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Sr. Bragança

Capítulo 3 01

Palavras: 1268    |    Lançado em: 26/10/2023

atu

A

orpece meus sentidos, dificultando um pensamento lógico e tenho que me dividir entre ignorar o barulho agoniante e continuar abrindo caminho. No entanto, o aglo

da da minha mulher e filho, preciso piscar algumas vezes para acreditar no q

a direção do carro que minha mulher dirigia, os amassados indicam a intensidade do acidente e meus olhos ardem, cada parte do meu corpo parecendo ser perfurado por milhares de pequenas agulhas, a raiva e indignação sendo agora misturadas com dor. De imediato, já procuro pelo outro veículo, encontrando a BMW X6 prat

Miguel e corro na direção do homem, ainda não sei com precisão o que

morreu e o desgraçado

está ac

é ju

duas mãos e apertando forte, sentindo sua pele esquentar sob

a, me puxando para longe do desgraç

tindo uma força descomun

está massageando a área que estava sobre meu aperto quando nota minha aproximação

ial murmurar, olhando- me com

acabou de perder seus bens mais preciosos, a única família

rofissão sempre exigiu paciência e autocontrole, afinal eu lido com muitas crianças rebeldes.

Lígia e Luís Migu

e! - Algu

rça e puxando. Outro policial tenta tirar minhas mãos sobre o homem, mas estou bo

. - Um deles murmura e o olho, notando

amília. - Rosno, sentindo minha garganta q

ara perto de outros homens, mas e

licial que ainda está ao meu lado, me escolt

o, latejando por culpa

aminhada junto. O olho intrigado, então sua mão esquerda vem para o meu

antendo entre seus braços, e, só então,

m tudo, meus ombro

o fim da noite, quando eu chegar em casa depois de um dia difícil no trabalho, estarei sozinho envolta da mes

trazê- los

a

ar meu ombro e apontando com a cabeça

re os corpos. Tem algum outro

om a c

a. - Digo, sentindo u

vamos ter o

a, para s

gora percebo serem de um ma

- Sua voz é calma, controlado, posso compa

meu olhar para onde se encontram

de socorristas que ainda tentou salvar a vida do meu filho, ao que parece Luiz Miguel

gura pálida e cheia de dor, sent

RR

o era tã

ações que estão sendo me dadas, ainda esperando

her, os braços estendend

qu

Não que

i e aqui. - Ela aponta, mostra

a rubrica. Ela se afasta, me dando um s

exato momento que o desgraçado do motorista que matou minha família é levado de vi

faço é balançar a cabeça em negativo, desejando que todos me deixem finalmente sozinhos. Ele me fala que os c

eu não teria forças pa

também vai embora, pedin

não conseguindo desviar os olhos do sangue no chão, sabendo

cabou hoje,

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Sr. Bragança
Sr. Bragança
“Ele foi o único homem que amei, meu professor. Na época, a fotografia de sua esposa e filho em sua mesa era um lembrete constante do quanto meu amor por ele era platônico. Mas os anos se passaram, e agora ele é meu chefe. David Bragança se tornou um homem frio, marcado pela culpa, e, agora sem esposa. Quando tentei ajudá-lo, acabei me afundando em seu mundo, desenterrando traumas e segredos que ele tentou esconder a todo custo. E, enquanto tento lidar com a realidade, percebo que talvez meu amor por ele não tenha morrido.”