E VAL
que irá doer, podemos até tentar, mas n
vermelha, queria apagar qualquer resquício de Kay Yamazaki do
gostou dos dedos
e importando em me machucar no processo, mas aquelas sensações, aquele beijo faminto e selvagem como se quisesse me devorar, ele m
mente como se isso fosse
, acordei cedo e andei até o lugar que meu celular havia sido jogado, minha esperança era que nenhum sem teto houvesse pegado, para minha sorte encontrei o
a boa desculpa quando vejo uma
a Vale
so fosse mesmo o que eu estava pensando usaria até comprar um novo. Dentro da caixa tinha um iPhone branco e uma rosa-branca
o furo o dedo nos espinhos, sádico do caralho! Após me livrar da flor esquisita entro no
e Kaio, eu ainda estava magoada pelo gelo que ele havia me dado, mas entendia que precisávamos conversar, combino de tomar café com ele antes da aula. Como o tempo estava um pouco frio coloco um vestido preto
ido d
ia ir ao shopping após a aula então teria que ir de carro, quando entro na praça de alimentação me pergunto se tem alg
o a mim mesma que nada disso teria acontecido se ele não tivesse me abandonado. Kaio abre um sorriso assim que me vê, te
mpre fomos próximos, a única diferença entre ele e Kay eram os olhos e a altura, enquanto Kaio tinha olhos verdes como os da sua mãe Kay tinha ol
o eu acho i
raternidade e quando estávamos lá Colin me disse que tinha uma garota passando mal
Kaio, não do Kay. Por que eu estou pensan
Ele me lança um olhar preocupado,
que me justifiquei, na verdade sei sim
lin e eles são amigos, ele se aproximou de você? – Eu nunca tinha mentido
o no meu rosto e o gesto de carinho me faz rir, isso me lembra de quando éramos crianças,
e que você é minha foda premium, não a
ue deve ter subido por todo meu rosto, ele estava aqui? Eu não o via, mas podia sentir sua presença
arelo e escondo o celular, o idiota continua me enviando mensag
a, quando eu saí elas estavam dormind
o com duas garotas? A mudança de
rri e beija meu rosto, o gesto de afeto me faz ficar igual uma boba, devido à proteção super exagerado dos meus pais, nunca t
mas Kay não é, mas o mesmo, que dizer, ele nunca foi bem normal, mas eu sei que ele esta aprontando algo, sei que está envolvido em coisas erham de uma familia poderosa de mafiosos, mas não sabia que ess
o está bem na lista de pess
a. Ele sorri e se aproxima de mim, logo sinto seus lábios macios e delicados pressionando os meus, sua
nas mentiras, ou no cara de um metro e noventa que não parava de me importunar. Minha primeira aula foi incrível, nossa professora nos levou a sala de música e meus olhos ficar
ano, meu rosto esquenta com toda atenção que recebi dos meus colegas, penso em recusar, mas digo a mim m
Liszt era umas das mais difíceis de se tocar, mas já estava gravada na minha mente passei anos tentando
hor que a Katherine. Uma garota loira de óculos sussurra perto de mim. O gesto repentino faz com que eu me afaste um pouco, -- Desculpa se te assustei. – Meu nome é Miranda. Estende a mão, pego rapidamente para não ser grossa, su
a roupa discretamente, ela aponta para uma garota ruiva cha
nte o restante do dia e isso parece funcionar, no final da aula encontro as meninas no estacionamento, Kamille começa a contar como chegou em casa noite passada e eu não
a mis Katherine? Isa
e mim. - enfio meu telefone que
rado. Rolo os olhos, era incrível como Kay sempre estava nos no
ntramos no carro, eu não queria
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