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A Bastarda

Capítulo 2 A filha bastarda

Palavras: 1628    |    Lançado em: 06/06/2022

yr

nos an

rma como a minha tia ordenou. Dobrei os meus joelhos e abracei as minhas pernas, pois ti

tia Lúcia? - Meu coraçã

ndia porque tudo o que acontec

a puxou a minha orelha e torceu.

! - berrei d

u o cinto e do

nsar que estava brincando em um

s na porta me salvara

minha mãe voltaria para me buscar e me l

de madeira até os degraus que levavam para a por

deira para pegar o sorvete e caí. - A vo

que nos desse sorvete, mas ela disse que estava perto do

ou o pote de sorvete de baunilha e depois, cismou em pegar os potes no armário que ficava no alto da parede. Ele esticou-se

Meu primo quebrou o braço e como sempre, a minha madrasta espremeu os olhos e m

o no lugar da Ayra!

deixar de castigo naquele lugar escuro, cheio de teias de

se fechar e as vozes diminuírem. Torci para que o meu

eu torcia para que o meu pai chegasse e perguntas

e meus batimentos cardíacos acelerarem. Se a minh

beça deitar para o lado, senti

ite, sua

as dos meus cabelos, des

tia! - Eu disse

to, mas estav

r a boca, sua bastar

a cabeça. Por um instante, eu vi tudo embaçado. Escutei um

her. Eu abracei ainda mais as minhas pernas e fechei os olhos, p

batendo mais forte e a ponta da fiv

io acabasse de uma vez. Na quinta cintada, meu

osso g

para o lado e então, me sentei nov

pidas da tia Lúcia. Apesar da

osso r

as costas que estava queimando pelo i

sso me

sesperadas na porta in

ava desesperadamente na madeira. - Desta vez eram os

njamin já passo

ndimentos, ele era dono de terras em Barra do Piraí. O homem era próspero, todavia, ele não tinha o que sempre d

eu vestido. Tirou o casaco dela e colocou nas minhas co

o esse rosto,

das minhas pequenas mãos enqu

a, ande m

os passos de tia Lúcia até a escada. Ela de

fez com a m

o se

a menina! - A mulher de cabelos ca

ssa garota para o banheiro do segu

minhava. De repente, o Jensen aparece

você est

continuávamos andando. - Espere na cozinha! - Fez um carinho nas

.

cou em meus ombros e s

a cheia. A minha pele ardia, mas eu sabia que logo aquilo tudo

algodão e uma menina, com as tranças perfeitas

s meus ombros e continuou a cantarolar como um anjo. Ela tem a p

ntinuava lavando os meus cabelos bem escuros. Sou a mistura de índia

a? - indaguei par

nja pelas minhas cos

ra também

Ela jogou a água misturada

a desde a primeira surra q

meu pai. A Maya tinha dois filhos e era casada com o Pedro, o tratador de cavalos. Para uma indígena, n

a, pegou o pote pequeno e retirou a tampa. - Depressa, meni

tanta fome que

moçar naquele dia e provavel

jama de flanela, eu saí do banheiro e segui a mul

uarto disponível para mim naquela casa, eu dormia no sótão. Eu diria que a luz do luar era encantadora

. Ela pediu para eu fazer silêncio e foi atender a po

ou Maya entre sussurros. - V

e sorvete

do colchão. Eu estava deitada de bruços. F

nhas costas. - Trouxe sorvete! - As m

dor, mas nã

da. Vá para o se

dormindo, ele não insistiu. Jens

avam de bastarda. Em dias bons, nós corríamos pela fazenda, tomávamos banhos no ri

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A Bastarda
A Bastarda
“"Era estranho o interesse de Jensen por aquele lugar. Ele não gostava da fazenda... - A partir de amanhã, eu vou te buscar e te levar na escola. - Não precisa! Apesar de seu instinto protetor, eu desconfiava que todo aquele cuidado tinha a ver com as propriedades e o dinheiro que herdei. - Você não pode sair por aí enquanto aquele babaca estiver solto. - Já sei, - sorri de boca fechada. - Você quer me manter viva até nos desfazermos dessa merda de lugar. - Que seja! - Ele levantou-se bruscamente. - Pense como você quiser. .... Cada cicatriz no corpo de Ayra a fortaleceu para lutar por seus objetivos. A ambição de Jensen o encorajou a fazer de tudo, inclusive seduzir a prima, para recuperar tudo o que a bastarda roubou de sua família. Este livro é protegido pela Lei do direito autoral. Todos os direitos reservados. Copyright © 2.021 by Ana Paula P. Silva”