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Inocência com sedução

Capítulo 5 Inocência com sedução

Palavras: 1396    |    Lançado em: 22/03/2022

mo criou para si uma aura de reverência. Ele não havia feito nada na vida além de pisar em pessoas para se tornar poderoso e usar métodos de persuasão que podem ou não ter sid

ento do jogo. - Nada disso. Esse é o contrato. É pegar ou largar. Ele resmungou, mas não disse mais nada. Em minutos, aquela provação acabou e seu comportamento ficou instantaneamente mais agradável. - Gosto de você, Davis. Você e eu somos feitos do mesmo aço! Ele me bateu com força no ombro. - Gosto de você também, Rails, mas não somos farinha do mesmo saco. Por isso, manterei discrição a qualquer custo enquanto estiver pagando minha empresa para guardar seja lá o que estiver escondendo. Não quero a polícia federal ou o serviço secreto se metendo onde não deve. Encarei seu rosto avermelhado e inchado com um olhar duro e treinado. - Eu muito menos, pode acreditar. E tudo estava acabado. Fiquei feliz quando ele foi embora, pois agora poderia levar Virginia para minha cama essa noite. Capítulo 3 OFÉLIA Observei Asher Davis dispensar a mulher que trouxera e depois sair com JoBob Rails. Definitivamente havia drama acontecendo aquela noite. Queria muito ficar e assistir a tudo, mas suspeitei que seria o próximo alvo de Asher e, como sua garota havia ido embora, fiquei mais vulnerável. Eu amava observar pessoas. Havia tantos políticos poderosos na sala, todos competindo por um lugar no tabuleiro. Fiquei de lado por mais alguns minutos, querendo ver a ação acontecer. Fiz notas mentais sobre o campo do jogo político para a próxima eleição. O que pude extrair de conversas aqui e ali foram assuntos importantes, como economia, salários e relações comerciais internacionais fracassadas. Os outros sons da noite eram resmungos amargos de Lisa Horn. A sua cruzada pelos direitos das mulheres e pelo empoderamento, um grito de guerra bem antiquado, estava sendo rejeitado. Mas até que ela conseguia esquentar um pouco as coisas enquanto se mantinha sempre nos santuários políticos masculinos. A maioria das pessoas ali não tinham nada além de coisas odiosas a fazer. Eu queria que o país soubesse exatamente quem estava dizendo o quê, já que Lisa Horn era uma queridinha dos eleitores americanos. Estava tão focada na tarefa que baixei a guarda por um momento para ouvir um debate acalorado. Quando senti a presença de outra pessoa ao meu lado, meu coração quase caiu do peito. - Bebendo sozinha? Eu reconheceria aquele ronronar sensual em qualquer lugar, mesmo após ouvi-lo por apenas alguns segundos. Eu me virei para ele e entrei em um modo feroz e agressivo. Sedução seria perigoso com esse cara, então o olhei com uma cara que dizia que minha vagina tinha dentes e que eu não tinha medo de usá-los. - Quer compar

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Inocência com sedução
“O que Taylor Magnus está fazendo aqui? Me encostei na parede com a saia subindo pela minha bunda enquanto me ajeitava na áspera parede de estuque. Eu não a ajeitei. O belo anfitrião, vestido incrivelmente bem, definitivamente percebeu. Enquanto lambia os lábios e andava na minha direção, eu sabia que ele se perguntava se eu estava usando calcinha. - É o bar mitzvah do melhor amigo da filha dele. O que você está fazendo aqui? Senhorita... Ele inclinou a cabeça para baixo e leu o nome no meu crachá de imprensa. Fitzpatrick? Aprendi com o tempo a não ficar nervosa; as pessoas farejam aproveitadoras de longe. Respirei fundo para afastar o medo. - Essa é uma festa e tanto. Trabalho na coluna de sociedade, sabe? Noticiando todo mundo que é alguém. Dei meu sorriso característico, uma expressão bem ensaiada de inocência com uma pitada de sedução. - Muito ousada, você não devia estar aqui. Essa é uma festa particular! Estava claro que ele não ia me dedurar. - Não se eu for convidada. Me abaixei um pouco na parede, fazendo minha saia subir ainda mais. - Clara Fitzpatrick, disse ele, lendo meu crachá. - Um nome muito judeu... - Vem da minha mãe. Então, você acha que Taylor vai passar o projeto da educação? Aquele dá àqueles garotos uma chance real de se educar... com faculdade, alimentação e moradia gratuitos? Eu sabia que estava pressionando, mas o cara sabia muito mais do que estava dizendo. Acho que ele esperava algo do tipo. - Ele deve assinar essa noite. Tem algo a dizer? Endireitei a gravata dele, que estava realmente torta. - Quero dizer, você é o anfitrião do pós Bar Mitzvah, recebendo na própria casa uma lista de convidados muito exclusiva".”