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O alfa

Capítulo 2 O alfa

Palavras: 2209    |    Lançado em: 11/03/2022

bel M

iança que logo irá receber uma bronca. Quando ele

foi minha intenção diz

e.

ma bronca pelo que vo

não tolero certos tipos de coisas, como as que você fez desde que saiu da minha sala, me

Então por qu

nos você, o que é muito estranho - diz, mexendo nas gavetas, log

r fosse mais cuidado

íngua, Isabel!

do seu currículo e sua ficha de funcio

ar em sua empresa está nesses papéis, não

quer se fazer de m

Que s

, apenas estou deixando claro que não vou d

oais. - Ai! Essa doeu. - Bom, vamos ver... Você tem ap

iria mentir

s não no físico; é bem desenvolvida, se é

eriências. - Ele recosta-se na sua cadeira, inclin

s? - Posso ver um sorriso cí

... Quero dizer,

te dizem respei

ser assim. Sou seu chefe e deveria me respeitar e, ao menos, responder

obrigada a responder. São coi

assim comigo. - Ele ameaça, c

r respondidas da forma como

erta e bon

es e grandes, que podem ser notados mesmo com a blusa azul

que for, mas é muito

o? Posso muito bem

reciso disso para ter uma mulher

ho mais o que fazer, com licença. -

- Paro no mesmo instante

lindo? Esses olhos azuis que estão me olhando...

em paciência para certas coisas. Preciso trabalhar e o senhor também. - Me viro de novo para sair, mas mais uma ve

tão próximo do meu rosto que posso sentir seu hálito quente; sua boca está tão próxima da minha que se eu me inclinar só um pouco, vou sentir seus lábios nos meus. Posso

enta

u. Ele coloca uma mão no meu rosto e começa a me acariciar. Confesso qu

seu corpo. - Adam pega na minha cintura e me

ssurro e ele dá um meio sorriso

har os olhos automaticamente, quando os abro ele está me olhando com um

m li

a minha. Dou graças a Deus quando chego lá e não vejo Abby nem Carlo

r meu chefe, ele é um grande cretino, que adora foder qualquer uma e eu não sou qualquer uma. Será que ele estava só de zoação com a minha cara? Não, não estava. Se

ão dar de cara com ele. Não sei como eu

ell, que não tem medo de nada. Tenho certeza que ele irá agir como

compro um copo de cappuccino e volto para a empresa. Assim que o elevador se abre, uma pessoa entra na minha fre

ou

hell - diz sem me olhar. Assim que as portas

o... arrogante e mal-educado. Só porque é dono da empresa não pode fazer isso com as pessoas. - Não

e continu

vou mudá-lo por ninguém; sinto muito que não gosta -

paisagem, mas não por muito tempo, pois log

exy com raivi

tas do elevador se abrem e aproveito para sair dal

meio, mas me contive por dois motivos: ele é meu chefe e não posso ficar falando assim o tempo to

r admirando a sua beleza. Droga! Por que nós mulheres não podemos t

- Carlos fala, me tira

- Eu não poderia falar "é que o seu i

assim desde que saiu da sala

m arrogante - d

ssoa. Se você me acha brincalhão é porque não o conheceu alg

nteceu para e

assunto pessoal dele.

braços, ergue uma sobrancelha e

interesse de sabe

como uma pessoa pode ser igual

naquela sala? Se ele não te deu uma bronca nem nada, o qu

. Disse que nunca tinha me vis

m...

ça que estou morrendo de fome e sono. Só quero

ora mais cedo porque já havia adiantado o trabalho. Tenho de passa

o se preocupe. - Me aproximo e dou um beijo em s

u pegar táxi, te

também; quando ele me vê, vem em minha direção em seguida. Sei que vai solta

ão já passou, o que me faz ter de aguardar por outra. Isso

observada, olho em vol

quando uma

meus olhos estão vendo mesmo e

inha me matado não é, lindinha? Se enganou. - El

e o faz apertar mais aind

sso que demonstrou quando tentou me matar, sua vadia

pi as palavras na cara dele, seu sorriso vai su

ra para um beco escuro que tem ao lado do ponto de ônibus e me joga no chão, me fazendo bater a cabeça com força. Grit

ente, mas não consigo, a dor é

tamos sozinhos, como nos velhos tempos, meu amor. Pena

no inferno. - Minha

você, também vai fazer companhia a ele, e meu querido p

arrastar para o ma

cabelos e quando estava prestes a tirar a

na direção da voz e

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O alfa
O alfa
“Olá, menina! - Charlotte me cumprimenta.. Ela é a governanta do castelo e, depois da família real, é quem comanda todos os funcionários, exceto a segurança, pois já existe alguém especializado responsável por isso. - Estou ansiosa. Sei que o rei vai mandar fazer um festão para Benjamin, então quero dar meu presente adiantado para ele. - Ela sorri. - Oh, sim! Se a rainha fosse viva, seria maravilhoso - murmura. A rainha morreu há exatos cincos anos e a morte dela ainda é algo duro de se comentar. - Eu só vim buscar a bandeja que deixei pronta para ele - explico para Charlotte, que balança a cabeça, concordando. Ando até o balcão, pego a bandeja e, antes de sair da cozinha, a escuto dizer: - Não se esqueça que Benjamin, agora, é um homem comprometido e que o rei a tem como uma filha. Não vê maldade em algo que noto há anos. - Ignoro suas palavras e saio; caminho até chegar em frente à porta do quarto de Benjamin. Sim, eu sou "adotada". Meus pais trabalharam para a família real e, quando fiquei órfã, o rei Ben me acolheu. Hoje, se estudei nas melhores escolas, foi graças a ele e lhe sou muito grata. Mas, infelizmente, ninguém manda no coração. - Voltei! Trouxe seu café. Eu estava aqui mais cedo. Para falar a verdade, eu passei a noite aqui. Sei que a minha atitude e a de Benjamin não é a mais inteligente e muito menos justa, mas nos amamos e, por mais que eu tenha tido a mesma educação que ele, isso não me torna alguém da realeza... E o rei quer alguém do mesmo nível social para casar-se com seu filho. - Querida, não precisava - murmura, ainda sonolento. - Mas hoje é um dia especial. Está completando vinte anos. Assim que coloco a bandeja em cima da mesinha, Benjamin me puxa para si e caímos na cama. Ele me enche de beijos e eu sorrio feito uma boba. - Cuidado! O rei pode chegar a qualquer momento e se nos vir assim, vai sobrar para mim. Sabe que... - Eu sei. Mas logo isso vai acabar. Vou conversar com meu pai sobre nós dois e explicar que nos amamos. - Arregalo meus olhos. - Benjamin, ultimamente seu pai não tem andado de bom humor. Temos de reconhecer o fato de que ele nunca vai aceitar isso. Ele te quer casado com a Gabriela... - Mas eu não a amo. Só aceitei esse relacionamento porque ele insistiu e eu jamais imaginaria que poderia me apaixonar por você. - Nem eu - redargui. - Eu te amo, Júlia - ele beija meus lábios. - Eu também te amo, Benjamin.”
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