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A Bastarda

Capítulo 4 Acabou a mordomia, bastarda!

Palavras: 1284    |    Lançado em: 06/06/2022

yr

nos de

mandava cartas. Desde que a mãe dele e o bebê morreram

z ele estivesse muito ocupado com os estudos e com as ga

.

que já era hora de casar para lhe dar um neto. Por mais q

a é essa de t

honete da e

orra! Vou te tira

tinha que cuidar da casa e gerar filhos. Talvez f

e um lado para o outro na varanda da casa. - É o últim

estavam nos meus braços

o charuto, soprou a fumaça no ar e então, me olhou

casar com a

ap

u rosto para o outro lado. Aquela foi a pr

Eu mando nessa porra! Você vai se casar e vai me da

meu rosto. Ergui os meus ol

me puxou pela gola do vestido, tirando

enquanto o meu pai c

ha frente, Ay

parei. Fui direto para o sótão onde eu dormia e me ajoelhei no colchão.

ra comprar as passagens para São Paulo. Se eu alugasse um quartinho com banheiro e

. O meu pai costumava levantar às 5 da manhã e a Jussara acordava às 4h45

.

ceu para o jantar. Ele não costumava beber durante a semana. Fiquei na cozinha até às

, bastarda? - Ti

a esperand

fodendo com uma d

que o meu pa

t! S

om um forte tapa

eus olhos, levei

ejou num tom estridente. - Uma mulher decente não fica lend

omances

putaria, - berrou.

nto ao

a vagabunda por aí! - Tia Lúcia m

casa e ser obrigada a casar com um idiota que poderia me estupra

iosa que não conseguia dormir direito. Enfiei-me embaixo do meu cobertor enquanto pensava em

morava com o pai em Alphaville, um bairro nobre

do um clarão invadiu o meu quarto. Inclinei meu torso e me apoiei n

vant

ue ho

velho relógio redondo pra

pai

tei o lençol e

e no meio do matagal, - r

e estava f

ege com quadradinhos vermelhos nos ombros. - Você estuda tanto para quê

pensando na últi

a. - Não pode ser o meu p

ocê continuar deitada

feria a tia Lúcia quando

as costas. Calcei o meu chinelo e segui para a sala onde estava o Charles, que era o gerente

a Lúcia não gostava, principalmente quando recebia visitas. Lúc

Maya, contendo a vonta

ervei os móveis em cores neutras. Ainda lembro do dia em que

erna na irmã e levou uma

e do Benjamin foi encontrada na estrada com o farol aceso, provavelmente, - o homem troncudo com uma calvície incipiente

o em lágrimas. O nó incomodava a minha garganta, passe

sse o delegado ao se dirigir para a port

la. Percebi o jeito como ele pegou a mão dela e b

ambos caminhavam lentamente quando

casa, - ela ordenou. - A

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A Bastarda
“"Era estranho o interesse de Jensen por aquele lugar. Ele não gostava da fazenda... - A partir de amanhã, eu vou te buscar e te levar na escola. - Não precisa! Apesar de seu instinto protetor, eu desconfiava que todo aquele cuidado tinha a ver com as propriedades e o dinheiro que herdei. - Você não pode sair por aí enquanto aquele babaca estiver solto. - Já sei, - sorri de boca fechada. - Você quer me manter viva até nos desfazermos dessa merda de lugar. - Que seja! - Ele levantou-se bruscamente. - Pense como você quiser. .... Cada cicatriz no corpo de Ayra a fortaleceu para lutar por seus objetivos. A ambição de Jensen o encorajou a fazer de tudo, inclusive seduzir a prima, para recuperar tudo o que a bastarda roubou de sua família. Este livro é protegido pela Lei do direito autoral. Todos os direitos reservados. Copyright © 2.021 by Ana Paula P. Silva”