

os foi o qu

rou noivado. Noivado virou mudança. E, quando percebi

mu

o. Controlado

ando demais na co

ha. - eu respondia, te

fique se exibindo

. Depois, veio o medo. As discussões aumentaram

e eu c

ei o n

não ac

que criei coragem e acionei a polícia. Quando ele perce

di de

rrada. Mas porque p

foi a melhor de

omado quanto o anterior. Recomecei do zero. Sem olha

inha vida pl

tamento. Financiado, sim. Mas meu. Tenho meu carro.

tenho foi cons

o imp

it

homem nenhum pra existir. Não preciso de luxo emprest

prato que exigia atenção absoluta. O nome da minha mãe piscou na tela

nteceu alg

ixa, cansada. - Não é nada simples, eu tô doente

tei no balcão da cozinha, respiran

Por que não m

queria te

rodeios: minha mãe estava doente e precisava de mim. Ele foi compreensivo, pediu detalhes, desejou melhoras e me concede

minha cidade natal. Cem quilômetros pareceram etern

o sério de vez: minha mãe estava trabalha

s, entrei no carro e

a, mas ainda tentando manter a postura. Ela me viu e abriu os braços antes mes

u disse, com a voz embargada. -

le sorriso teimoso qu

ixar o sr. Charle

di: aquela batalha

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