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Concunhada não é parente

Capítulo 8 Obsessão

Palavras: 2772    |    Lançado em: 17/02/2023

sitivo: Yuri vai ser l

ou bem p

tensa dos pés à cabe

ar o riso. Olha quem fal

m bebê recém-nascido vai ser absolvido de algo se nem

) não importavam. O que importava era o uso que podia fazer da c

atizado – prosseguiu ela – Vai ser

ntando-se – se você não calar a b

eria muito bem fazer isso. Deu as

ase metrossexual, estava se arrumando meticulosamente alguns andares acima, na cobertura que ainda vivia, de seu

tos que, em breve, tornariam Cristina

e, apesar de budista, conservava uma opinião meio cristã protestante do bati

stão fora posta em primeiro lugar, na segunda semana de vida de Yuri. Ela mesma batizara seus filhos com um

dois meses de vida. Teresa já estava ficando nervosa co

quente. E ela falara. Sugerira. Não que desejasse a morte de Yuri, longe disso, mas, se por acas

z Teresa se levantar, puxando Cristina pelo cotovelo, e descer

a dos padrinhos. Olga e Miguel não tiveram es

o de Cristina, Miguel apareceu na sala vind

. Mas não naquele momento. Aquela ideia de segurar Maurício pela barriga fora estú

a sala. O que era cons

stavam sozinhos. Pos

parece ma

antou as s

– afirmou el

hum. Tem esse

ra Yuri no seu

o quê, que e

radical, mas que ta

om a cabeça, meio sé

r exemplo, eu não te beija

a olhou co

no seu colo – Se eu fizesse isso agora, ap

va no aposento ao lado, e em Maur

fim – Isso meio que si

em que viver perigosa

mente. Além de brincar de tentar trair Maurício c

, obr

i para segurá-lo apen

ábitos nunca morrem.

eia. Afinal, isso era de fato uma coisa meio previsível de acontecer

coisa na qual Cristina não a

sa perigosa, fazendo Cristina ter um certo medo do que aquele te

mpo em que Miguel sentava do seu lado e

fizera um bom trabalho. Ele podia parecer um bebê normal, com cara de joelho comum, nas prime

tir Cristina para si mesma, já que Yuri fez as mesmas caretas típicas de seu pai

ndo aco

de Cristina, levantou a mão

deu uma apertadinha c

édula por partes de ambos

ceu sabe

ditou. Porque uma coisa que qualquer molequinho já sab

uer coisa, ele beijou a nuca dela, e a respiração dele fez todos os pelinhos úmidos do pescoço dela se

o tem ver

m sorriso

Não é minha culpa se tem é u

, lembrando-se daquele d

l dera tempo para Miguel se afastar e ele

Já entrando no p

esticou o b

Qu

om ele, andando pela sala fazendo cócegas no capetinha e rindo. Maurício dificilmente ficava relaxado daquela forma com Cristina, parecendo tão livre

cia mais tão rui

car para muito

o de se

stava fug

da faculdade, bem debaixo de um buraco de bala, herança do já tão longínquo confr

ódio. Gente que não s

de, que, às vezes, perder não era ruim. Mas ainda

a-se ler contatos como Bruno, o monitor de James, que era um cara muito gracinha, mas tinha marcas de acne e não valia tanto a pena, embora fosse important

terminado o primeiro período com a média 7,0 graças àquele babaca. Mais alguns décimos e ela poderia obter o mais alto grau de dignidade acadêmica quando se formasse, se conseguisse manter a média.

que aconteceria depois que o tivesse encurralado, mas isso não importava naquele momento. O importante era esfregar o boletim na c

erar,

manhã, e na

:

:

ssário. Ele teria que aparecer naquele di

:

:

do ele deu o a

caram se encarando por uns segundos, separados por um metro e meio, dois, de esc

as escadas e começou a correr na direção oposta. Deu a volta no prédio como se corresse por sua vida, e passou pela porta dos fundos muito antes que James tivesse sequer

volta, pegaria o elevador de carga, pouco usado e desconhecido da grande maioria dos estudantes daquele prédio. Ele devia estar apostando que ela também não o

icho que era fundamental para sua ideia, seu pequeno plano. Se enf

Olhou de um lado para o outro exatamente como Cristina o fizera, mas não a viu, pois ela estava bem no fundo do nicho paralelo a

ntava que e

r exemplo. Ele seria bem mais fácil, já que estava absolutamente disposto a fazer tudo o que ela quisesse. Por que não se

ria ambos tranquilamente se aquilo acontecesse, e pai de seu afilhado (não que isso significasse muito) então duas vezes vedado. Porque, por m

nte uma história

mudado de nome e se ela não soubesse que Miguel fazia muito bem o tipo de cara que se apaixonava por qualquer par d

tava a flertar com ele de vez em quando. Porque, como ele me

e que o vira. Um troço fulminante. Cristina às vezes pendia para a explicação de que já tinham se encontrado outras vezes, em outras vidas, por isso aquilo. Porque estavam destinados a se encontrarem. Mas depois ela descar

ou fechar, ela correu para dentro. James quase morreu de susto. As portas se fecharam d

ilêncio enquanto pegava o boletim do bolso e

Enquanto isso, o elev

e ela pudesse comemorar – Mas eu disse que ia pe

esapareceu, dando lugar a

que eu era burra e que perdeu essa bosta de aposta! Deus! Como você pode ser

trás, um pouco sem fôlego de tanto gritar c

ó estava encostado na p

u baixinho, desenco

cinhas. Se adiantou, o empurrou de

rganta dela, ou injetava um litro de saliva em sua boca. Ambas essas coisas muitos garotos faziam. Não. Era diferente, talvez porque ele fosse o homem mais velho q

dade. Os dois sozinhos ali, o elevador parado,

ovo. O elevador voltou a se mexer. Cristina empurrou James e apertou o botão do quarto andar, onde sua aul

le às costas dela, parecendo

ecia que ia explodir, parecendo bem Cristina nos últimos meses, qua

no momento em que as portas se

certeza de que não se concentr

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Concunhada não é parente
Concunhada não é parente
“Quando conheceu Olga, sua cunhada, Cristina estaria mentindo se dissesse que não gostara dela na hora. Na verdade, começara a detestá-la quase que no mesmo segundo, sentimento que rapidamente se transformou em ódio e numa ferrenha rivalidade com os subsequentes choques entre ambas. Mas, como Cristina logo percebe, Olga pode ser o maior, mas não é seu único problema entre os Resende, onde apenas Maurício, sua fonte se segurança matrimonial, parece relativamente inofensivo. A atração que se desenvolve entre ela e Miguel, seu cunhado, se transforma rapidamente numa fonte potencial de problemas, e Teresa, sua sogra, não demora a mostrar que não é exatamente uma gracinha. Paralelamente a tudo isso, Cristina ainda se envolve numa relação inconstante e irresistível com uma bela tentação em formato de homem - que por acaso também é seu professor.E, se tivesse sido apenas isso, a vida de Cristina já teria sido suficientemente complicada. Infelizmente para ela, porém, houve mais. Muito mais.”