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Cinquenta Trepadas de Pobre

Capítulo 3 CHUMBO TROCADO 2

Palavras: 1728    |    Lançado em: 14/07/2022

Parece que faz só por fazer

humilhar - Zeca r

falhas ou que fez errado, que vem dando uma de vítima. - Não tinha mais saco par

u eu o errado?

e não queria sair de casa, mas tínhamos duas filhas e não abriria mão do direito delas. Nossa vida es

- Parou, me olhando com as mãos na cintura. - Nós temos uma família, du

. - O nosso casamento acabou há muito tempo, Zeca! A traição foi apenas a pá de cal. Você não

- Ele segurou a cabeça com as duas mãos. - Ol

et e conhecia mulheres que sofreram violência doméstica. Todas tiveram um começo par

o, assim que as meninas estivessem na escola, eu procuraria um lug

malas prontas. Ele estava com cara

soube te dar valor. - Parecia realmente sincero. - Vi que me

lágrimas desciam. Para muitas pessoas, terminar um casamento era a coisa mais fácil, mas na prática não era bem ass

ecessário. - Estava realmente falando a verdade. - Suas filhas te amam e não merecem esse so

ijando minha testa. Depois partiu, deixando duas cart

o de minhas filhas. Elas se abriram mais comigo e disseram que não sabiam como eu aguentava aquele tipo de tratamento por parte do pai delas. Minhas filhas me encheram de orgu

marido de Darlene e toda vez que me via na cama, só imaginava sendo com ele. Não era uma vadia destruidora de lares, mas não s

seio, quando, aquele que pertur

Ziele! Seu

Pode encontrá-lo na casa dos pais dele. - Fazia que

ter percebido que empreguei um pouco mais de ê

ham se divorciado,

era nenhuma mentira. - E como está Darlene? - pergunt

alho e só retorna ao anoitecer. - S

lor fora do comum, um mal-estar esquisito, meu coração parecia que ia sair pela boca. Saí do banho mais fresca, porém,

lados e entrei, assim que percebi o ambiente livre de bisbilhoteiros. Fui direto para o quarto, mexi em s

espelho e não pude deixar de rir, apesar de estar muito gostosa com aquela sainha branca e aquele tomara que caia apertado. Meus seios

caiu, partindo-se em dois. Esfreguei minhas mãos no líquido que se espalhava pelo chão e passei na nuca e em outras partes importantes. Precisava ter o cheir

esar da escuridão, o seu olhar v

quanto arrancava a própria roupa. - Sabe

resistência. Enquanto me beijava, me torturava com três dedos bem velozes. Não satisfeito, desceu os lábios até meu busto e rapidamente abaixou o bojo que cobria meus seios, enchendo-os de beijos, lambidas e chupões. Os seus de

im, fácil? - Balançou negativam

Ajoelhei-me e o fiz. Ele pressionou a minha cabeça com uma das mãos e

pada até o cabo,

boca, enquanto fazia o mesmo com minha cabeça em direção à sua pélv

trar em você, mas antes vou dar u

nela. Minha vulva ficou exposta naquela posição. Ele então se ajoelhou, arrancou a minha calcinha e começou a me penetrar com

gozar! Como ousa de

, mordiscou o meu clitóris e depois o sugou antes de penetrar sua língua novamente em minhas entranhas. Tremi a ponto de d

nos levantou e, com as pernas ainda bambas, me empurrou contra a parede e continuou fodendo-me, em pé. Senti que outro gozo se aproximava, minhas pernas não me sustentavam, então ele me ergueu, eu abracei e enla

u, me olhou gel

cia bem zangado. - Agora vamos con

e foi até o interruptor e acendeu a luz. Eu devo te

Olhou-me como se encontrass

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Cinquenta Trepadas de Pobre
Cinquenta Trepadas de Pobre
“Um casamento num dia de azar; uma aluna que engravidou cedo e parou de estudar; uma professora vivendo uma aventura no trem; um vereador corrupto que não ama ninguém. Pessoas comuns, sonhos inacabados, história de desejos sobre trabalhadores apaixonados. Abordando temas como corrupção, machismo, preconceitos e descaso com a educação, o livro narra as aventuras eróticas e românticas de pessoas comuns e classes desvalorizadas. Tudo isso cercado de muito humor, amor e uma boa dose de críticas sociais.”