O CEO rabugento e a filha da empregada
es Na
que se arrastam, números projetados em telas gigantes e pessoas falando demais para dizer quase nada
ou a se associar a
a mulher fascinante. Inteligente. Estratégica. Aclamada em eventos e capas de revista. O detalhe que poucos fazem questão de destacar é simples e irritan
orativa sempre
stava perigosamente baixo. A sala estava cheia: diretores, conselheiros, representantes do Grupo
se, sem rodeios. - Quero números
retores p
ditamos que a associaçã
ga prejuízo - interro
ento moderado. Risco médio. Dependência
- disse uma voz feminina do outro lado da tela.
i os
nas gestão terceirizada - respondi
ênc
alguém respondeu,
ão subir como u
amento - falei, elevando o tom. - Aqui tratamos de
eito - disse outro executivo - s
frente, apoiand
dinheiro por romantiz
Alguns desviaram o olhar. O
mulher extremamente com
a não é dona de nada. Trabalha para o império
sado. Eu sabia.
com cautela - sugeriu um conselhe
risada curt
sem convicção pedem quando
voltou. Den
u estava exausto. Não fisicamente, mentalmente. Cansado de repetir o ó
- Quero uma análise revisada até amanhã cedo. Se
responderam,
ando a cidade iluminada pela janela de vidro. Luxo, pode
aletó e res
lusões. E definitivamente não tenho paciência par
bado. Mas a pre
que eu preciso. Nada de vozes desnecessárias, nada de perguntas, nada de pre
uido desceu queimando, trazendo um alívio breve para a tensão acumulada do dia. Fiquei alg
esligar o cérebro, tarefa quase impossível. Troquei o terno por uma roupa leve, confortáve
lgo saiu comple
ando há
rfada parecia milimetricamente pensada. Texturas que se encaixavam, sabores equilibrados,
i t
tica de apenas me alimentar por obrigação. Pela primei
rto. Dormi como um anjo. Profundamente. Sem sonhos. S
uintes, perc
não era
era diferente. Cada dia um prato novo. Uma experiência nova. Um abraço direto n
eçou a m
ito menos de mudanças que
emana, cham
agora? - perguntei, i
esitou. Iss
esp
zinha, senhor. Ela a
No
r, filha da
e nada. Mas o desc
meu controle. E definitivamente não gosto da ideia
o conh
or desej
ostumo rep
cia conter a respiração. Seja quem for essa mulh
anos, sinto que algo está
o perder
al. Controlada. A primeira coisa que notei foi o cabelo loiro, preso de forma simples, nada espalhafatosa. Depois, os olho
ma deusa que não precisa provar nada a
sar esse tipo de impac