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O alfa

O alfa

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Capítulo 1 O alfa

Palavras: 2018    |    Lançado em: 11/03/2022

idade tive de lutar para sobreviver, pois foi nessa idade que perdi me

e, eu não sei bem como, foi tudo muito confuso e ninguém me explicou nada. Eu era pequena demais e não tinha mais nenhum parente viv

que se eles não tivessem morrido eu não teria

ive escolha e Deus que me perdoe, mas não me arrependo disso nem um pouco. O que faço da vida hoje? Eu era faxineira de uma casa de strip, e agora que sou maior de idade, trabalho como dançari

com ele; no começo tive medo porque ele era um desconhecido e poderia estar se aproveitando, mas, quando cheguei em sua casa, conheci a mulher dele, Jena

é uma ótima pessoa, assim como sua família, mas às vezes me sinto uma intrusa por estar usufruindo das coisas deles, mesmo que ele insista para que eu não me sinta assim. Eu poderia larga

r sobrinha do senhor Hiz. O resto das mulheres daquela empresa são todas um bando de vacas interesseiras. Várias vezes cansei de ouvir gemidos vindos da sala do senhor Adam Lavisck. Ele é lindo, um deus grego, mas o que tem de

rabo de cavalo alto e como odeio maquiagem, não uso. Checo minha bolsa e meu material da faculdade e já estou pronta. Quando chego à cozinha, vejo Hiz, Pedro e Jena tomando c

ia! - cumprimento-os correndo, p

café? Ontem você nã

algo na rua, mas

quanto trabalhava, mocinha. - Vou até Hiz e dou um beijo em sua bochecha.

tem uma coisa nesse mundo que

a. Parece ter mais de um estômago.

lher madura e

Até mais tarde. - Saio de casa e como o ponto de ônibus

screver, e se Deus quiser, um dia serei uma grande escritora. Só estou nele mesmo por causa d

de Seattle, a melhor da cidade, entro e peço um hambúrguer enorme e um copo gigante de refrigerante. Não me levem a mal, mas amo comer, ainda mais se for besteiras. Não tenho essa

a meu estágio. A empresa Lavisck fica a uma quadra daqui

das pessoas. Acho que esse elevador está de sacanagem com a minha cara. Três minutos depois e estou no vigésimo andar, o último. Corro até a sala de Abby

trabalho. - Me acomodo em minh

ciente para nós duas,

e é toda feita de vidro espelhado, nos dan

raso? - Questiona ela, me encarando

esse final de semana foi puxado

iz ainda não tirou você daquele lugar. Você não precisa disso..

ança me ajuda e você sabe que preciso de algo para me distrair. Hiz também sabe e por isso parou d

r. Você sabe que muitas dessas mulheres são vistas como prostitutas, o que na maior

me reconhecer e ainda por cima a iluminação de lá dific

viu?! - pede, se senta e

hando para o computador, ch

o e lábios carnudos, muito bonita, que chama a aten

ve alguns contratos que ele tem de avaliar e assinar. - As

ão, por favor. - So

que sou bem atrevida

são c

tre". Avisto o senhor Lavisck sentado em sua c

oram avaliados por Abbygrey e está tudo certo, mas ela pediu para o senhor dar uma ol

ter? - Ele pergunta sem me

ando suas reuniões e viagens, como

é? - fala, ag

oa não saber quem

a aqui e ajudo a Abbygrey. - Est

brenome é Mitchell

- Além de irr

le é ríspido e me deixa c

or, eu não

sair daqui. É sur

fando até a sala de Abby,

E INVESTIMENTOS e irmão do chato do Adam. Ele é

? - pergunta Carlos,

co tempo de convivência. Carlos é lindo, um homem alto e bem forte, d

stá nessa sala. Não sou eu e sim Abbygrey, que detesta es

o - respondo

a vez, Bel? - Por que

l

surtou quando fale

. Ele é um idiota - digo

essoa do mundo, mas esses dias ele tem andad

e falar assim que percebo que a atenção de Abby e Carlos estão voltadas para alguma coisa atrás de mim. Abby está com olhos ar

fala tão perto que sinto seu hálito quente em meu

até a sua sala e vári

nt

da e não conseguir a

Como so

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O alfa
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“Olá, menina! - Charlotte me cumprimenta.. Ela é a governanta do castelo e, depois da família real, é quem comanda todos os funcionários, exceto a segurança, pois já existe alguém especializado responsável por isso. - Estou ansiosa. Sei que o rei vai mandar fazer um festão para Benjamin, então quero dar meu presente adiantado para ele. - Ela sorri. - Oh, sim! Se a rainha fosse viva, seria maravilhoso - murmura. A rainha morreu há exatos cincos anos e a morte dela ainda é algo duro de se comentar. - Eu só vim buscar a bandeja que deixei pronta para ele - explico para Charlotte, que balança a cabeça, concordando. Ando até o balcão, pego a bandeja e, antes de sair da cozinha, a escuto dizer: - Não se esqueça que Benjamin, agora, é um homem comprometido e que o rei a tem como uma filha. Não vê maldade em algo que noto há anos. - Ignoro suas palavras e saio; caminho até chegar em frente à porta do quarto de Benjamin. Sim, eu sou "adotada". Meus pais trabalharam para a família real e, quando fiquei órfã, o rei Ben me acolheu. Hoje, se estudei nas melhores escolas, foi graças a ele e lhe sou muito grata. Mas, infelizmente, ninguém manda no coração. - Voltei! Trouxe seu café. Eu estava aqui mais cedo. Para falar a verdade, eu passei a noite aqui. Sei que a minha atitude e a de Benjamin não é a mais inteligente e muito menos justa, mas nos amamos e, por mais que eu tenha tido a mesma educação que ele, isso não me torna alguém da realeza... E o rei quer alguém do mesmo nível social para casar-se com seu filho. - Querida, não precisava - murmura, ainda sonolento. - Mas hoje é um dia especial. Está completando vinte anos. Assim que coloco a bandeja em cima da mesinha, Benjamin me puxa para si e caímos na cama. Ele me enche de beijos e eu sorrio feito uma boba. - Cuidado! O rei pode chegar a qualquer momento e se nos vir assim, vai sobrar para mim. Sabe que... - Eu sei. Mas logo isso vai acabar. Vou conversar com meu pai sobre nós dois e explicar que nos amamos. - Arregalo meus olhos. - Benjamin, ultimamente seu pai não tem andado de bom humor. Temos de reconhecer o fato de que ele nunca vai aceitar isso. Ele te quer casado com a Gabriela... - Mas eu não a amo. Só aceitei esse relacionamento porque ele insistiu e eu jamais imaginaria que poderia me apaixonar por você. - Nem eu - redargui. - Eu te amo, Júlia - ele beija meus lábios. - Eu também te amo, Benjamin.”
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