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Prazer Infinito

Capítulo 3 Vidas Passadas

Palavras: 833    |    Lançado em: 13/01/2022

lguma coisa era lembrança de outra vida e não apenas uma invenção da minha criatividade confusa. Ainda assim, algumas coisas eram tão vividas que pareciam memórias

e não se podia tocar, que não se podia fal

aquelas sensações. A pele arrepiada. O toque leve de um no outro. A suavidade que atiçava e em pouco tempo se tornava mais selvagem. Com beijos profundos e longos. Com a excitação e as reações dos corpos ao desejo mútuo. As mãos que queriam segurar todo o c

damente na sua alma. Ainda assim, quando mudávamos de posição e eu podia ver seu dorso, te deixar inclinada e p

u ge

lar. Mas essa mesma voz enquanto gemia de prazer era algo indescritivelmente angelical. Er

zer sentir praz

vável encontro do universo. Como alguém poderia fazer o

tu

ue eu vivia, que eu respirava! Era minha

s rotina, desencontros, dificuldade

do. Era nossa principal comunicação e a mais comum origem do nosso prazer. Através do olhar ela mergulhava dentro de mim e eu dentro dela. Palavras, muitas vezes pouco importava

ndo não a via. O bri

e lado e se dirigiam de encontro aos meus. Cada chegada, cada novidade, cada conquista, cad

rmas, mas o fato de não podermos ter sempre fácil e po

fosse mais meu. Que o brilho se perdesse. Que a mes

algo tão absolutamente incrível, que poderia parecer presunção minha exigir que ele pudesse ser eterno. Tanta coisa acontece na vida de todos, mudanças, acidentes, crises, doenças. Não era possível a garantia da felicid

sente. Mas ainda assim, aquele olhar estava ali e era meu.

lhar que conseguia despir. O olhar q

uanto a água que eu bebo,

simple

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Prazer Infinito
Prazer Infinito
“Um viajante no tempo que vive o amor intenso pela mesma pessoa em todas as suas vidas e realidades. Suas memórias vão sobrepondo os acontecimentos de cada uma das experiências em que conhece as diversas versões de sua amada, seja reconhecendo prazer no passado, no começo ou em meados do século XX, seja durante o ápice da escravidão e dos Engenhos no Brasil, perseguidos por religiosos ou ainda vivendo um bacanal com Dom Pedro e a Marquesa de Santos, as aventuras de Magno e Ilana são sempre quentes e inesperadas. De que forma essas histórias se cruzarão?”