Contrata-se uma noiva
sta de Enzo e se surpreende com a arru
a primeira porta, à direita. - Este é meu quarto... - Ele abre a porta, deixando-a espiar.
obrigada
e dá uma leva massageada. - Depois desse final de s
e da noite que passaram juntos. - É... - Di
ras no relógio. Já passam das 20 horas, não sabia dizer como a hora passara tão rápido.
ado direito um roupeiro, que ocupava a parede inteira. Jeniffer colocou sua mochila no chão, revirou e viu que tinha apenas o básico mesmo.
ntia necessidade era de um banho. Sentia-se suada pelo estresse, e nos dia
sa, estilo de escritório próximo a janela. Dirigiu-se ao grande roupeiro e abriu-o. - Ternos, casacos... não é aqui. - Fechou as portas. - Camisetas, calças, moletons... também não é aqui! - Abriu as outras portas. - Ok... livros, pa
- Enzo! Meu coração... quer me ma
Ergueu uma sobrancelha. Jenif
. - Ela ergue a toalha branca em su
uma carteira em cima da mesa de escritório. - Sem isso, não
a de um banho... - Fecha os olhos e lava os cabelos, usando o shampoo disposto no box, visto que nem mesmo sham
rviço, e põe-se a lavar as roupas sujas. Usa um sabão br
... - Ouve Enzo
i... - Grit
belos longos e escuros soltos e molhados, estremeceu de vontade de tocá-la, baixou os olhos
ndo? - Ele fala f
roupa... - Ela f
Ele aponta para a lavadora a
jeito. - Não q
sso na máquina e venha comer. O
a e coloca a roupa na máquina de lavar r
olas. - Pão francês e doce, biscoitos de chocolate e de coco. Suc
nto ajuda a tirar as compras das
rgonhado. - Não perguntei do que você gost
o sorriso que dá a ele. Enzo n
o com ele? Perdera o juízo? Voltou-se para as compras,
dar as coisas e
omem em silêncio,
reocupada
franze o cenho enquanto m
te, ele pode te prejudica
de café. - Não há nada dem
de te prejudicar... co
is de um amigo. - Enzo pensa. - Na verdade e
abe do poder de seu pai e de Ricardo. Já havia presenc
abalho é numa empresa ótima, que por sorte é dos pais de seu melhor amigo, Pedr
sforço sobre humano para manter-se sóbrio, pois sentia-se embriagado por ela. Pelo ch
do. Sabia como era ser traído, e no caso dela, era
stava triste, mas bem. - Estou triste pelo
os dela e aperta. - Mas em mim você
me ajudado a fugir do casamento... - Ela ergue as sobrancelhas, pensati
ada com aquele crápula. - Você o ama? - A pe
a ele não era ruim, mas também nunca a satisfazia, ele não se importava muito com isso, ele estando satisfeito era o que importava. Mas
que não
ernamente por ficar insistindo
uns meses, achei que estava tudo certo, afinal tínhamos sido amigos antes. - Ela foca em algu
um brilho diferente, sua respiração pesou. Enzo se aproxima do rosto dela e a
to e tem vontade de beijá-lo. Céus! Acabara de sair de um noivado e estava se envolvendo com outro homem! Fecha o
urou-se pois não sabia o que ela estava pensando, mas agora via que ela também o
até os seios, ela deixa escapar um gemido e
nzo
ço enquanto sobe a camiseta del
e os olhos e o fita. Enzo engole s
e alguns segundos. Então se afasta, mas en
o belo rosto do homem a su
se do sofá e a pegou nos braços, não desviando o olhar. Levou-a para o seu quarto, deitou-a em sua cama... a quanto tempo uma mulher não seitava ali
m orgasmo só de olhá-lo. O corpo forte e másculo a envolveu
membro rijo. Ela sentou-se devagar, sentindo seu tamanho todo se
pela manhã, nunca imaginou encontrar uma noiva em fug
ffer gemia alto, a cada nova estocada. Sentiu quando ela começou a estremecer, então levou a mão ao seu clitóris movimentando, fazendo-a arfar e gritar
r pensou que ele a mandaria sair, ou que não diria nada, não sabia c
er? - Ela pergunta segur
com você. - Ele fala sensual, fa