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De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária

Capítulo 3 3

Palavras: 935    |    Lançado em: 10/02/2026

al. Cheirava a lírios frescos e cera de chão cara. O

. Seus saltos não faziam

Eles a viram e se afastaram, assentindo. Para eles, ela

o os c

rou a

tigela de porcelana. Sopa de ninho de andorinha. Suas bochechas estavam coradas d

a porta se abriu

aiu na tigela. Safira desabou contra os travesseiros. Seus ol

voz trêmula. - Você finalmente veio.

aos pés da cama. Caminhou para o lado

atrás de si sem olh

iq

s no quarto silencios

caram. A atuação vacil

or que você tr

ário médico pendurado a

em voz alta. - Pressão arterial, 12

m estalo e o largou na cama.

afira. Atuar te cansa, ou a adrenalina

ágil e moribunda desapareceu. Seus

uário diz. Se eu digo que estou tonta, Barro entra em pânico. Se eu

ente, baixando a voz para

Bem nesta cama. Ele me disse que você é

a se instalar sobre ela.

- pergunt

mo derrota, estendeu a mão. Agarrou a m

ira. - Quero minha transfusão. E me tr

u para a mão

se m

jogando-se para trás contra a cab

eixar sua garganta, a mão

l

i úmido

checha de Safira com cada grama de frustração,

para o lado. O silêncio q

mão. A palma ardia. A

- foi pela garota que passou três ano

ca vermelha de mão florescia ali

gritou. - Você realmente m

afira, os dedos afundando na carne macia, f

Ametista. - Vamos ver se ele c

o genuíno agora. Aquela não era a Ametista

avia garantido os arquivos reais do servidor do hospital. - Aqueles que você pensou ter deletado. Se v

hacoalhou vi

oz de Barro veio do corre

Ela imediatamente bagunçou o cabel

A

a porta perto da fech

ncarou, batendo

soluçando nas mãos, a bochecha vermelha brilhante, e Ametista parada

ntando um dedo trêmulo. - Ela

ermelha. Uma veia s

tista, a mão erguida c

vou os olhos com ele, canalizando a

a voz caindo para um sussurr

a. A pura ameaça irradiando dela o parou completamente. E

ficou espes

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De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária
“Passei quatro horas em pé, fatiando trufas negras importadas para o nosso jantar de aniversário de casamento. Mas o Barro não apareceu. O meu celular vibrou no balcão, iluminando a cozinha escura. Não era um "parabéns". Era uma ordem seca do meu marido: "A Safira desmaiou. Vá para o hospital. Precisamos do seu sangue agora." Logo em seguida, a própria Safira mandou uma foto. A mão do meu marido segurando a dela com uma ternura que ele nunca teve comigo. Minha sogra entrou na cozinha, torceu o nariz para o Bife Wellington que preparei e riu na minha cara. "Você ainda está contando datas? Ele não vem comer esse lixo. Ele está com quem importa. Agora vá aspirar o tapete antes de sair." Naquele momento, o amor cego que senti por três anos morreu. Percebi que eu nunca fui a esposa dele. Eu era apenas um recipiente biológico, mantida por perto apenas porque meu sangue Rh-negativo raro era o único compatível com a "frágil" amante dele. Tirei o avental e o joguei no lixo. Subi as escadas, tirei a aliança barata que ele comprou numa loja de departamento e assinei os papéis do divórcio. Quando saí para a rua fria, o Barro me ligou, provavelmente para gritar pelo meu atraso na transfusão. Bloqueiei o número. Parei sob a luz do poste e liguei para o meu pai, o bilionário dono do Grupo Rocha, para quem eu não ligava há anos. "Sou eu," sussurrei, vendo o comboio de seis Maybachs blindados virar a esquina para me buscar. "Inicie a extração. Eles vão pagar por cada gota."”