A Herdeira da Favela

A Herdeira da Favela

Rose

5.0
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Capítulo

O ar nos bastidores do concurso "Futuro da Moda" era pesado, uma mistura de laquê, suor e ansiedade, mas para mim, Sofia, da favela, era a única chance de provar que talento não tem CEP. De repente, meu irmão João e meu amigo Lucas, meus pilares e patrocinadores, surgem com um colar de "sorte" e um suco para "energia", prometendo apoio. Mas meu celular vibra com uma mensagem anônima chocante: "CUIDADO. O COLAR E O SUCO. É UMA ARMADILHA." A verdade me atinge como um soco: eles queriam me destruir, me ver humilhada na passarela, e o irmão que eu amava e o amigo que eu confiava dançavam sobre a minha ferida. Com a raiva queimando mais forte que a dor da traição, eu decidi. Se eles queriam guerra, teriam. O jogo acabara para eles, e o meu império estava apenas começando.

Introdução

O ar nos bastidores do concurso "Futuro da Moda" era pesado, uma mistura de laquê, suor e ansiedade, mas para mim, Sofia, da favela, era a única chance de provar que talento não tem CEP.

De repente, meu irmão João e meu amigo Lucas, meus pilares e patrocinadores, surgem com um colar de "sorte" e um suco para "energia", prometendo apoio.

Mas meu celular vibra com uma mensagem anônima chocante: "CUIDADO. O COLAR E O SUCO. É UMA ARMADILHA."

A verdade me atinge como um soco: eles queriam me destruir, me ver humilhada na passarela, e o irmão que eu amava e o amigo que eu confiava dançavam sobre a minha ferida.

Com a raiva queimando mais forte que a dor da traição, eu decidi. Se eles queriam guerra, teriam. O jogo acabara para eles, e o meu império estava apenas começando.

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Meu casamento de sete anos era uma piada, uma farsa dolorosa. Eu suportava a humilhação diária da traição dele, dia após dia. Até hoje. Grávida de cinco meses, minhas mãos tremiam no volante, as lágrimas embaçando a visão. "Laura, querida", disse minha avó ao meu lado, "não vale a pena se destruir por um homem que não te merece." Eu tinha acabado de ver a foto: Heitor com outra. Foi então que as luzes ofuscantes de um caminhão surgiram do nada. O barulho do metal e do vidro foi a última coisa que ouvi. Acordei no hospital, com cheiro de antisséptico. Heitor não estava lá e uma enfermeira fria me entregou a verdade: Minha avó e meu bebê haviam morrido. Tudo se foi. Liguei para Heitor, a voz rouca. "O que foi, Laura? Estou numa reunião importante. Não pode esperar?" Sua indiferença me sufocava. "Vovó se foi. E o bebê... nós o perdemos." Sua resposta me perfurou: "Talvez seja melhor assim. Você sabe que eu nunca quis essa criança." Meu coração, já em pedaços, quebrou-se novamente. "Acabou, Heitor," eu disse, com uma calma assustadora. "Quero o divórcio." Desliguei. Horas depois, recebi uma mensagem: uma foto de Heitor e sua amante, Jéssica, numa joalheria, no exato momento da minha cirurgia, ele lhe presenteava um "Coração do Oceano". Sua crueldade me atingiu, mas em vez de dor, surgiu uma clareza gelada. Tudo fazia sentido agora. Naquele momento, o telefone tocou. Era Seu Afonso, o avô dele. "Laura, minha querida, soube do acidente... Seu Heitor disse que..." Eu o interrompi: "Seu Afonso, estou bem. Mas preciso que o senhor veja uma coisa." Enviei a foto. O silêncio que se seguiu era pesado, prenunciando a fúria do velho. "Aquele moleque..." ele murmurou. "Eu resolverei isso." A batalha estava apenas começando, mas, pela primeira vez em sete anos, eu não sentia medo.

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Eu estava a nove meses de gravidez, sonhando com a chegada do meu bebé, numa vida que parecia segura ao lado do meu marido, Miguel, um bombeiro, um "herói" dedicado. Mas o cheiro a fumo acordou-me: o prédio estava em chamas e eu estava presa. Liguei desesperada ao Miguel, o meu último recurso, e ele, friamente, disse-me que estava noutra "ocorrência" urgente. Segundos depois, o ecrã da televisão revelou a chocante verdade. Lá estava ele, o meu marido "herói", a "salvar" a sua meia-irmã, Sofia, de um "pequeno incêndio na torradeira" do outro lado da cidade. A fumaça preta engoliu-me, e acordei no hospital com a notícia mais devastadora: o nosso bebé, o nosso filho, Lucas, não sobreviveu. O "herói" veio ao meu encontro, mas não com lágrimas de dor, e sim com um pálido rosto de raiva. Ele culpou-me: "Vês o que fizeste? Se tivesses mantido a calma..." O mundo desabou de vez quando o meu sogro chegou, ignorou a minha dor e defendeu o filho, apelidando-o de "herói público" e a mim de "criadora de problemas". Naquele momento, enquanto a minha dor se transformava em raiva fria, percebi a cruel verdade: eu nunca fui a sua escolha. Nunca. Sempre a Sofia, sempre a "frágil" Sofia. Perder o meu filho não me destruiu; deu-me uma clareza brutal. As lágrimas secaram, e uma única palavra ecoou na minha mente: "Divórcio". Eu não apenas iria sair; eu iria expor a verdade, custe o que custar, e garantir que a sua imagem de "herói" se desintegrasse.

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