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Quebrada de Bandido

Capítulo 2 02

Palavras: 2965    |    Lançado em: 06/10/2021

m esse papo não! - me levan

uma surpresa... - am

- encostei na mesa - Pode ir em

r, também posso, não é a

mete o louco não. - alterei u

não vem atrás. -

deixar! Eu não

de escutar. Por isso, liguei o foda - se. Fiquei ali desenrolando o meu be

ㅤ ㅤ ㅤ ㅤㅤ ㅤ

beco 15, revist

na es

do beco 15 e vai

e, mas alg

sse merda desse rádio? T

to, outros fazendo

eles estão faz

isso

é fi de Deus né não? Q

tend

ㅤ ㅤ ㅤ ㅤㅤ ㅤ

uer um precisa. Isso é família. Tenho o orgulho de fazer parte, mesmo que seja pelo motivo errado, ganhei e não quero perder.

fio? - o apren

arica mesmo, qual fo

issa? - riu - O

ce que eu como qualq

ssa o pinto em

ão. - dei um tapa na cabeça del

erno pra anotar.

pela saco, fiquem de olho aí na boca j

- um outro ap

s, e sai quebrando. A fome tava monstra fi.M

ora a minha comida. - disse

- revirou os olhos - Fala na

m tapa no braço da mesma -

ei mais alto - Não qu

f! - re

Bora comer. - parei pert

ou. - cruzo

quele jeito mesmo, fiz que nem crian

se servir. - ap

tou com fome

ão te pergunt

Não sou ciumento, não seguro a Lana, se ela quiser dar o problema é dela não é não? O negócio é só ela ficar de zoi

moleque! - deu um t

fome. - falei

cado, sabia? - f

vida dos outros também, sab

scou - Vai lavar o seu prat

hora. - deu um beij

e grude. - fe

eta aí... - fui pra

almoçar fui me jogar no sofá, o rádio apitav

- se sentou

Hm? - me aje

a tá na boca? -

al é... - fixei nela

- abaixou a cabeça

ando - Papo reto, ele é meu

u sei, eu sei... - suspirou

ar um rolê, pelo morro? - fal

u as costas pra escada - E

da casa do Sorris

ra do carregamento! Desci no embalo, já organizando o batalhão,

ㅤ ㅤ ㅤ ㅤㅤ

eixar ou não o carro subir. Por fim eu me estressei, e disse que dali mesm

Depois vocês até se comem,

a!!! - me

esmo que aqui, ninguém nunca fez isso. - dei uma

qual é da parada, novi

. - sorri - Será que a

i atrás? - um out

eitei as malas e as caixa

- descolou

- tentei conv

va adorando aquele lugar, por mais besta que pareça. Eu não sou inocente, só pela tv já dá pra se ve

ouco. - disse olh

u orgulhoso - Depois de você deixar as

parte que me toca. - m

evo pra um rolê. - riu

riu e logo depois deu

tas, eu não acordava com a vista pro mar, nem pras montanhas bonitas, e aqui não iria ser diferente. Também não era algo de se sentir pena, pera lá, até porque aquela casa tinha muita história par

UARTO É MEU. -

nversamos sobre isso

o que conversar, é

velha, tenho dire

joguei na cama - Beijo d

em moral.. - diss

algum dia? - ri,

sou - Pelo menos por eu ser a

Aceita amiga, aceita. - peguei todas a

a. - resmungou mais um p

cabeça para isso. Como a casa já estava imobiliada, só bastou colocar as coisas no lugar. Começei colocando as fotos, dessa vez concentrada em uma parede só, depois ao poucos p

is velha, qual é a comida de ho

e microondas.

Bia, falando sério agora,

gente tá se conhece

sse papo. - suspirei - Eu

á rolando. Estou apenas deixa

que está acontecendo. Só não

us motivos, se proibia de sentir, até parece que isso resolver alguma coisa não é? Se resolvesse todo mun

vou pro banho. - disse depo

er sincera, achei que

rriso ou o Desconh

os dois, é a Lana

chei que era.... - olhe

ha menina nova chegando e quis

vantei - Marina, e me d

tem problema nenhum. Então, só

- Mora eu e uma outra

TEI! - grito

e dissesse isso todo dia

migas. - riu

cima de tudo - ri - E

pra baixo. Sou irmã do chefe

indo de toalha - Você é a ir

conversa tá legal ge

no do morro. - explico

oliu - As meninas só se apr

que você é mó gente f

e ombros - Mas quando vou v

i - Não se preocupe, com

nha que chegar conhecendo. Aos poucos que eu ouvia, podia sentir que ela é uma menina bem sozinha

guei! - disse já p

a madeira faz bem. -

ue inteligente vo

.. - me gabei - Tu não

minha vida! - foi

or. - abraç

nha dama. - ench

foi o seu dia?

ocê também Sor

amor e o seu? - nem

os dois tem duas maneiras: ou você pega eles tr

fez el

gou no seu espa

tá aí a muito tempo? -

u - "Minha dama", "m

boca. - tampou a

é essa de pegar eles

a casa que ô diga, a se ele pudesse f

á pegou? -

ar, 1 vez só! Mas

iu mais alto ainda -

ouco do que eu vi sub

evejo um sexo selvagem,

de casa, fomos conhecer as pracinhas, depois as quadras, depois os atalhos, os becos, as lojas, as escolas, tudo, até finalmente chegar na famosa boca. Não que ela já tinha

CV tem muita história pr

esquecer até hoje. - lamentou - O que é

os olhos - Sabe que não vale

igalhas já est

o é nada. Você iria sobreviver de migalhas de pão, d

que sim.

s tá perdida. -

é o meu irmão. - o menin

azendo o que na rua es

ael, é 22hrs ainda

ta. - passou o olho po

ina. - curt

rgunto é a ficha completa. -

spondo, é só o que i

- deu mais um passo - Não faz m

á descobrir. - sorriso

ho, se não o trem te pega. -

desse trem. - c

esmo, ele não avisa dua

algum. Como já falei, medo eu não tinha nem

amos dando uma volt

versa. - deu uma pausa - E a se

le é desse jeito mesm

iorar. Mas hoje é um caso

a: Ah

le é dono do morro, não das pessoas, eu em... Fomos subindo até uma casa mais arrumada do que a minha, ela me mostrou aonde morava e com quem, disse que o pai s

eza mesmo? - p

u Lana. - ri

Só ouvia uns caras mexendo, assoviando, isso pra mi

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Quebrada de Bandido
“"Se julgam opostos, mas há quem diga que são iguais." Eu escrevi essa história a um tempo já, não estranhe com alguns erros ou se tiver coisas antigas.”