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O Cowboy Indomável

Capítulo 6 2

Palavras: 1825    |    Lançado em: 27/01/2026

IA

va a café fresco e pão assando. Vesti a roupa que minha mãe havia deixado dobrada sobre a ca

tomando o primeiro café do dia enquanto lia o jornal local.

sei que as moças da cidade do

i, servindo-me de café. - Há

a. - E o que anda fazendo tão cedo por aí, se

stumada à

s do que o se

inando o café. - Vamos, quero lhe mostrar os

cheiro de terra úmida e feno recém-cortado preenchia o ar. Os caval

ximaram curiosos. Meu pai observava cada um co

lhoso. - São filhos do garanhão

ciando o pescoço de um deles. - O s

eito, e apoiou

a fazendo da vida além de viaja

á prevejo uma rea

, papai. Fiz medicina v

e, franzindo a testa como s

? - repetiu, devagar. - Mas

a terra e os animais. E o senhor

sar a mão pela

de universidade, de mulher mexen

m serenidade. - Eu não voltei pra viver de lembranças. Quero ajudar na

iu, surpreso. - E ond

s da região terão onde levar o gado doente, e não precisarão

por alguns segundos, o

u, coçando o queixo. - Nunca ouvi fala

- respondi sorrindo. - Ma

uma gargal

o é? A que falava pelos cotov

ela havia vindo sondar meu pa

u a cabeça,

... quando coloca algo n

aprova? - pergu

- Mas se é o que deseja, não vou impedir. Só espero que

ia o mais imp

. - Agora que voltou, vou organizar uma grande festa. Albuquerque inte

os olhos e cr

omisso que pretendo assu

eremos. - respondeu ele, r

por dentro sabia: o único destino que

adeira encerada, e o cheiro de café recém-passado ainda pairava no ar. Ficamos alguns minutos em silêncio

! - pediu, mostrando um pequeno filhote de gato e fazendo beicinho. Aquele

le, rindo, antes de se voltar pa

rguntou Miguel, curioso, enquanto

rouxe um presente para cada aniversário, Natal e Dia das Crianças que perdemos. Que tal l

sparado, arrastando meu pai pelo corredor, dei

sava - disse Mari

quei, fingindo indignação. - Quem v

omento pareceu apagar, por um inst

cia, evitou tocar em assuntos mais delicados nem sobre a minha clínica, nem sobre o tempo que eu pretendia ficar. Sabíamos que essa c

agora ostentavam vitrines elegantes com tecidos franceses e chapéus vindos de Nova Orleans. O som dos cascos dos cavalos se misturava

já se fazia notar. Jovens falavam em comércio, contabilida

aímos de uma cafeteria. Foi então que, distraída com a conversa, esbarrei

hor! - exclamei, const

nçou um o

ão por onde anda. Acabou de

intenção... - respondi

é surda? - retrucou, c

Respirei fundo, tentando cont

panhol, antes de puxar Mariana p

do para trás. Era um homem absurdamente bonito, cabelos castanhos ligeiramente compridos,

que sabia o ef

, organizei as compras, vesti uma roupa mais leve e pedi que selassem um cavalo. Precisava de ar puro, de silêncio e da distâ

calmo. Montei e segui rumo ao velho riacho, o mesmo paraíso esco

o um abraço antigo. Era hora de matar a saudade do campo e, quem sa

a melodia antiga, familiar, que o tempo não havia conseguido apagar. Desmontei com cuidado, amarrando as rédeas d

O ar cheirava a terra úmida e lavanda selvagem. O vento leve agitava meus cabelos, e por um instante, deixei que a lembrança da infância me atra

her que eu havia me tornado, uma mulher que amava sua independência, mas que agora se via c

o. A sensação foi libertadora. O sol beijava a superfície, refletindo tons dourados sobre minha pele. Feche

se vingaria... e, inevitavelmente, naquela cena da cafeteria. A voz rude daquele homem ainda ecoava

po do morro. Um cavaleiro observava o vale. O chapéu largo sombreava-lhe o rosto, mas o po

ão... - murmurei para mim m

s um viajante, ou o reflexo caprichoso do sol entre as colinas. Ainda

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