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YAMA
dele até não restar mais nada que o torne
A
a repleta de alegria, meu querido irmãozinho aquele que tirou tudo que deveria ser meu iria completar 10 anos. Eu não gostava de barul
ouvir ela falando para o meu pai que desejava que eu tivesse morrido no lugar dele. Minha mãe me culpava pela morte do meu irmão gêmeo, na verdade
amava mais até isso se parecia forçado, vendo agora como eles olham para o filhinho querido me dá náuseas, eu sempre fui diferente e isso assustava minha mãe. Como se soubesse que estou os observ
r neles assim como me causaram, meu irmão Kaio sorrir do cachorro que ganhou da família Valentine, um casal de velhos que tinham uma garotinha de olhos grandes e pele pálida, era ridículo
, perfeitos um para o outro. Talvez eu devesse me juntar a eles, me aproximo ainda com as mãos no bolso da calç
pug pequenino que estava nos braços do meu irmão, o cachorrinho joga a cabeça para o lado quando afago seus pelos. Min
ine sussurra com uma voz tão melosa que me dá vontade
ínhamos em comum era os cabelos negros, características orientais do meu pai, aquelas que ele queria esconder com ta
do pulguento sem rabo, meus pais rindo e conversando com seus amigos idiotas de como suas vidas eram perfeitas. Meus olhos procuram a pequena Valentine, e
as? Pergunto fazendo ela se
ética, sempre cercada em uma jaula dourada pelos pais
extirpei um filhote de pássaro que caiu de uma arvore no nosso jardim na frente deles a um tempo atras. Foi divertido, exceto pelo
nela me irritava, o laço gigante cor de rosa nos cabelos perfeitamente alinhados, o ves
re para o colinho da sua mãe. Seus olhos azuis se en
sua verdadeira voz depois de anos era algo dive
olhar e vai em direção as escadas, s
a. Eu grito logo atras, não perderia a opor
subir mais rápido, a adrenalina me consome, eu sempre gostei da sensação do perigo, o coração batendo mais rápido o sanguea diz chorando. Empurr
ie, a casa da arvore
u rosto, seguro sua perna e começo a puxar, ela grita pedindo p
Olho para baixo e já posso ver que os gritos da
a as lagrimas do rosto. Começo a descer devagar olhando para garota medrosa ac
horro no chão e vem em direção as escadas, antes que se aproxime seguro na perna dela e a forço a descer, isso faz com que a idi
nsolada pelo meu irmão. ela segura meu braço forte o sulficiente para deixar uma marca, não d
se e saio de perto daquele circo, pelo menos
ANTES D
sidade Stanford decidi sair de casa, não que isso fosse uma opção meus pais já não estavam me aguentando mais. Eu particularmente não tinhaaço. Eles estavam na mesa como uma perfeita família feliz, minha mãe com seus cabelos loiros bem alinhados, combinando
el, era como uma coisa que eu precisava para viver, sentado na cadeira infeliz por
lsos, eu odiava demonstrações de afeto eles perderam esse direito há muito tempo. Isabela Yamazaki permanece imóve
e fúria enquanto marcha em minha direção, meu peito vibra ansioso para saber o que o pequeno merdinha irá fazer, suas mãos se fecham
la acabou de ganhar o prêmio de mamãe do ano por evitar
m todos os dias, e me culpar por ter deixado seu filhinho morrer. Antes que eu saboreei a dor que causei a ela meu corpo e jogado com fo
o seu avô, um doente psicopata. Continuo indiferente, um, dois, socos no
lá olhando incrédulo de mais para fazer qualquer coisa, nosso pai nunca havia lev
le respira fundo, por mais qu
o por mais que a gente tente, terapia, medico, nada. Seus olhos
do para sua mão que paira no ar, continuo
assim! Me solta indo para longe, aju
um assassino, sempre me culparam por não ter feito nada quando ele m
quanto ele se afogava, você o empurrou e ficou olha
ras dele? Melhor. Queria que fosse eu no lugar dele. Quando v
na mamãe eu
io pela porta, eu iria destr
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