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Dono Do Seu Prazer

Dono Do Seu Prazer

Autor: JP HOOKE
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Capítulo 1 A entrevista de emprego

Palavras: 1535    |    Lançado em: 20/03/2022

as de baixo calão, ménage, práticas sexuais, podendo não ser reco

conhecia uma pessoa, e essa pessoa trabalhava para Eric Carter, o dono daquela empresa. Apesar de saber que não tinha muitas chances, Sophie se dedicou e resolveu acordar cedo e ir para a entrevista. Não iria perder nada, apesar do que ouvira sobre seu possível futu

ovem e não tinh

l futuro chefe parec

e espalhar currículos e re

mais dinheiro e vo

mmons se dirigiu para a sala do sr. Carter sem muita crença de que conseguiria algo, esperando ver um homem de meia idade de barba por fazer e com olheiras gigantes sob os olhos cansados

ápis preta e a blusa branca não estavam vulgares demais e andou e sentou na cadeira a

sculino; tinha olhos azuis intensos e queixo quadrado e salpicado por um

avaliação que um homem num cargo dele faria. Ele parecia gostar do que via. Parecia querer, na verdade. - Está interessada na vaga? - Sophie respirou fundo e olhou ao redor. A sala era opulenta, mas ainda assim

Si

? - Quis

esponder. Isso fez com que um sorriso erguesse os ca

s profissionais. Eric parecia interessado em cada palavra que saía de sua boc

preta, e ele pegou uma caneta nas mãos e

resa. Ela notou que a gravata escura e a camisa branca pareciam

Si

se inte

respon

ssada em trab

e fazer. O olhar de Eric avaliou-a novame

que já recebeu. - Ele se inclinou e apoiou os cotovelos na mesa. - Você só precisa pensar e dizer se aceita. Isso não afetará minha decisão. Eu estudei o currículo de toda

ava aquilo, mas estava ansiosa para a proposta. E

e for uma boa profissional, claro. Além disso, lhe darei o que precisar - disse ele. Sophie franziu o cenho e encarou Eric. O tom da voz de Eric

que passou na frente dele... ele estava provavelmente pensando em coisas sujas. Eric Carter e

nte? - Perguntou ela, não acreditando no

samente por algum tempo. Ele voltou a se

ivre para decidir se a aceitará ou não. Como eu disse, a senhorita já está contratada. Sua re

leva

nele não lhe daria nada, e não faria com que sua revolta diminuísse. Por isso, ela

ria se deitar com Eric ou não. Ela nem o conhecia, mas sabia que um homem com bom senso não f

a seus afazeres como se ela não estivesse lá. Sophie olhou por cima do o

ace

oderia

vamente, e um sorriso mali

ecisão, srt

todos à sua volta pensariam quando descobrissem? Sophie se aproximou da mesa de Eric,

ou precis

nos - ele disse. - No momento certo eu vou informá-la. Não irá se machucar

ra lo

ssim, como se aquilo não fosse importante. Ele notou o olhar de Sophie, porque pa

lguma pe

desse fazer, mas encontrada no fundo

r qu

, sei que isso parece loucura, mas como disse, não precisa se preocupar

stante para responder aquela pergunta. Não sabia o que ele queria de fato. Não sabia s

admissão e quando deverá começar - disse

entregar a um homem que nem conhecia e o fato de ele ser seu chefe a fazia notar que

perder não er

isso não a faria assinar um contrato invisível

para que não s

o havi

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Dono Do Seu Prazer
“Eric Carter Eu estava prestes a morrer. Graças à minha doença, eu não tinha muito tempo de vida sem fazer uma cirurgia que impediria minha morte, mas decidi que ter um filho resolveria os meus problemas. Eu só precisava de alguém. E Sophie Simmons era a escolha perfeita. - Nunca foi tocada por um homem antes, srta. Simmons? Eu sou incomum? - Perguntou ele. Os olhos dela procuraram os dele. Sem jeito, Sophie respondeu: - Não - ela disse, mas não aguentou sustentar o olhar de Eric. Havia algo ali. Algo que a fazia ficar vermelha. Ele a enxergava, percebia -, senhor. - Eric. Meu nome é Eric. Me chame assim. Sophie Simmons Depois que minha família faliu, eu tinha que recomeçar a minha vida. Eu não tinha muitas opções e precisava de um emprego. A Carter's Enterprises era a minha salvação, mas eu não fazia ideia de que encontraria um verdadeiro diabo e aceitaria ser dele por um pouco de conforto e dinheiro. - Você decidiu fazer isso. Não pode me culpar. Eu só quero sexo. Você decidiu me dar o que eu queria. É um acordo justo. - Seria um acordo justo se você não fosse um arrogante desprezível - ela disse, a voz cheia de raiva e revolta. - Você não passa de um babaca convencido! - Ele pegou seu cabelo com um braço poderoso e a encarou. - Me solte! - Eu devia? Eu sou um monstro. Monstros não são justos, minha flor de lótus.”