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PROIBIDO TE AMAR

Capítulo 2 -1

Palavras: 1719    |    Lançado em: 06/09/2022

ÇÃO L

acabado. Ele ainda me ama, mesmo tão distante. Sento em uma das cadeiras e encho minha xícara com café. Encaro o líquido escuro e tento de alguma forma entender o que sinto. A única

om

nha cabeça de forma demorada como faz todos os dias e senta ao me

a parece que

ra um remédio pra dor de c

isso que

pescoço, deixando um be

a mais sair com o p

ertido pe

de cabeça de ag

ema não foi sair com seus amigos. A

isava

olhando e

iciente para esquecer o q

meu rosto, acaricia

te

tem para descobrir a

Não sei o que fiz de errado, mas faz tempo que você não me olha ma

ola sua testa na min

s estou disposto a mudar se for e

ntenho firme. Não foi ele que mudou, fui eu. Na ve

reconq

ido. Nós nunca tivemos discussões intensas, nunca brigamos por coisas b

um filho

ão arrumam

u s

m beijo delica

tar a me amar, v

bríc

com se

dindo uma chance

o mestre de obras. Marquei com ele de ver uma obra final

iso at

udo

ular sobre o balcão. O no

u me atrasa

tem pr

carro, mas já resolvi. A me

ei te e

Va

Tc

ar aqui e ouvir dizer que me quer. Que resposta posso dar? Amo seu cunhado e não exist

! Já estão m

onversamos ma

me beija de verdade. Seus lábios estão intensos, mas não sinto nada. Tento devo

e recon

vo, mas agora

ora

rumo ao nosso

****

eu estômago ronca. Já são quase quat

Lu

e na porta d

a minha direção e senta a

as coisas. Senta na

Ch

ara o sofá. Se joga nele, fica

veio faz

nei minhas coisas e

sa, já que t

me buscar, es

ouve com

enorme

mesmo

minha mão. Não quero saber o que ela

ver com você quando ser

u livr

ois d

mim tu

ele. Quer ir no nosso carr

meu carro e de

ê que

lizes eu diria. Deus! Como eu posso desejar infelicidade no casamento da minha melhor amiga? Como posso amar o marido dela? A culpa é da Marcele que me

sse que

embora e me deixa t

e a

o se le

bém t

***

isas que não preciso fazer nada. Diferente da casa principal e da estufa em frente ao lago. Entro na casa e decido arrumar tudo para esperá-los. No meio da vasta sala vazia tem uma mesa. Acomodo os projetos de cada parte da casa sobre a mesa.

Lu

minha cabeça e ele está na porta, encostado nela com um sorriso lindo.

arc

m as palavras saem tremulas, como se eu fosse uma

ela e esqueceu da gente. Disse para me

arcele se per

ele ri. O som mais

e tem

e aponto para os papéis. Danilo para ao meu lado, ficando próximo. Muito próximo e

é a c

seu corpo toca o meu, me causando um arrepio n

Si

meus olhos. Um par de olhos

bem? Parec

! Só um dia

nte

u braço e acari

r umas féria

humor e nó

dora es

ue acabo d

e nego co

ho assim, sempre esta

conhecemos por causa dele

pensativo. Algumas rugas se formam no

amiga, mas não me conta nada sobre seus gostos e personalidade.

ba mais sobre ele do que eu. Diferente de você com

me ma

ri

pa, mas

u s

mãos se

er e não conheço você. Está sempre calada

amentos só

a nada legal dizer que meus

a melhor a amiga da minha m

melho

lhar para

ha aliada nas brigas da família, ma

Qu

ápido e vi

boa como fa

e ele estica

mig

sua

mig

conder de mim. Me mos

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PROIBIDO TE AMAR
PROIBIDO TE AMAR
“Me chamo Luísa, estou casada com Fabrício há quase quatro anos, sou arquiteta e trabalho com a minha melhor amiga Marcele. Sou completamente apaixonada, louca e desejo um homem que não posso ter, que nunca será meu. Não por ele ser o melhor amigo do meu marido, mas por ser marido da minha melhor amiga. Estou proibida de amar o Danilo.”