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O ar que ele respira.

Capítulo 2 O ar que ele respira.

Palavras: 2868    |    Lançado em: 08/03/2022

ítu

El

rguntou Emma de manhã, sonol

Tirei-a da cama, peguei Bubba,

rem na cadeira mais próxima. Bub

. Minha garotinha era um pouco d

bis, vampiros e múmias, ela deci

stad

indo ao fechar o sofá-cama. Nã

umando nos

orriso bobo no rosto,

contando a Bubba q

as

cada vez que ouvia essa palavra

e Emma, porque ela acabava fican

me dava os melhores beijos de

de que ela não

mpo de ver os fogos no telhad

i? Lembra, lindi

do se lembrar. Como seria bom s

plesmente reviver nossos moment

num sistema

respondeu ela,

artiu meu

sorrindo

o e comprarmos picolés para t

gadinho

Cla

nho, animada. Dessa vez, m

deria imaginar. Se não fosse p

to. Emma salv

e porque ela não voltou par

mudei, eu telefonava, preocupa

igo, dizendo que era adulta

i um b

Indo

Amamo

Até

rro velho, e ouvimos a trilha s

ulsos. Emma ouviu um milhão de

ersos. Sinceramente, go

m descanso também para Froze

banco do carona, esperando que

nte

mim mesma, repetidam

isso seri

eu fica

u estômago embrulhou. Queria mu

esta era a única via de acesso

mas o asfalto novo tornava a rodo

heram de lágrimas quando me le

e grave

ao

mul

rid

or

te

iração de

ti que as lágrimas caíssem. Forc

, acabaria desabando, e eu simple

s ao ver minha filha. Chegamos ao

uma respiração de cada vez. Não

ue poderia su

a e bem polida anunciava: "

dado e estava ol

Mam

, que

a gente se mudou? Será que ele

os mudamos para a casa da mamã

eram, e mamãe respondeu que e

estavam sempre por p

que encontrava uma pluma, olhava

is, tirava uma foto com a pluma

u

e ele sabe onde nos en

Emma. - Ele sabe

s do que eu lembrava, e as loji

, azul e branco para o feriado

diferente. A bandeira american

s de rosas secas no vaso. Era poss

i, admirand

l de trânsito da cidade por un

dávamos, pensei em todas as co

isei no acelerador, querendo ch

carro começou a descer a rua,

. Pisei no freio bem rápido, ma

te freou, ouvi

oca. Fiquei paralisada; pareci

eito, enquanto Emma perguntava o

porta do carro, precipitei-me em

o. Ele me encarava com um olha

de de seus olhos azuis acinzent

to caloroso e gentil, mas não os

eservada. Em torno de suas íris,

tas, que tornavam seu olhar ain

do uma tempestade e

á que eu o conhecia? Jurava que

so ao se aproximar do cachorro,

e de ouvido no pescoço, conect

camisa branca de manga compr

ernas grossas à mostra, e o suor e

a correr e acabou perdendo a col

estava

Será que o cac

ter prestado

ecei a dizer, mas ele soltou um

s o ofe

pode estar de sacanage

pegou o cachorro nos braços como

o tempo. Então ele olh

erinário - sugeri, estremecend

everia ficar nervosa com seu tom

Ele não respondeu, mas percebi

rossa, escura e indomada; sua

ó podia confiar na histór

sisti. - É muito

mperceptível, abriu a porta do

o

ro do carro e co

nteceu? - pe

nho ao veterinário, querida.

