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Marcas do Passado

Capítulo 4 Capitulo 3

Palavras: 1524    |    Lançado em: 24/04/2022

ari

ua mãe, ela precisava de mais informações e por

é o nome da minha mãe? Onde ela mora? Preciso de toda

isso agora? Vamos deixar isso para lá,

to saber quem é minha mãe

sei de sua mãe é que ela casou e está mor

nome da minha mãe

sso que eu sei e mais nada. Catarina não quero mais tocar n

para sair daquela casa e ir em busca de sua mãe. Desde da conversa de seu pai ela passou a guarda todo dinheiro que conseguisse, passou a pegar as moedas do troco do mercado ou da padaria que sobrava para costear sua fuga, ela sabia que tinha que sair daquela casa, ela já não suportava mais os maus tratos e a fome, Catarina era uma menina de 9 anos com responsabilidade de mulher, porem

venha aqui precis

falar, senhora

direito de fala nada. Bom você já está com dez anos e precisa procurar uma ocupação para trazer d

enho como trabalhar! Eu ajudo limpando a casa, lavan

el, as roupas que você lava quando não mancha de cândida, fica dura como um pau no varal,

ais serviços, coisa que elas não fazem só sabe ficar me explorando. E Rosa até filho já tem e eu que tenho que ficar cui

has? Você não serve nem para lamber os pés das minhas filhas. E

também não nasci de você como Rosa e Roseli, Math

e acabar com minha família, eu nunca quis você aqui na minha casa, eu falei para Jose que não queria você aqui na minha casa, mas ainda assim ele quis te traz

o que você quer? Que

a daqui e não v

mim, onde o povo desta família é invejoso, mentiroso e que só me quer aqui po

cinto na mão e começa a bater em Catarina e desta vez batia para matar, Catarina tentava se defender colocando as braços na frente do rosto para não acerta sua face, Josefa batia cada vez mais forte, Catarina chorava e gritava por socorro pois ela sabia que s

pare ou a senhora

m aí ela já deveria est

ude ou ela vai me matar de tanto

gra safada. Hoje ninguém

Matheus

: mamãe

LA JOSEFA, SO

EIO BUSCA A VADIADI

RESPONDO POR MIM. VOCE JÁ

stejante com os braços e pernas cheia de marca, pequenos cortes e sangue escorre pela

oloca em um saco que hoje ela vai para rua, já que aqui não está bo

esse dia chegasse. Há jogou na rua sem nem ao menos se importar com o fim que aquela criança teria. Catarina pegou o pouco de coisa que tinha e saiu daquela casa, Matheus tentou mudar a atitude de sua mãe porem não conse

e não ficar brigando com sua mãe agora você estar

a tenho 10 anos apenas estou com fome, frio, machucada e o que

oisa. Tenta achar sua mãe e v

do no centro, Catarina pede informação de como chegar em São Paulo, após pegar as devidas informações Catarina sai pedindo dinheiro para poder juntar com o que tinha e pagar o ônibus, algumas pessoas deram, outras não, mas com muito custo conseguiu arruma a quantia deseja para pagar o ônibus e ainda tomar um lanche. Catarina

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Marcas do Passado
Marcas do Passado
“Agosto de 1954, um inverno como jamais foi visto naquela cidade, uma casa simples no interior da cidade, município de Rio Claro, bairro de Santa Cruz a senhora Elisabete está com muita dor, chora, pois não sabe como será sua vida após o nascimento da criança, o medo e a angustia é estampada em sua face. Em seu pensamento vinha apenas uma coisa como isso foi acontece como será agora, como foi acreditar na conversa de um homem, mal, cruel como Jose. Foi só uma ilusão tudo que aconteceu como pode existir amor, quando tem briga, surras, mentira e traição. Elisabete não tinha motivo para estar feliz, ela apenas queria que aquela dor acabasse logo. José da sala ouve um choro de criança e corre para o quarto para conhecer sua filha a pequena Carolina José toma a pequena Carolina nos braços e a olha com olhar de ternura, a menina que acaba de nascer. Mas nem tudo será flores na vida da pequena Carolina e com isso ela terá que ser tornar adulta antes do tempo. E serão tempos difíceis”