Ela Salvou Seu Amado Morto

Ela Salvou Seu Amado Morto

Gavin

5.0
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11
Capítulo

Bianca Silva, uma humilde faxineira, levava uma vida dupla como "facilitadora de heranças", uma especialista em realizar rituais de purificação para ricos atormentados. Um dia, ela recebeu uma oferta irrecusável: duzentos mil reais para limpar a energia de um suicídio de "alto nível" , com a estranha condição de usar o material genético do falecido para uma inseminação artificial nela mesma. O choque foi avassalador, mas a promessa de aposentadoria a fez hesitar. Ao chegar na mansão, ela descobriu a verdade mais perturbadora: o "suicida" era Rafael Costa, seu ex-namorado, o homem que ela amou e que sumira sem deixar explicações, revelando-se agora herdeiro de um império. Acreditando ser um capricho de um rico entediado, Bianca iniciou o ritual, mas as evidências gritavam: aquilo não era suicídio, era assassinato. Ela percebeu que havia sido usada como um álibi, uma testemunha manipulada pelos pais de Rafael, que ainda queriam eliminá-lo. De repente, o impensável aconteceu: o "morto" respirou. Rafael estava vivo, vítima de uma droga que simulava a morte. Ele sussurrou para Bianca, seus olhos cheios de pânico: "Corra." A porta rangeu, indicando a chegada dos seguranças. Bianca, entre o medo e uma nova determinação, se viu encurralada, com um homem "morto" que respirava em suas mãos e a porta prestes a ser arrombada. Ela estava presa em um jogo mortal, mas, pela primeira vez, enxergou uma chance de lutar.

Introdução

Bianca Silva, uma humilde faxineira, levava uma vida dupla como "facilitadora de heranças", uma especialista em realizar rituais de purificação para ricos atormentados. Um dia, ela recebeu uma oferta irrecusável: duzentos mil reais para limpar a energia de um suicídio de "alto nível" , com a estranha condição de usar o material genético do falecido para uma inseminação artificial nela mesma.

O choque foi avassalador, mas a promessa de aposentadoria a fez hesitar. Ao chegar na mansão, ela descobriu a verdade mais perturbadora: o "suicida" era Rafael Costa, seu ex-namorado, o homem que ela amou e que sumira sem deixar explicações, revelando-se agora herdeiro de um império.

Acreditando ser um capricho de um rico entediado, Bianca iniciou o ritual, mas as evidências gritavam: aquilo não era suicídio, era assassinato. Ela percebeu que havia sido usada como um álibi, uma testemunha manipulada pelos pais de Rafael, que ainda queriam eliminá-lo.

De repente, o impensável aconteceu: o "morto" respirou. Rafael estava vivo, vítima de uma droga que simulava a morte. Ele sussurrou para Bianca, seus olhos cheios de pânico:

"Corra."

A porta rangeu, indicando a chegada dos seguranças. Bianca, entre o medo e uma nova determinação, se viu encurralada, com um homem "morto" que respirava em suas mãos e a porta prestes a ser arrombada. Ela estava presa em um jogo mortal, mas, pela primeira vez, enxergou uma chance de lutar.

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