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Do CAOS Ao CAIS • Duologia: LIVRO UM

Capítulo 3 Tormenta e Borrasca

Palavras: 1317    |    Lançado em: 11/11/2021

3

em alguns dias estava quase finalizada, mas decidi dar uma pausa,

me. - su

e ao banheiro, banhei-me e, de volta ao quarto, vesti-m

to para fazer o pedido, meu celular

Si

ou in

estou

de e

restau

também esto

o endereço

ão e compartilhe

óximo, chego em um m

cidi esperá-lo. E, de fato, não

pediu

isse par

do uma breve e silenciosa r

então, os

ntando o últim

- perguntou

lta

s. - falou sorrindo. - Ah! Já está tudo

Ót

ente não que

o para responder-lhe,

ce bom. O chei

faz. - s

bre o que e

mer. - int

ordou já olhando para a c

e culinária nova que surgisse, não

mim ou de comida

sada. - Gosto dos dois, não posso

Se

acre

breve pausa. - Se n

com c

er m

em seguida provou a primei

o. - Muito apimentado. Eu devia ter ido devagar. Mas... - fez uma pau

ão te

cisa. - f

mor, mas gostava de como ele a

Gostou da

igo en

pre. - Disse com um l

so é

umei. Então, pode apena

também a única pessoa em quem eu confiava e aceitava ter por perto, mas era frio com ele porque não queria que cri

e saímos dali. Já fora do restaurante, en

esse restaurante. Gos

a tocar o seu violino, o que me fizera paralisar ali o

me, logo notando o motivo. - Ah. Gostou

uia dizer uma

ong

li, obrigando-me a aprender a tocar as suas músicas, repreendendo-me

orava, cai ao

não me referia ao artista, eu já não estava mais ali,

ong

al com um filho pequeno, o qual era repreendido pelos pais por algum motivo, do outro lado da rua, um vendedor de objetos de couro demons

de-o

já levantando-me, abraçando-m

óxima dali, sentamo-nos

olhar-lhe nos olhos. - Você está bem? - Perguntou-me e a preo

silenciosamente, não era capaz de falar uma palavra sequer naquele

anto acariciava o meu cabelo para

que já estava mais calmo, estava com a minha

m tom misto de preocupação e leve alivi

ele volte. - fale

e...

s com um olhar penoso, mas log

e acon

-lhe tudo, porém, decidi por não

aqui. - agradeci-o e

nde

ra c

m a cabeça e levantou-se em seguida

parece estar bem para dirigir. -

comecei, j

Si

, então, voltei o olhar para a estrada, fechando a port

ra casa, pensava so

nuar me assombrando? - Suss

r alguns segundos e decidi por tomar um banho. Após banhar-me e vestir-me com roupas

1

lular tocando, era mais

Si

o voc

após tentar pensar

ir um riso seu. - Não com

va dormindo

o. Qualquer cois

êncio, então

saber como estava.

falar, antes que encerrasse a ligação. - Ob

em silêncio por alguns segundos. - A

go que pudesse servir de janta. Chegando à cozinha, peguei um lámen, alguns temperos, preparei t

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Do CAOS Ao CAIS • Duologia: LIVRO UM
Do CAOS Ao CAIS • Duologia: LIVRO UM
“"Às vezes nos perdemos e não conseguimos nos reencontrar, ou não queremos, em ambos os casos, é importante termos alguém que insista em nos guiar." • E.L. SILVA SINOPSE: Próximo à uma pequena cidade, um castelo; no castelo, uma família fadada à autodestruição; na família, um jovem... ah!, este que deve carregar o caos de toda a destruição familiar sobre si. Que pesadelo! Como livrar-se de um pesadelo que te acorrenta a alma? É possível um recomeço para alguém que acredita estar inteiramente destruído? Há alguma esperança? NOTA DO AUTOR: Este não é um conto de fadas, não é uma fantasia, não é uma história de reis e rainhas, nem mesmo uma história de época, no entanto, é uma junção de elementos e temáticas diversos. Embarque nesta história e descubra sobre o que ela se trata. E lembre-se... a moral da história é a parte mais importante! Boa leitura. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16+ CONTÉM: Agressão, Violência, Assassinato e alguns acontecimentos podem causar gatilhos em algumas pessoas.”
1 Capítulo 1 PRÓLOGO: Antes do Caos Era Primavera2 Capítulo 2 Marcas da Maldade3 Capítulo 3 Tormenta e Borrasca4 Capítulo 4 Adstrito ao Falaz5 Capítulo 5 Sonho Vertiginoso6 Capítulo 6 Âmago Fragilizado