não estar

ínica veterinária mais próxima,

não foi exatamente

da na Cobbler St

e vai ser mais rá

stá fazendo. Entre na Co

irei

sei di

acho que esse é o mo

e idiota para fora do carro, mas

me des

o ajuda me

di

a próxima à dir

per é a

entre n

a Harper só para irritar es

i na

ocê pegou a droga da

é o momento em que vi as obr

sempre b

sempre... - gaguejei porque, ao

mente, engolia tudo e acabava c

na minha cabeça com a mesm

e só conseguia responder a um in

... se

logo! Use palavras! -

fiz o retorno par

é semp

rlock, você cons

! - berrei, entrando

Meu rosto ficou vermelho, e

ento, ele abriu a porta sem di

na emergência. Fiquei na dúvida

mar até ter certeza de q

? - cham

m, qu

ue é u

rna número

u disse "Pluto". Como

hamou aquele mo

horro grande e

, vai morrer? - pergunt

ro qu

rinha, entramos na clínica. O

falava algo, mas eu nã

i ficando cada vez

ra preencher o formulário e in

r do seu bichinho. Além do mai

atitude não está

na mesa e começou a andar de u

uros e descendo-a até a nuca. S

descia em ri

cartão de crédito? Eu estava c

, chame ou

recuou ao ouvir aquelas p

caminhando até a recepção. E

uei a carteira e entregu

tou ela, num tom quase ofensiv

r so

erece fica

o tinham desaparecido do olhar

muito familiar, e eu n

Ele está

sitante. Aproxime

um pro

eciso que vocês preen

da mão dela e fui pa

Animal Planet. Havia um trenzi

stranho continuava a me encarar

ões - falei. Ele se aproximou

s mãos n

e dele? Do cach

oca e hesitou,

Z

me perfeito pa

E o

istan

ormulário, entreguei tu

das as despesas do

m cer

bsol

ar caro - a

de co

novamente. Ele começou a dar

olhei para ele, estava me enc

os caminhos

go e a esfregar as mãos uma na

vido e aper

rguntar se estava na hora de ir

e voltar a brincar com o trem,

i, m

Ela levou as m

você! - insistiu, batendo o pé

um gran

meu

proibido de ser mãe

a nela quando vi um pequeno sor

uase imperceptível, mas juro qu

mas mais sombrias sorrirem

terinário veio nos informar que

dianteira. Agradeci, e ele se afa

seu corpo todo começou a treme

a um homem desesperado. Ele nã

ontrolável. As lágrimas caíam d

uma parte do meu coraç

- disse Emma puxando a ca

usando as mesmas palavras da

tá-lo. - Zeus vai ficar bem.

ha direção e fez que sim, como

ando a cabeça para a frente e par

onstrangimento

mim. Ficamos longe um do outro

cachorro nos braços. O animal

dono. Ele deu um sorriso e, dess

o amor fosse feito apenas de m

le

is saíram da clínica. Segurei

Zeus nos braços. Queria detê-l

i Emma na cadeirinha e fechei a

carando. Não desviei o olhar. M

ez que fiquei tão p

egou ma

me

res

irei

iração de

que eu conseg

eu sentisse um aperto no estôma

rigado" que eu c

roga do carro - esbravejou ele

pagado a conta do veterinário",

se aprende a dirigi

ito

ondi ao vento que bati

nada,

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O ar que ele respira.
O ar que ele respira.
“Prólogo Tristan 2 de abril de 2014 - Pegou tudo? - perguntou Jamie, parada no meio do hall de entrada da casa dos meus pais, roendo as unhas. Quando seus belos olhos azuis sorriram para mim, pensei na sorte que tinha por ela ser minha. Fui até ela e a abracei, apertando seu corpo mignon junto ao meu. - Peguei. É isso, meu amor. A hora é essa. Ela entrelaçou os dedos na minha nuca e me beijou. - Estou tão orgulhosa de você. - De nós - eu a corrigi. Depois de tantos anos vivendo de planos e sonhos, meu objetivo de criar e vender minhas próprias peças de mobília artesanal estava prestes a se tornar realidade. Eu e meu pai, que também era meu melhor amigo e sócio, estávamos a caminho de Nova York para uma reunião com alguns empresários que se mostraram muito interessados em investir em nosso negócio. - Sem o seu apoio, eu não seria nada. Essa é a nossa chance de conseguir tudo que a gente sempre sonhou. Ela me beijou de novo. Nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim. - Antes de ir, é melhor saber logo que a professora do Charlie me ligou. Ele arranjou confusão na escola outra vez. O que não me surpreende, já que puxou tanto ao pai...”
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