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A ninfa do lago

Capítulo 4 CENA IV: A PROSTITUTA

Palavras: 617    |    Lançado em: 16/10/2021

: A PRO

ter contato com outras carnes repletas de luxúria. Falam que nos prostíbulos mora o diabo, como se ele não os visitasse todas as noites. Aqui é uma mera casa de mulheres que estão para servir aqueles que se sentem seduzidos pelos nossos corpos. Meus fregueses pagam alguns soldos e eu não me recuso a servi-los com o prazer. Não me espanta saber que muitos condenam essa prática, mas a tornamos necessária para nossa sobrevivência. A vassalagem não nutre nossos corpos, ainda mais quando há filhos para sustentar. Vejo muitos homens do vilarejo em desespero pelas leis da afetividade que encontram pequenos momentos de libertinagem ao invés de se entregarem à castidade da Igreja. Não sei o que considerar a respeito de nossas crenças, será que vão nos perdoar? Dizem que um lugar muito maléfico aguarda nossas almas após nossa morte, mas eu sin

em meus lábios h

eiticeiras nuas que se en

s as levarão

amas de Lúcifer, que devotam seu t

ne é feita para s

tro instrumento

eino porque pensam que a praga se

stes, pe

tar, mas para ter co

tos, eu quero comida na me

as se apagam para

os queimando mulheres, ma

eles para

julga, pois para mim certas vestes não co

eguesia, minh

enham, po

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A ninfa do lago
A ninfa do lago
“"O ser humano necessita procurar se engrandecer e não sufocar as razões de sua existência". Era uma vez na Era Medieval, uma jovem princesa chamada Isabel que foge do castelo por temer ser vítima de um ritual de bruxaria. Um cavaleiro e seu escudeiro são convocados para encontrá-la, em reino onde existem aventuras cavaleirescas, sermões da Igreja, cantigas trovadorescas, alquimia e muitos outros mistérios sobre o universo sobrenatural, dos contos de fadas e do folclore. Ela deverá enfrentar um demônio: o da angústia. Inspirada em "Hamlet", pinturas como "A Ilha da Morte" de Arnold Böcklin e "A dama de Shallot" de John William Waterhouse. Embarque nesta viagem e feche os olhos para escutar o canto de uma ninfa... Copyright © 2017 by Jéssica Cardoso de Oliveira”
1 Capítulo 1 PRIMEIRA PARTE 2 Capítulo 2 CENA I: A PRINCESA ISABEL3 Capítulo 3 CENA II: A TRISTEZA DE ISABEL e CENA III: AS VISÕES DA PROFETISA4 Capítulo 4 CENA IV: A PROSTITUTA5 Capítulo 5 CENA V: O PADRE E O TROVADOR6 Capítulo 6 CENA VI: A CANTIGA DO TROVADOR7 Capítulo 7 CENA VII: A CONVOCAÇÃO DOS CAVALEIROS8 Capítulo 8 CENA VIII: O LEGENDÁRIO DRAGÃO9 Capítulo 9 CENA IX: O RITUAL DE MAGIA10 Capítulo 10 CENA X: O DESAPARECIMENTO DO CAVALO11 Capítulo 11 CENA XI: OS AMORES NÃO CORRESPONDIDOS12 Capítulo 12 CENA XII: O FIM ESTÁ PRÓXIMO13 Capítulo 13 CENA XIII: A AVENTURA CAVALEIRESCA14 Capítulo 14 CENA XIV: A FLORESTA VERMELHA15 Capítulo 15 CENA XV: O DESAPARECIMENTO DA PRINCESA e CENA XVI: A PRECE PELO DESAPARECIDO16 Capítulo 16 CENA XVII: O FESTIM17 Capítulo 17 CENA XVIII: O RETORNO DA PRINCESA18 Capítulo 18 CENA XIX: VÍTIMA DE RITUAL19 Capítulo 19 CENA XX: O SERMÃO E A EPIDEMIA 20 Capítulo 20 CENA XXI: A FUGA DA PRINCESA21 Capítulo 21 CENA XXII: A AJUDA DO ALQUIMISTA22 Capítulo 22 CENA XXIII: OS RITUAIS MÁGICOS23 Capítulo 23 CENA XXIV: A DIVINA MENSAGEM24 Capítulo 24 CENA XXV: A ACUSADA DE BRUXARIA25 Capítulo 25 CENA XXVI: A ILHA DOS MORTOS26 Capítulo 26 CENA XXVII: O CEMITÉRIO DOS INOCENTES27 Capítulo 27 CENA XXVIII: A BUSCA PELA PRINCESA28 Capítulo 28 CENA XXIX: O ELIXIR29 Capítulo 29 CENA XXX: A PROCURA NOS PROSTÍBULOS30 Capítulo 30 CENA XXXI: A PRINCESA ESTÁ DESAPARECIDA e CENA XXXII: A LENDA