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O CEO rabugento e a filha da empregada

Capítulo 4 Charles

Palavras: 1123    |    Lançado em: 19/01/2026

es Na

que se arrastam, números projetados em telas gigantes e pessoas falando demais para dizer quase nada

ou a se associar a

a mulher fascinante. Inteligente. Estratégica. Aclamada em eventos e capas de revista. O detalhe que poucos fazem questão de destacar é simples e irritan

orativa sempre

stava perigosamente baixo. A sala estava cheia: diretores, conselheiros, representantes do Grupo

se, sem rodeios. - Quero números

retores p

ditamos que a associaçã

ga prejuízo - interro

ento moderado. Risco médio. Dependência

- disse uma voz feminina do outro lado da tela.

i os

nas gestão terceirizada - respondi

ênc

alguém respondeu,

ão subir como u

amento - falei, elevando o tom. - Aqui tratamos de

eito - disse outro executivo - s

frente, apoiand

dinheiro por romantiz

Alguns desviaram o olhar. O

mulher extremamente com

a não é dona de nada. Trabalha para o império

sado. Eu sabia.

com cautela - sugeriu um conselhe

risada curt

sem convicção pedem quando

voltou. Den

u estava exausto. Não fisicamente, mentalmente. Cansado de repetir o ó

- Quero uma análise revisada até amanhã cedo. Se

responderam,

ando a cidade iluminada pela janela de vidro. Luxo, pode

aletó e res

lusões. E definitivamente não tenho paciência par

bado. Mas a pre

que eu preciso. Nada de vozes desnecessárias, nada de perguntas, nada de pre

uido desceu queimando, trazendo um alívio breve para a tensão acumulada do dia. Fiquei alg

esligar o cérebro, tarefa quase impossível. Troquei o terno por uma roupa leve, confortáve

lgo saiu comple

ando há

rfada parecia milimetricamente pensada. Texturas que se encaixavam, sabores equilibrados,

i t

tica de apenas me alimentar por obrigação. Pela primei

rto. Dormi como um anjo. Profundamente. Sem sonhos. S

uintes, perc

não era

era diferente. Cada dia um prato novo. Uma experiência nova. Um abraço direto n

eçou a m

ito menos de mudanças que

emana, cham

agora? - perguntei, i

esitou. Iss

esp

zinha, senhor. Ela a

No

r, filha da

e nada. Mas o desc

meu controle. E definitivamente não gosto da ideia

o conh

or desej

ostumo rep

cia conter a respiração. Seja quem for essa mulh

anos, sinto que algo está

o perder

al. Controlada. A primeira coisa que notei foi o cabelo loiro, preso de forma simples, nada espalhafatosa. Depois, os olho

ma deusa que não precisa provar nada a

sar esse tipo de impac

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O CEO rabugento e a filha da empregada
O CEO rabugento e a filha da empregada
“Charles Sterling tem 38 anos, um império bilionário nas mãos e um coração feito de gelo. CEO poderoso, arrogante e conhecido pelo temperamento impossível, ele vive recluso em sua mansão, onde tudo e todos existem apenas para servi-lo. Emoções não fazem parte do jogo. Controle é a única regra. Ivy Parker aprendeu cedo a sobreviver longe daquele mundo. Formada em gastronomia, talentosa e dona de um dom capaz de despertar desejos, ela construiu sua vida longe da família Sterling. Até receber a ligação que muda tudo: sua mãe, empregada da mansão há anos, está doente e precisa de ajuda. Ivy volta como chefe de cozinha, e passa dias invisível para o dono da casa. Mas algo começa a sair do controle de Charles. Os pratos são diferentes. Intensos. Viciantes. Cada refeição desperta sensações que ele não sente há anos, fome, curiosidade e um desejo perigoso de ir além do prato. Intrigado, Charles exige conhecer quem está por trás daquela cozinha. O primeiro encontro é eletrizante. Olhares que se chocam, palavras afiadas e uma tensão que não pede permissão para existir. Ele é poder, frieza e domínio. Ela é fogo, provocação e tentação. A diferença social torna tudo proibido. O desejo torna tudo inevitável. Porque, quando o prazer começa na boca, o corpo inteiro passa a querer mais. E o CEO rabugento está prestes a descobrir que há sabores impossíveis de controlar.”