Do CAOS Ao CAIS • Duologia: LIVRO UM

Do CAOS Ao CAIS • Duologia: LIVRO UM

E.L. SILVA • 엘 실바

5.0
Comentário(s)
383
Leituras
6
Capítulo

"Às vezes nos perdemos e não conseguimos nos reencontrar, ou não queremos, em ambos os casos, é importante termos alguém que insista em nos guiar." • E.L. SILVA SINOPSE: Próximo à uma pequena cidade, um castelo; no castelo, uma família fadada à autodestruição; na família, um jovem... ah!, este que deve carregar o caos de toda a destruição familiar sobre si. Que pesadelo! Como livrar-se de um pesadelo que te acorrenta a alma? É possível um recomeço para alguém que acredita estar inteiramente destruído? Há alguma esperança? NOTA DO AUTOR: Este não é um conto de fadas, não é uma fantasia, não é uma história de reis e rainhas, nem mesmo uma história de época, no entanto, é uma junção de elementos e temáticas diversos. Embarque nesta história e descubra sobre o que ela se trata. E lembre-se... a moral da história é a parte mais importante! Boa leitura. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16+ CONTÉM: Agressão, Violência, Assassinato e alguns acontecimentos podem causar gatilhos em algumas pessoas.

Capítulo 1 PRÓLOGO: Antes do Caos Era Primavera

Do palco, deleitava-me com os barulhentos aplausos do público após a minha apresentação, pelo menos, era como costumava ser.

Eu, o Kim Ji-hun, costumava ser o nome mais importante da música clássica no meu país, isto até o surgimento do Ko Do-eun, que se tornara o novo maior nome da música clássica no país, deixando-me para trás e, por mais que eu tentasse recuperar o meu lugar, não conseguia. Ele era jovem e bonito, não dava para competir. No entanto, eu não aceitaria ser derrotado tão facilmente.

Após uma apresentação enfadonha com menos que metade do público que costumava ir às minhas apresentações e, sem tanto vigor nos aplausos, voltei para casa. Minha esposa, a Kim Deokman, aguardava-me na sala com um sorriso, ela não pudera acompanhar-me naquele dia porque não sentia-se bem e precisara ir ao médico.

- Você não estava doente? - comecei. - Por que está sorrindo? - perguntei-lhe.

- Querido. - começou, aproximando-se de mim. - Eu estou grávida. - contou-me sorridente e cheia de emoção.

- Grávida? - perguntei-lhe surpreso, porém com um sorriso estampado na face.

- Sim. Grávida. - repetiu a notícia com o mesmo sorriso.

Essa criança pode ser a salvação do meu nome! Pensei, já imaginado-a sendo o próximo maior nome da música clássica dali. Fui, então, imediatamente, abraçar a minha esposa.

- Querida, eu estou tão feliz que quero construir um castelo. - falei e ela apenas sorrira. - É isso. - continuei. - Construirei um castelo próximo à cidade, onde viveremos com nosso filho.

- Querido, não acha que isso é um pouco demais? - perguntou-me ainda sorrindo.

- Não, querida. - respondi-lhe também ainda sorrindo. - E é o que farei.

Investi, então, depois daquele dia, bastante dinheiro na construção de um castelo para viver com a minha esposa e o meu filho. Sendo um dos homens mais ricos do país, para mim, fora um valor justo para a realização daquele sonho.

- Meu filho viverá como um rei e se tornará um rei da música clássica como um dia eu fui. - sussurrei. --Eu lhe ensinarei a sê-lo. - conclui.

Durante os nove meses de gestação da Kim Deokman, continuamos na cidade e, mudamo-nos para o castelo na primavera, assim que o nosso pequeno Kim Jonghyun nascera.

- Seremos uma família muito feliz aqui, querida. - prometi a minha esposa.

Ela apenas sorrira enquanto segurava o nosso filho em seus braços, mas os seus olhos, naquele momento, diziam-me o quanto confiavam em mim e nas minhas palavras.

- Eu te amo, querida. - disse-a.

- Eu também te amo, querido. - disse-me com uma voz suave.

Continuar lendo

Você deve gostar

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

PageProfit Studio
5.0

"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."

Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Lila
5.0

O som do órgão na Catedral de São Patrício ainda ecoava quando o meu mundo desabou em silêncio absoluto. Diante de quinhentos convidados da elite, o homem que eu amava há quatro anos soltou a minha mão e caminhou calmamente até à minha madrinha de casamento. O ""sim"" que eu esperava transformou-se no anúncio cruel de que eu era apenas um passatempo descartável. Blake Miller rejeitou-me publicamente, trocando-me pela minha melhor amiga, Tiffany, sob o pretexto de que uma órfã sem nome nunca estaria à altura do seu império. A humilhação foi total enquanto os convidados sussurravam insultos e a minha própria família adotiva me virava as costas, deixando-me sem teto e sem dignidade. ""Eu não posso casar contigo, Audrey. A Tiffany é quem realmente entende o meu peso e o meu estatuto. Tu foste apenas uma diversão, mas o jogo acabou."" Fui ridicularizada por aqueles que antes me bajulavam, vendo a minha vida ser destruída num espetáculo de traição e ganância. A dor da injustiça transformou-se num ódio gelado ao perceber que eu tinha sido apenas um peão nos planos deles. Eu estava sozinha, sem dinheiro e com a reputação em farrapos, destinada a ser a piada da temporada. Como puderam ser tão cruéis depois de tudo o que sacrifiquei? A fúria superou a minha agonia, e eu decidi que não seria a vítima daquela história. Em vez de fugir em lágrimas, caminhei firmemente até ao fundo da igreja, onde Victor Sterling, o ""pária"" bilionário numa cadeira de rodas, observava tudo com um desprezo glacial. Olhei nos olhos do homem que todos julgavam arruinado e propus-lhe um negócio: o meu nome pelo seu poder. Quando Victor aceitou, o jogo mudou; a noiva humilhada estava prestes a tornar-se o pior pesadelo de quem ousou traí-la.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro