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A ninfa do lago

Capítulo 3 CENA II: A TRISTEZA DE ISABEL e CENA III: AS VISÕES DA PROFETISA

Palavras: 1050    |    Lançado em: 16/10/2021

TRISTEZA

? Como pode considerar arte uma tolice? Uma inutilidade? Fico triste ao presenciar isso, m

AS VISÕES

e profetisa e

as nuvens do céu! Como são belos o frescor e a brisa do vento, quando ressoam musicalmente para nós! Como a vastidão do universo é infinita e como a vida traz a verdade de um olhar! Sem mais erros, sem mais absurdos, sem mais negligências: esta é a conduta que tanto almejo - a de um ser livre, cheio de inteligência, dotado de genialidade e ao mesmo tempo frenético e astuto. O que podeis dizer sobr

deste mundo têm me afetado, mas ao invés de sucumbir ao pecado, cuido para me afastar da tentação maléfica que abomina este reino. Peço ajuda vinda dos céus para descobrir

seus estudos. O que eu vejo em meu Livro das Revelações, belíssimo em cada página, onde cada ornamento guarda um segredo em silêncio, são as visões místicas

e não liberarem as terras para as Cruzadas, serão trans

com soluços impertinentes, com o coração pesado, com incertezas e dúvidas de que estão prometendo um paraíso em troca de ouro. O povo confunde muitas vezes uma conqu

ra Santa é uma promessa de que

é que muitos morrerão e

ue horror! Devo continu

a fé ser a razão de

idemia. Criei antídotos poderosos, são quase como os legendários deuses, que retiram as garras da ignorância e trazem a cura para a sociedade. Eu, talvez, me redimindo à busca incessante pelo novo, daquilo que próprio desconheço, vou desvendando os mistérios possíveis do universo, buscando gravar tudo em

iança, assim como a de uma jovem que me falou que ousar conquistar nova terra para celebrarmos o poder de Cristo é tarefa nobre. Muitos se sentirão injustiçados e carecerão de um pouco de água para saciar sua sede. Muitos perderão suas moradias, pois virão cavaleiros e tirarão todo o pouco arduamente conquistado. Religiões entrarão e

assim que dizes

erei que fugir das batalha

ece vir com tod

de

ois quero se

s mal sei o qu

deixe perecer antes de c

íficas aladas, com asas nas cores ouro e pele negra cintilante carregando o escudo repleto de símbolos de glória da reale

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A ninfa do lago
A ninfa do lago
“"O ser humano necessita procurar se engrandecer e não sufocar as razões de sua existência". Era uma vez na Era Medieval, uma jovem princesa chamada Isabel que foge do castelo por temer ser vítima de um ritual de bruxaria. Um cavaleiro e seu escudeiro são convocados para encontrá-la, em reino onde existem aventuras cavaleirescas, sermões da Igreja, cantigas trovadorescas, alquimia e muitos outros mistérios sobre o universo sobrenatural, dos contos de fadas e do folclore. Ela deverá enfrentar um demônio: o da angústia. Inspirada em "Hamlet", pinturas como "A Ilha da Morte" de Arnold Böcklin e "A dama de Shallot" de John William Waterhouse. Embarque nesta viagem e feche os olhos para escutar o canto de uma ninfa... Copyright © 2017 by Jéssica Cardoso de Oliveira”
1 Capítulo 1 PRIMEIRA PARTE 2 Capítulo 2 CENA I: A PRINCESA ISABEL3 Capítulo 3 CENA II: A TRISTEZA DE ISABEL e CENA III: AS VISÕES DA PROFETISA4 Capítulo 4 CENA IV: A PROSTITUTA5 Capítulo 5 CENA V: O PADRE E O TROVADOR6 Capítulo 6 CENA VI: A CANTIGA DO TROVADOR7 Capítulo 7 CENA VII: A CONVOCAÇÃO DOS CAVALEIROS8 Capítulo 8 CENA VIII: O LEGENDÁRIO DRAGÃO9 Capítulo 9 CENA IX: O RITUAL DE MAGIA10 Capítulo 10 CENA X: O DESAPARECIMENTO DO CAVALO11 Capítulo 11 CENA XI: OS AMORES NÃO CORRESPONDIDOS12 Capítulo 12 CENA XII: O FIM ESTÁ PRÓXIMO13 Capítulo 13 CENA XIII: A AVENTURA CAVALEIRESCA14 Capítulo 14 CENA XIV: A FLORESTA VERMELHA15 Capítulo 15 CENA XV: O DESAPARECIMENTO DA PRINCESA e CENA XVI: A PRECE PELO DESAPARECIDO16 Capítulo 16 CENA XVII: O FESTIM17 Capítulo 17 CENA XVIII: O RETORNO DA PRINCESA18 Capítulo 18 CENA XIX: VÍTIMA DE RITUAL19 Capítulo 19 CENA XX: O SERMÃO E A EPIDEMIA 20 Capítulo 20 CENA XXI: A FUGA DA PRINCESA21 Capítulo 21 CENA XXII: A AJUDA DO ALQUIMISTA22 Capítulo 22 CENA XXIII: OS RITUAIS MÁGICOS23 Capítulo 23 CENA XXIV: A DIVINA MENSAGEM24 Capítulo 24 CENA XXV: A ACUSADA DE BRUXARIA25 Capítulo 25 CENA XXVI: A ILHA DOS MORTOS26 Capítulo 26 CENA XXVII: O CEMITÉRIO DOS INOCENTES27 Capítulo 27 CENA XXVIII: A BUSCA PELA PRINCESA28 Capítulo 28 CENA XXIX: O ELIXIR29 Capítulo 29 CENA XXX: A PROCURA NOS PROSTÍBULOS30 Capítulo 30 CENA XXXI: A PRINCESA ESTÁ DESAPARECIDA e CENA XXXII: A LENDA