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O CEO rabugento e a filha da empregada

Capítulo 3 Ivy

Palavras: 1215    |    Lançado em: 19/01/2026

Narr

gi devagar, observando cada rua conhecida, cada esquina que fazia parte da minha infância

istura de chá de canela, sabão em pó e lembranças boas. A casa estava exatamente

s claras que deixavam a luz entrar suave no fim da tarde. Era como se eu nunca tivesse ido embora. Co

a? - perguntei, enquanto dei

ele jeito resignado q

capas de

sa alguma. Irina sempre preferiu aparecer p

pedi, tentando manter o tom

- ela pediu, com a voz

utomati

ro qu

que ela gostava, deixando o aroma se espalhar pela casa. Enquanto o caldo cozinha

e fez engolir em seco. Sentamos juntas e jantamos conversando sobre coisas leves. Nada de doenças, médicos o

ltei para a sala. Peguei a mão da minha mãe e a conduzi até

ecisa se cuidar, fazer os exames, começar o tratamento. Não tem necessidad

, mas me dei

tar. E, se precisar de qualquer coisa, tem a mim. Pode alug

io por alguns segundos,

rles não pode

olhos ime

respondi, já irritada. - Aquele homem tem um

ma risadi

gosta de b

com todas as forças: detesto Charles

ógica, não com raiva. Então, a ideia

por enquanto. Enquanto a senhora vai ao médico, faz os exames, começa o trat

esa, depois abriu

assim, e

era apenas ajudar minha mãe. Era entrar em um mundo que eu não

o de infância. Amanhã, eu começarei meu mais novo desafio. E, por alguma razão qu

mãe. Fiz tudo com calma, do jeito que ela gostava: café passado na hora, pão aquecido, um pouco de manteiga e frutas cortadas. Tomei o me

pirei fundo e entrei direto pela porta de serviço. Fui para a cozinha sem perder tempo. Demorei um pouco para encontrar tudo, afinal não conhecia aq

e virei. O mordomo havia chegado. Ele parou no

ar? - pergun

a Ella Parker. Minha mãe precisa se tratar

ele suavizou

um sorriso gentil. - Sua mãe fala m

tindo o pe

? Sou eu? - pergunte

- Seu trabalho é

o, levando para a sala de refeições principal. Aproveitei para deixar a mesa da cozinha organizad

os baixos, sorrisos discretos, agradecimentos si

perguntei ao mor

onários. O senhor Ster

erado. Arroz soltinho, legumes salteados, carne bem temperada. Almocei

exames pra ama

ei ali

e. O jantar não era para muitos. Era para um homem só. E,

gengibre, finalizada com um fio de azeite trufado e

onto perfeito, acompanhado de um purê de batata com parmesão e alho assado. Para eq

nado: uma panna cotta de baunilha com calda de frut

de ansiedade e satisfação. Eu havia feito tudo do meu

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O CEO rabugento e a filha da empregada
O CEO rabugento e a filha da empregada
“Charles Sterling tem 38 anos, um império bilionário nas mãos e um coração feito de gelo. CEO poderoso, arrogante e conhecido pelo temperamento impossível, ele vive recluso em sua mansão, onde tudo e todos existem apenas para servi-lo. Emoções não fazem parte do jogo. Controle é a única regra. Ivy Parker aprendeu cedo a sobreviver longe daquele mundo. Formada em gastronomia, talentosa e dona de um dom capaz de despertar desejos, ela construiu sua vida longe da família Sterling. Até receber a ligação que muda tudo: sua mãe, empregada da mansão há anos, está doente e precisa de ajuda. Ivy volta como chefe de cozinha, e passa dias invisível para o dono da casa. Mas algo começa a sair do controle de Charles. Os pratos são diferentes. Intensos. Viciantes. Cada refeição desperta sensações que ele não sente há anos, fome, curiosidade e um desejo perigoso de ir além do prato. Intrigado, Charles exige conhecer quem está por trás daquela cozinha. O primeiro encontro é eletrizante. Olhares que se chocam, palavras afiadas e uma tensão que não pede permissão para existir. Ele é poder, frieza e domínio. Ela é fogo, provocação e tentação. A diferença social torna tudo proibido. O desejo torna tudo inevitável. Porque, quando o prazer começa na boca, o corpo inteiro passa a querer mais. E o CEO rabugento está prestes a descobrir que há sabores impossíveis de controlar.”