O Cowboy Indomável
IA
va a café fresco e pão assando. Vesti a roupa que minha mãe havia deixado dobrada sobre a ca
tomando o primeiro café do dia enquanto lia o jornal local.
sei que as moças da cidade do
i, servindo-me de café. - Há
a. - E o que anda fazendo tão cedo por aí, se
stumada à
s do que o se
inando o café. - Vamos, quero lhe mostrar os
cheiro de terra úmida e feno recém-cortado preenchia o ar. Os caval
ximaram curiosos. Meu pai observava cada um co
lhoso. - São filhos do garanhão
ciando o pescoço de um deles. - O s
eito, e apoiou
a fazendo da vida além de viaja
á prevejo uma rea
, papai. Fiz medicina v
e, franzindo a testa como s
? - repetiu, devagar. - Mas
a terra e os animais. E o senhor
sar a mão pela
de universidade, de mulher mexen
m serenidade. - Eu não voltei pra viver de lembranças. Quero ajudar na
iu, surpreso. - E ond
s da região terão onde levar o gado doente, e não precisarão
por alguns segundos, o
u, coçando o queixo. - Nunca ouvi fala
- respondi sorrindo. - Ma
uma gargal
o é? A que falava pelos cotov
ela havia vindo sondar meu pa
u a cabeça,
... quando coloca algo n
aprova? - pergu
- Mas se é o que deseja, não vou impedir. Só espero que
ia o mais imp
. - Agora que voltou, vou organizar uma grande festa. Albuquerque inte
os olhos e cr
omisso que pretendo assu
eremos. - respondeu ele, r
por dentro sabia: o único destino que
adeira encerada, e o cheiro de café recém-passado ainda pairava no ar. Ficamos alguns minutos em silêncio
! - pediu, mostrando um pequeno filhote de gato e fazendo beicinho. Aquele
le, rindo, antes de se voltar pa
rguntou Miguel, curioso, enquanto
rouxe um presente para cada aniversário, Natal e Dia das Crianças que perdemos. Que tal l
sparado, arrastando meu pai pelo corredor, dei
sava - disse Mari
quei, fingindo indignação. - Quem v
omento pareceu apagar, por um inst
cia, evitou tocar em assuntos mais delicados nem sobre a minha clínica, nem sobre o tempo que eu pretendia ficar. Sabíamos que essa c
agora ostentavam vitrines elegantes com tecidos franceses e chapéus vindos de Nova Orleans. O som dos cascos dos cavalos se misturava
já se fazia notar. Jovens falavam em comércio, contabilida
aímos de uma cafeteria. Foi então que, distraída com a conversa, esbarrei
hor! - exclamei, const
nçou um o
ão por onde anda. Acabou de
intenção... - respondi
é surda? - retrucou, c
Respirei fundo, tentando cont
panhol, antes de puxar Mariana p
do para trás. Era um homem absurdamente bonito, cabelos castanhos ligeiramente compridos,
que sabia o ef
, organizei as compras, vesti uma roupa mais leve e pedi que selassem um cavalo. Precisava de ar puro, de silêncio e da distâ
calmo. Montei e segui rumo ao velho riacho, o mesmo paraíso esco
o um abraço antigo. Era hora de matar a saudade do campo e, quem sa
a melodia antiga, familiar, que o tempo não havia conseguido apagar. Desmontei com cuidado, amarrando as rédeas d
O ar cheirava a terra úmida e lavanda selvagem. O vento leve agitava meus cabelos, e por um instante, deixei que a lembrança da infância me atra
her que eu havia me tornado, uma mulher que amava sua independência, mas que agora se via c
o. A sensação foi libertadora. O sol beijava a superfície, refletindo tons dourados sobre minha pele. Feche
se vingaria... e, inevitavelmente, naquela cena da cafeteria. A voz rude daquele homem ainda ecoava
po do morro. Um cavaleiro observava o vale. O chapéu largo sombreava-lhe o rosto, mas o po
ão... - murmurei para mim m
s um viajante, ou o reflexo caprichoso do sol entre as colinas. Ainda