Escondendo A Gravidez Do Meu Chefe.

Escondendo A Gravidez Do Meu Chefe.

Garota Das Chronicas

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Capítulo

Os "segredos" parecem ser o muro entre a secretária Marina Allen e o CEO Aaron D'Angelo. Grávida e esgotada de seu chefe, Marina não sabe como agir, mas situações e lugares podem forçá-los a ficarem mais perto um do outro. Aaron a princípio descobre sobre o bebê, mas o quê mais Marina não está dizendo? Descubra mais sobre este casal lendo essa Comédia Romântica.

Protagonista

: Marina Allen e Aaron D'Angelo

Capítulo 1 Capitulo 01

Fraqueza.

Por Marina Allen.

Normalmente se espera que a certa idade saibamos o quanto está ruim o suficiente para abandonarmos o barco, mas e quando nos damos conta disso depois de naufragados?

O que nos resta são dois caminhos, pedir ajuda ou nadar sozinho até a costa.

A escolha da maioria sempre será pedir ajuda, porém se adicionarmos o medo e a frustração a essa equação, escolhemos nadar à costa sozinhos.

Eu sou Marina Allen, secretária pessoal de um dos mais cobiçados homem de negócios, Aaron D'Angelo.

Meu chefe, como de se esperar, é o pior que um classe alta pode ser. Com sua beleza e inteligência de berço, ele espera que todos os demais se comportem sem falhas e com ele não há segundas chances.

Nunca imaginei que acabaria presa a ele por tanto tempo, pois tão logo entrei na empresa, cometi tantos erros de uma vez só no primeiro dia, que mal pude olhá-lo nos olhos por um ano todo.

Bem, talvez eu tenha sido a exceção - lembro-me de ter pensado. Hoje imploro aos céus que ele me demita.

Há um segredo e um erro do qual não posso permitir que ele saiba e também não posso me arriscar pedindo demissão.

Então devo lhes dizer que esta história se inicia aqui...

No trabalho, às sete da manhã de segunda-feira.

- Srta. Allen... - Sua voz chamou-me pelo interfone ao lado de meu cotovelo apoiado na escrivaninha.

- Sim senhor, em que sou útil? - Exibi a mesma prontidão de sempre, mas devo dizê-los, é apenas na frente do chefe.

- Traga os informes sobre o progresso do projeto Aurora. - Ordenou secamente.

As palavrinhas mágicas eram um mundo estranho para ele, não existiam "por favor" ou "obrigada".

- Sim, senhor.

Deixei o quê fazia antes de lado, agarrei todas as pastas sobre minha mesa e repassei-as antes de levantar-me para entregá-las a ele.

Bati fracamente na porta, apenas por costume.

- Entre. - A voz fria e desconfortável de sempre.

- Senhor, aqui estão. - Deixei-as sobre o espaço vazio no canto esquerdo da mesa de meu chefe. - Ordenadas dos dias mais recentes para os mais antigos.

- Pode se retirar.

- Descerei para pegar as correspondências, o senhor gostaria de mais alguma coisa? - Perguntei por cortesia.

- Traga dois cafés negros sem açúcar e mande Amélia Moore subir. - O incômodo em dizer o nome da mulher era nítido, para mim que já completava dois anos trabalhando ao seu lado.

Como eu lhes disse antes, os classe alta costumam a conseguir tudo o que quer, mas e quando lhes dizem "não"?

- Trarei uma torta para o café da manhã com a Sra. Moore, ela ficará mais à vontade.

- Como queira. - Respondeu-me como se pouco importasse.

Já estava de saída da sala, dois passos e minhas pernas falham. Tudo o quê não podia acontecer na frente dele, naquele momento aconteceu.

- Marina. - Mesmo com meus sentidos atordoados ainda pude ouvi-lo dizer meu nome. - Você... - Sua boca e seus olhos focados em mim daquela forma parecia mentira ou imaginação.

- Eu... e-eu... - As palavras não saíam e as minhas forças também não voltavam.

Senti os braços dele me pegarem.

- Se-senhor, me coloque... - Antes que pudesse dizer algo ele me olhou tão de perto que perdi a fala novamente.

Colocou-me cuidadosamente no sofá do escritório, e encarou-me antes de dizer:

- Srta. Allen, está doente? - As palavras dele foram em parte mais acusatórias do quê uma pergunta em si.

Sim, ficar doente era proibido. Assim como pedir folga pela manhã ou chegar um minuto que fosse mais tarde. A regra geral era, estar vinte e quatro horas disponível para Aaron D'Angelo.

- Não, não eu... - Tinha de inventar uma explicação plausível e rápida. - Não tomei o café da manhã ainda, só isso. - Sorri fraco.

Sem lhe dar chance de me questionar, tão rápido senti que podia firmar minhas pernas, pedi licença e saí do escritório.

Eu sabia o que tinha causado a fraqueza momentânea, e com certeza não estava doente, mas também não era capaz de admitir a mim mesma onde tinha chegado.

- Três meses em... - Resmunguei para mim mesma, acariciando a barriga.

Logo seria tão óbvio.

Como esconderia?

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