lo morrer ou muito menos sofrer ainda mais. A doença o atacava cada vez mais, e ela preci
precisasse tirar a roupa, mas nada estava aberto no mercado. A faculdade de medicina tinha sido trancada, e fora
na cama e puxou o remédio diário injetando no tubo que estava diretamente ligado a veia de Maurício, aplicou vendo Mel querer chora
tou. Mel só confirmou com a c
família. Não quero perder ele de jeito nenhum. Não é por falta de esforço, eu estou a meses procurando um e
tempo. Ele precisa da cirurgia com urgência. Já entrei com um pedido para seu irmão, ma
jando. - Preciso ir agora. – levantou
a por mais emprego, não podia ficar de braços cruzados, mas antes, iria em casa, toma
*
a mulher ir embora, seu humor piorava, sua raiva crescia e ele estava maluco. Que
lhos verdes e cabelos ruivos, cresceu com o ódio de vê-la dar as costa
seus documentos em cima da mesa do escritório, encontrou o dossiê que Mirela
leu no endereço e tinha um irmão de doze anos doente. Era só o que dizia. Nada mais especif
massageava a barba por fazer. Alguma coisa naquele rosto doce o fez imaginar coisas obscenas e quand
na loira de peitos grandes e virou botando as mãos nos bols
belo exageradamente vermelho, deixando o homem com dor de cabeça. O rosto cheio
ando as
uzando os braços e Mirela bateu o pé, chamando atenção do seu chefe.
im. Qualquer mulher dessa droga de cidade dormiria com você po
undo sem saber como se explicar de verdade e sendo sincero, não tinha que explicar nada. -
- Ela foi embora. - tocou na ferida e ele ap
az aqui? - Mirela rev
mbora estivess
menina. Mel Costa de Albuquerque estava bem no topo. Não tinha experiência em quase nada, e tinha trancado da faculdade. Havia somente uma foto
s de ouvir duas batida
fonte de encontrar pessoas. - Lamento muito, mas não acho que queira ir onde
no e ajeitou a camisa vermelha que vestia. Pegou a carteira e
e o tal prédio pequeno e com vazamentos era muito pior. Pararam em frente do tal prédio de apartamentos, ch
iretamente para a porta do prédio, ela iria sair, ou entrar em qualquer momento e ele espera
alado –
orriso no rosto, ela atravessou a rua e passou perto do carro escuro sem nem olhar para ele. Parou no ponto de ônibus do lado do carro e olhou na direção oposta.
entendia por que. Quando o ônibus parou atrás
alavra ônibus em sua vida, acreditava qu
saída da sua ruiva, e quase meia hora depois ela desceu o ônibus ainda com o sorriso no rosto. Atraves
de lado, não era possível que ela tinha trocado sua
ta. Vamos
rapidamente. Andou pela calçada parando em frente e a avistou pelo vidro, estava bonita como naquele dia, mas o sorriso lin
hou para dentro. Viu a menina conversar com um homem alto, ela estava feliz dando pulinhos de alegria. Sorria feito uma boba. De
Perguntou o motorista, se
mando sua roupa cara. - Não posso mais
seguiu a diante, diret
*
estabelecimento, sua felicidade estava contagiando a todos. - Só Deus sabe o quanto eu pr
disse sim. - Eu não pagarei t
pe com isso, is
manhã? – ela confirmou animada, peg
is próximo e fincou seus pés ali. Respirou fundo e se beliscou de novo, não queria que fosse um sonho
alma. Quando chegou ao hospital atravessou o corredor distribuindo sorriso e uma alegria intensa demais para se
acelerado
olharam para trás, mas apen
mas não o faça falar, ou fazer esforço, seu corpo está
irmão de olhos abertos. – lágrimas c
comece a falar já. – saiu da frente de Mel, ela deu
ais. Ela mordeu o lábio e passou a mão no
as lágrimas começaram a aparecer e Maurício também chorava. - Sei que quer sair para voltar a brincar comigo no j
e tudo, mas em um momento desses, não podes tá bom? Amanhã, poderá falar o quanto q
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