E VAL
no seu jogo, eu não estava lúcida,
muito barulho, muitos copos sendo divididos minhas mãos começam a suar, procuro o á
a admitir isso aos meus pais ou as minhas novas amigas, seria vergonhosos dizer que nunca havia pisado
ria ter colocado uma jaqueta, não quero ser taxada como v
para fica incrível, olhe para você, tem uma pele linda e um rosto divino, sem fala
odiava receber elogios, nunca sabia como responder e i
ade
ura de mim mesma, pelo contrario, me trazia mais inseguranças, eu queria saber como agir com garotos, queria me enturmar.
ciam pela tv, mas a realidade era ainda pior, tinha um grupo de pessoas bêbadas rindo e filmando um cara que dormia enquanto seu amigo desenhava um pênis em sua boche
Um cara alto sem camisa se aproxima
diz empurrando seu pei
o aceite bebi
mpurra no mar de corpos dançantes, olhava horrorizada para os casais se comendo na frente de todos como
m cara de nojo! Se enturmar e f
rima me
ao redor de uma mesa, Kamille logo solta meu braço e se joga
e olho para o grupo. Havia uma garota baixa de olhos puxados e braços completamente ta
bronzeada e olhos zuis, o tipico surfista
de couro de salto fino, seu rosto era bonito mas ficava escondido por detrás de tanta maquiagem e lápis de olho, o vestido ver
o sem palavras com sua grosseria, acabei d
a pesado Isa se a
são Marcos, aponta para o garoto loiro de pele bronzeada, L
o por cada detalhe do meu corpo e rosto. Por fim volta a con
em me virar e sair mais minha prima p
mais vai se acostumar, eu não estaria tão otimista assim
de um jeito estranho mais logo me estende a mão, eu penso em recusar e todo meu corpo luta
xo o mais rápido possível, ign
Marcos pergunta – Balanço a cabeça e
nunca. Trais uma vodka para minha
aceitar nada de ninguém, mais pelo visto isso não se aplicava aos amigos dela. Quando ele retorna com a b
ndinha– Lory diz ri
u rasgando na
om o gosto. Isa diz me ent
brig
coisas ficaram bem
taria aqui. Kay Yamasaki com sua pose de gângster. Não era só a pose de gangster, Kay realmente vinha de uma família de mafiosos. Ele era o mais alto do grupo, vestindo preto dos pés a cabeça, seus
cutuca e todos os rostos se voltam pra
namora o irmão dele. Kamille solta – eu queria matá-
rando de uma forma estranha, ela olha para
! Tento não soar afetada, tomo mais um gole da minha
miguinho subindo as escadas com
no peito e tento disfarçar, então era por isso que
órias. – Minha prima diz. L
. Olho para o garoto ao meu lado e ele
resmunga. Eu tento sorrir mesmo que isso faça
que eu queria era voltar
ão de pessoas, não demora muito pra que Isa se junte a nós, ela some por alguns
diabólica está por todo ambiente. Tento acompanhar Kamille, mas ela dança como uma profi
algo branco sobre a mesa enquanto Lisa e Marcos cheiram, ela me olha e oferec
festa? Marco pergunta enquan
go dizer, Lisa sorrir com despr
nhe, tá na cara que ela acha isso aqui desprezível. Está olhando pra gen
, eu estava sozinha no meio de pessoas
penas dar de ombros como se não tiv
tável no meio de pessoas que não conheço. Perceb
cebo que era a deixar para sair da mesa, não dou atenção a voz de Lory me chamando,
ha nuca como se alguém estivesse me olhando, e faço o possível para não me virar,
sofá de couro, seus olhos negros não desprendem dos meus enqu
diabinha no m
em pelas minhas pernas e se prendem no meu decote, suas sobrancelhas se fecham, e seu corpo se eleva para frente, ele me encara como se quisesse m
tra garota ele não faria isso comigo digo a mim mesma, as pessoas esbarram em mim e murmuram pedidos de desculpas desconexos, as
am de verde para vermelho, sinto um cheiro familiar perto
loqueia minha passagem, os pelos do meu corpo se arrepiam com
dessa vez. Tento olhar firme em seus olhos mais falho mi
eu corpo ainda ficava gigante perto de mim, como quando
mais perto
dades disso. - Sua boca se move em um sorriso sadi
te faz cócegas no meu rosto. -bem próximos eu d
m seu peito mais é como se fosse uma parede nem se move. Ele segura meu pulso e me
, sei como se sente. Antes que eu diga ou faça algo ele puxa meu braço e me arrast
om o que estava acontecendo, um cara olha pra mim e uma pequena chama de esperança se
udar. Sinto a rajada de vento frio quando estamos do lado de fora, eu tropeç
to, assim que me joga no assento da a volta para o lad
le ignora todos os meus protestos e aceler
m sem controle eu estava apavorada, onde esse maluco estava me levando? Seu rosto
go meu celular. Vejo duas chamadas perdidas de Kamille e uma de Kaio, retorno segunda mas n
la? Seus olhos escuros se voltam para mim, e mesmo sendo um ser maligno
ou outro!
Rebato. Um canto do seu lá
assie, parece que minhas liç
detestava me comportar dessa forma mas ele fazia meu lado sombrio vir a tona. Com
esquenta, e sinto uma queimação estranha, me r
janela e suspiro em derrota, para
assimilar onde estamos porque sou puxada para fora sem qualquer delicadeza. Estava escu
m ser forte, eu estava apavorada se a intenção del
por nada nesse mundo. Estávamos em um bairro que foi desabrigado por conta da represa de monticello. O local vivia tendo
ponte bem alta devia ter uma 93 metros de al
empatia, misericórdia, nada. Seus olhos eram
a boneca, começo a ficar tonta e minhas pernas falham, quando estamos no meio da po
ando para a vastidão d
r! Eu estou pa
a pedra no meu estômago. Ele segura minha cintura e me empurra até que minhas costas batam na grade de proteção, sinto o vento gelado
ira fazendo com que eu fique d
e aperta roubando meu ar, sinto seus
a coisinha, meu brinquedo. Sua mão levanta a barra do meu vestido
pulsação tão fortes que
ndade. - Diz aper
tento não olhar para baixo mais é impossível,
upa meu pescoço e por mais que eu o odeie si
icando excitada
va dando tudo de mim para não chorar e ajoelhar a
mercê dele, odiav
ejam sobre mim, então seus lábios tomam os meus em um beijo violento e cheio de posse, não era como eu
sua boca me devora, me consume, sua mão aperta meu pescoço roubando o pouco de ar que eu ainda tinha, minhas pernas
em que eu me der conta minha perna é levantada me forçando a segurar seus ombros fortes, ele não me dá temp
fechados enquanto seus dedos brincam com meu clítoris, minha intimidade estava molhada, meu rosto estava quente d
do ele morde o bico do meu
s alturas, o medo e a excitação me deixavam a ponto de enlouq
frente para represa, sinto vontade de chorar quando ele interrompe meu orgasmo, suas
mas, não sei se era porque esse bab
oz sai miserável, eu me sentia humilhada, usada,
vras são como agulhas me perfurando, ele me deixou
ele me beijou mais uma vez, ferindo meu lábio, como se quis
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