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De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária

Capítulo 5 5

Palavras: 760    |    Lançado em: 10/02/2026

pital tinha gosto de fumaça

renalina estava desaparecendo, deixando seus

reto parou. Era o car

homem chamado Agulhão que sempr

hão. - Ele disse para parar de fazer cen

a o carro. Era uma

r para o inferno -

hão

madame. Não tem dinheir

do baixo

crescendo para um rugido profundo e gu

Olhou pelo retrovisor,

falange de veí

rades cromadas que brilhavam como dentes expostos. Moviam-se em form

ade para o trânsito. Sim

a frear bruscamente e subir no meio-fio. Os outros carros o c

foram sacados. Aquele era um com

clack-

s seis carros se abr

, fones de ouvido e óculos escuros. Não eram segur

luida, formando um perím

com o suporte de bandei

m vez disso, uma mão

homem chamado Malho, caminhou até Ametista. El

tura. Manteve seus movimentos formais, escondendo o calor famili

ondosa o suficiente para Agulhão ouvir. - O Pr

etista. Não

ão deixou o telefone cai

apela preto simples, sem o brasão da família

olhos novamente, mas e

çou um olhar para o Lincoln. Desli

do e sândalo. Era silencioso, hermeti

mais velho apareceu. Ele tinha cabelos pratea

atriarca b

sussurro

de Rocha

rida. Aqueles bastardos

, recostando-se no asse

e Rocha com firmeza. - E então,

hospital. Chegou a tempo de ver as lanternas

carou

a aquele? - pergun

ta, saiu do Lincol

se ela fosse da realeza. Eles a

testa. Olhou p

tavo alugando um comboio falso para me deixar com ciúmes. É por isso que não havia l

a ligar para ela, pa

ro para o qual você

Não existe. Era como se a identidade digital do t

por sua espinha. Parecia que um fantasma acabara d

ato - murmurou. - Ela prov

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De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária
De Bolsa de Sangue a Rainha Bilionária
“Passei quatro horas em pé, fatiando trufas negras importadas para o nosso jantar de aniversário de casamento. Mas o Barro não apareceu. O meu celular vibrou no balcão, iluminando a cozinha escura. Não era um "parabéns". Era uma ordem seca do meu marido: "A Safira desmaiou. Vá para o hospital. Precisamos do seu sangue agora." Logo em seguida, a própria Safira mandou uma foto. A mão do meu marido segurando a dela com uma ternura que ele nunca teve comigo. Minha sogra entrou na cozinha, torceu o nariz para o Bife Wellington que preparei e riu na minha cara. "Você ainda está contando datas? Ele não vem comer esse lixo. Ele está com quem importa. Agora vá aspirar o tapete antes de sair." Naquele momento, o amor cego que senti por três anos morreu. Percebi que eu nunca fui a esposa dele. Eu era apenas um recipiente biológico, mantida por perto apenas porque meu sangue Rh-negativo raro era o único compatível com a "frágil" amante dele. Tirei o avental e o joguei no lixo. Subi as escadas, tirei a aliança barata que ele comprou numa loja de departamento e assinei os papéis do divórcio. Quando saí para a rua fria, o Barro me ligou, provavelmente para gritar pelo meu atraso na transfusão. Bloqueiei o número. Parei sob a luz do poste e liguei para o meu pai, o bilionário dono do Grupo Rocha, para quem eu não ligava há anos. "Sou eu," sussurrei, vendo o comboio de seis Maybachs blindados virar a esquina para me buscar. "Inicie a extração. Eles vão pagar por cada gota."”