Luz: O Renascer da Fadista

Luz: O Renascer da Fadista

Critter

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Eu era Sofia, a fadista de ouro, a noiva perfeita do produtor genial Diogo. A nossa história de amor era a base da minha carreira, um conto de fadas cantado em todas as rádios de Portugal. Até que um vídeo anónimo me revelou a verdade nua e crua: Diogo não era apenas meu noivo e musa, mas também amante da estrela de reality show Carolina. E ela não tinha intenção de se esconder. Cada mensagem da Carolina era um golpe, cada fotografia dele adormecido ao lado dela, um corte. Pior: descobri que o caso durava há três anos, mesmo antes de me pedir em casamento. E mais devastador: toda a sua família sabia e celebrava a gravidez dela. Eu era a piada, a boneca tola que ele criara. A dor era física, excruciante, mas transformou-se em algo frio, duro como gelo. Como pude ser tão cega? Como eles puderam zombar de mim assim? O meu mundo de contos de fadas desabou, revelando uma teia de mentiras e traições que ultrapassava o meu mais negro pesadelo. A Sofia, a fadista de ouro, estava morta. No seu lugar, nasceu algo muito mais sombrio. Contratei um serviço de "apagamento de identidade" e planeei a vingança perfeita. Ele tirou-me tudo, e agora eu tiraria tudo dele. Começaria por forjar a minha própria morte para o ver ruir em direto.

Introdução

Eu era Sofia, a fadista de ouro, a noiva perfeita do produtor genial Diogo.

A nossa história de amor era a base da minha carreira, um conto de fadas cantado em todas as rádios de Portugal.

Até que um vídeo anónimo me revelou a verdade nua e crua:

Diogo não era apenas meu noivo e musa, mas também amante da estrela de reality show Carolina.

E ela não tinha intenção de se esconder.

Cada mensagem da Carolina era um golpe, cada fotografia dele adormecido ao lado dela, um corte.

Pior: descobri que o caso durava há três anos, mesmo antes de me pedir em casamento.

E mais devastador: toda a sua família sabia e celebrava a gravidez dela.

Eu era a piada, a boneca tola que ele criara.

A dor era física, excruciante, mas transformou-se em algo frio, duro como gelo.

Como pude ser tão cega?

Como eles puderam zombar de mim assim?

O meu mundo de contos de fadas desabou, revelando uma teia de mentiras e traições que ultrapassava o meu mais negro pesadelo.

A Sofia, a fadista de ouro, estava morta.

No seu lugar, nasceu algo muito mais sombrio.

Contratei um serviço de "apagamento de identidade" e planeei a vingança perfeita.

Ele tirou-me tudo, e agora eu tiraria tudo dele.

Começaria por forjar a minha própria morte para o ver ruir em direto.

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Romance

5.0

Meu maior arrependimento nesta vida foi amar Ricardo Almeida, meu padrinho e o melhor amigo dos meus pais. Ele me acolheu quando fiquei órfã aos dez anos e prometeu me proteger, ser como uma filha. Eu o amava secretamente, o via como meu porto seguro. Cheguei a doar parte do meu fígado para salvá-lo de um acidente terrível. Mas um beijo meu, dado em um impulso adolescente enquanto me recuperava da cirurgia, mudou tudo. Seus olhos, antes quentes, tornaram-se frios como gelo, e suas palavras raras e cortantes. Então, Laura Bastos, sua noiva, surgiu, uma "dama de porcelana", mas seus rins falharam e eu era a única compatível. Ele, novamente, me pressionou para doar. Eu recusei, meu corpo ainda exausto da doação anterior. Laura morreu. E a vingança de Ricardo foi um pesadelo indizível. Ele expôs meu diário íntimo, me drogou, permitiu que outros homens me violassem, chamando-me de "suja" com nojo. Por fim, em um acesso de fúria cega, ele me esfaqueou, e eu morri em seus braços. Meu último suspiro foi um lamento silencioso. A dor lancinante da facada, a humilhação pública e a traição... tudo tão vívido. Como pude ser tão tola? Como o homem que jurei amar pôde ser tão cruel? Abri os olhos. O cheiro de antisséptico invadiu minhas narinas. A luz fluorescente do hospital feria minha vista. E lá estava ele, Ricardo, ao lado da minha cama, repetindo o mesmo pedido com a voz que me amaldiçoou: "Laura precisa de você. Por favor, salve a vida dela." Eu renasci. Voltei ao momento crucial. Desta vez, aquele amor idiota estava morto e enterrado. Minha liberdade seria minha única moeda de troca.

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