al. Cheirava a lírios frescos e cera de chão cara. O
. Seus saltos não faziam
Eles a viram e se afastaram, assentindo. Para eles, ela
o os c
rou a
tigela de porcelana. Sopa de ninho de andorinha. Suas bochechas estavam coradas d
a porta se abriu
aiu na tigela. Safira desabou contra os travesseiros. Seus ol
voz trêmula. - Você finalmente veio.
aos pés da cama. Caminhou para o lado
atrás de si sem olh
iq
s no quarto silencios
caram. A atuação vacil
or que você tr
ário médico pendurado a
em voz alta. - Pressão arterial, 12
m estalo e o largou na cama.
afira. Atuar te cansa, ou a adrenalina
ágil e moribunda desapareceu. Seus
uário diz. Se eu digo que estou tonta, Barro entra em pânico. Se eu
ente, baixando a voz para
Bem nesta cama. Ele me disse que você é
a se instalar sobre ela.
- pergunt
mo derrota, estendeu a mão. Agarrou a m
ira. - Quero minha transfusão. E me tr
u para a mão
se m
jogando-se para trás contra a cab
eixar sua garganta, a mão
l
i úmido
checha de Safira com cada grama de frustração,
para o lado. O silêncio q
mão. A palma ardia. A
- foi pela garota que passou três ano
ca vermelha de mão florescia ali
gritou. - Você realmente m
afira, os dedos afundando na carne macia, f
Ametista. - Vamos ver se ele c
o genuíno agora. Aquela não era a Ametista
avia garantido os arquivos reais do servidor do hospital. - Aqueles que você pensou ter deletado. Se v
hacoalhou vi
oz de Barro veio do corre
Ela imediatamente bagunçou o cabel
A
a porta perto da fech
ncarou, batendo
soluçando nas mãos, a bochecha vermelha brilhante, e Ametista parada
ntando um dedo trêmulo. - Ela
ermelha. Uma veia s
tista, a mão erguida c
vou os olhos com ele, canalizando a
a voz caindo para um sussurr
a. A pura ameaça irradiando dela o parou completamente. E
ficou espes
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