Sofia: A Bailarina Quebrada

Sofia: A Bailarina Quebrada

Qing Cha

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Capítulo

A umidade do porão era minha única companhia há meses. Eu costumava ser Sofia, a bailarina, mas agora era um segredo sujo do meu marido, Eduardo. Ele quebrei, me aprisionou neste inferno. Tudo por causa da Clara, sua suposta "musa" de infância, que vivia na minha casa e criava meu filho. Então, eles apareceram. Eduardo e Clara, com suas vozes melífluas e sorrisos falsos. Ela precisava de um transplante de rim. E o meu tipo sanguíneo era "coincidentemente" compatível. Eles me acusaram de arruinar a carreira dela, de roubar suas criações, distorcendo a verdade. Meu próprio filho, Lucas, a quem eu daria a vida, me chamou de "mulher má", repetindo as mentiras que lhe ensinaram. Ele jogou uma pedra em mim, e meu coração se estilhaçou. Eduardo, o homem que salvei e amei, observava tudo com uma frieza assassina. Ele sempre soube a verdade sobre Clara, eu percebi então. Mas sua obsessão por ela era maior que tudo. Ele riu da minha dor, me dizendo que iria me "curar" se referindo a me matar. Aquele amor que jurei ser meu, era a arma que ele usava para me destruir dia após dia. O bisturi do Dr. Mendes tocou minha pele, cortando-me propositalmente enquanto eu estava acordada. De repente, a voz de Lucas ecoou na escuridão: "Pai? Que você está fazendo?" Essa interrupção mudou tudo, revelando a futilidade daquele amor retorcido. Agora, de volta ao mesmo pesadelo, preciso desvendar a verdade e lutar pela minha liberdade e pela de quem eu amo.

Introdução

A umidade do porão era minha única companhia há meses.

Eu costumava ser Sofia, a bailarina, mas agora era um segredo sujo do meu marido, Eduardo.

Ele quebrei, me aprisionou neste inferno.

Tudo por causa da Clara, sua suposta "musa" de infância, que vivia na minha casa e criava meu filho.

Então, eles apareceram.

Eduardo e Clara, com suas vozes melífluas e sorrisos falsos.

Ela precisava de um transplante de rim.

E o meu tipo sanguíneo era "coincidentemente" compatível.

Eles me acusaram de arruinar a carreira dela, de roubar suas criações, distorcendo a verdade.

Meu próprio filho, Lucas, a quem eu daria a vida, me chamou de "mulher má", repetindo as mentiras que lhe ensinaram.

Ele jogou uma pedra em mim, e meu coração se estilhaçou.

Eduardo, o homem que salvei e amei, observava tudo com uma frieza assassina.

Ele sempre soube a verdade sobre Clara, eu percebi então.

Mas sua obsessão por ela era maior que tudo.

Ele riu da minha dor, me dizendo que iria me "curar" se referindo a me matar.

Aquele amor que jurei ser meu, era a arma que ele usava para me destruir dia após dia.

O bisturi do Dr. Mendes tocou minha pele, cortando-me propositalmente enquanto eu estava acordada.

De repente, a voz de Lucas ecoou na escuridão: "Pai? Que você está fazendo?"

Essa interrupção mudou tudo, revelando a futilidade daquele amor retorcido.

Agora, de volta ao mesmo pesadelo, preciso desvendar a verdade e lutar pela minha liberdade e pela de quem eu amo.

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