entre Ametista e Safira, protegendo a mulher que
m vinco na manga.
s pelo quê? Por
por trás das costas de Barro. - Ela
a a porta, o dedo
ão espere um único centavo do dinheiro d
e genuíno de diversão que o e
a cabeça. - Você realmente acha
. Barro ficou tenso, prep
o passando por ele, o movimento rápido como um
Safira, tentando
ou a manga da camisola de hosp
ordenou
tamanho de um selo postal. Ao lado, na mesa de cab
arrancou
vermelha minúscula e fina que já havi
Isso é "sangramento interno com risco de vid
ebro tentava reconciliar a imagem com
ca - gaguejou Barro, a con
metista impiedosamente. - Ela tem mais co
aço de volta, cob
ocê não entend
tista a cortou. Ela voltou o
erdade. - Eu não fui sua esposa. Eu fui um recipiente biológico. Você me manteve alimentada, me mant
r que se importava. Mas as palavras morreram em sua garganta porque, olh
ta. - Raro. Assim como ela. Essa era a única lin
rar os olhos dela. A vergonha era uma sensa
metista. - O re
sa. Puxou uma pilha gro
os par
locos de neve gigantes. Pousaram nos omb
disse A
ção da Cruz Vermelha, datado de dois anos at
ransfusão direta d
papel da força vital dela, drenada
isse Ametista. - Um dia, farei
direção à porta. As costa
u para as datas. Viu seu aniversário de casamento
avor se formou
chamou ele.
para trás. Saiu do quarto
ou o palet
onta de novo... não ol
a vazia. Pela primeira vez em três
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