Corações Despedaçados, Almas Renascidas

Corações Despedaçados, Almas Renascidas

Chen Muer

5.0
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490
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11
Capítulo

Esta noite era o auge da minha carreira. O prêmio anual de arquitetura estava ao meu alcance, e meu noivo, Pedro, estava ao meu lado, sussurrando palavras de amor e sucesso. Eu me sentia a mulher mais sortuda do mundo, entregue a ele de corpo e alma, compartilhando cada detalhe do meu projeto inovador. "E o prêmio de Projeto Arquitetônico do Ano vai para... a Construtora Horizonte, pelo projeto \'Torres Gêmeas Paradiso\'!" Meu mundo desabou. Era o meu projeto, roubado, exibido na tela gigante enquanto os aplausos ecoavam. Olhei para Pedro, mas seu sorriso havia sumido, substituído por um olhar frio, e ele soltou minha mão. Sofia, minha "amiga" de infância, subiu ao palco de braços dados com ele. Eles se abraçaram, a imagem do novo casal poderoso. "Pedro? Sofia? O que significa isso?", minha voz saiu trêmula. Sofia riu, um som agudo e cheio de desprezo. "Significa que eu venci, Ana. Como sempre." Pedro me olhou como um inseto. "Você foi útil, Ana. Mas agora, não preciso mais de você." A dor me dilacerou. Não era apenas meu trabalho, era minha dignidade, meu amor, tudo transformado em uma piada cruel. "Nós... nós estávamos noivos", gaguejei, as lágrimas escorrendo. Ele riu e jogou o anel de noivado nos meus pés. "Foi um bom negócio. Considere como um pagamento pelo seu serviço." Eles se viraram, sorrindo para as câmeras, me deixando ali, quebrada e humilhada. Mas a dor se transformou em gelo. Eu não seria uma vítima. Lembrei-me de Lucas, o misterioso investidor, o "lobo solitário". Ele via através da fachada de Pedro. Eu peguei o telefone. Tudo o que eu tinha a perder, eu já havia perdido. Uma nova Ana, implacável, havia nascido.

Introdução

Esta noite era o auge da minha carreira.

O prêmio anual de arquitetura estava ao meu alcance, e meu noivo, Pedro, estava ao meu lado, sussurrando palavras de amor e sucesso.

Eu me sentia a mulher mais sortuda do mundo, entregue a ele de corpo e alma, compartilhando cada detalhe do meu projeto inovador.

"E o prêmio de Projeto Arquitetônico do Ano vai para... a Construtora Horizonte, pelo projeto \'Torres Gêmeas Paradiso\'!"

Meu mundo desabou.

Era o meu projeto, roubado, exibido na tela gigante enquanto os aplausos ecoavam.

Olhei para Pedro, mas seu sorriso havia sumido, substituído por um olhar frio, e ele soltou minha mão.

Sofia, minha "amiga" de infância, subiu ao palco de braços dados com ele.

Eles se abraçaram, a imagem do novo casal poderoso.

"Pedro? Sofia? O que significa isso?", minha voz saiu trêmula.

Sofia riu, um som agudo e cheio de desprezo.

"Significa que eu venci, Ana. Como sempre."

Pedro me olhou como um inseto.

"Você foi útil, Ana. Mas agora, não preciso mais de você."

A dor me dilacerou.

Não era apenas meu trabalho, era minha dignidade, meu amor, tudo transformado em uma piada cruel.

"Nós... nós estávamos noivos", gaguejei, as lágrimas escorrendo.

Ele riu e jogou o anel de noivado nos meus pés.

"Foi um bom negócio. Considere como um pagamento pelo seu serviço."

Eles se viraram, sorrindo para as câmeras, me deixando ali, quebrada e humilhada.

Mas a dor se transformou em gelo.

Eu não seria uma vítima.

Lembrei-me de Lucas, o misterioso investidor, o "lobo solitário".

Ele via através da fachada de Pedro.

Eu peguei o telefone.

Tudo o que eu tinha a perder, eu já havia perdido.

Uma nova Ana, implacável, havia nascido.

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